domingo, 17 de janeiro de 2016

2016 COMEÇA NADA ANIMADOR

Caros amigos e irmãos que acompanham este blog, começamos mais um ano novo de maneira nada animadora para aqueles que ainda se negam a exercer fé em Cristo Jesus e no seu sacrifício.
Conforme temos expressado nos últimos anos, temos percebido forças atuando no âmbito mundial, impelindo o conceito "religião" a estar no centro da crise internacional, principalmente, no território daqueles que são considerados países líderes no organograma geopolítico mundial.
Não param de chegar notícias de todos os lados, alertando para o perigo provocado pelo fanatismo religioso em várias partes do mundo...
As populações dos países líderes, bem como seus respectivos governos, estão sendo convencidos a cada dia de que a "religião" é uma ameaça à estabilidade internacional.
Por exemplo, o Réveillon em vários países da Europa foi dominado pelo medo do terrorismo. Vários tipos de atrações foram canceladas, a exemplo da tradicional queima de fogos na Torre Eiffiel. Aglomerações de pessoas em Nova York, Los Angeles, Berlim e Londres foram desestimuladas.
Na Alemanha, ataques sexuais em série no Réveillon em Colônia aumentaram o medo e revolta no país, principalmente contra os imigrantes vindos do Oriente Médio e do norte da África.
Na Bélgica, o governo tomou a iniciativa de cancelar as atrações para comemoração do ano novo em Bruxelas e recomendu a seus cidadãos que evitassem grandes aglomerações.
Assim, percebemos como o medo do fanatismo religioso já está alterando a vida normal das pessoas nos países líderes. Podemos dizer que em várias partes do mundo, como os EUA, Austrália, Grã-Bretanha e Alemanha, o clima na passagem de ano ficou igualmente em suspense...
Como se não bastasse esse clima de terror instalado, os serviços de investigação europeus receberam mais um dado alarmante que foi amplamente noticiado no início deste ano: os jihadistas são em muitos casos originários, justamente, dos países que são alvo dos ataques!!!
Ou seja, a política européia de boa convivência com populações islâmicas não tem surtido um efeito apaziguador. Pelo contrário, extremistas que gravam vídeos ameaçadores aparecem falando um inglês britânico com sotaque londrino perfeito.
Isso quer dizer que essas pessoas se tornaram fanáticas religiosas mesmo estando expostas por anos a toda uma atmosfera de liberdade nos países ocidentais.
Nações de tradição cristã estão vendo vários de seus cidadãos se convertendo ao islamismo, principalmente os jovens, e se alistando em milícias terroristas no Oriente Médio.
Assim, em vista de todos esses acontecimentos, conclamamos você leitor a observar atentamente de que forma a "religião" está sendo vista atualmente como uma fonte de problemas.
Até quando a população das nações ricas suportarão estarem submetidas a esse clima de terror promovido pelo extremismo religioso? Não sabemos... Se considerarmos a revelação profética das Escrituras, veremos que a maior parte de toda a população mundial aceitará ser "marcada".
Aí estão os pretextos ideais para tal. Melhorar a identificação, a vigilância, o monitoramento e, principalmente, a segurança nas transações de compra e venda, evitando roubos e assaltos, como se dá atualmente com o dinheiro de cédulas.
A "marcação" de todos os cidadãos propiciará aos governos eliminar de forma racional os enormes gastos com segurança interna. Os terroristas, ladrões, traficantes e marginais com certeza ficarão temerosos em agir, ao saber que estão sendo monitorados, junto com toda a população, 24 horas por dia. É a receita certa para o simulacro de paz mundial (1 Tess. 5: 3).
Por outro lado, vemos em Apocalipse 17:17 que o próprio Senhor vai incutir nas intenções dos governos e da população ímpia em geral o desejo de destruir toda "a religião falsa" existente, chamada na Bíblia de Babilônia, a Grande.
Toda e qualquer crença que não tenha por base a fé em Cristo Jesus e a obediência aos seus princípios deve ser, corretamente, englobada nessa descrição bíblica.
Assim, em vista de todos os acontecimentos, observamos que as bases para a futura destruição de qualquer "crença fundamentalista e inegociável" já estão sendo lançadas. Por "crença fundamentalista e inegociável" leia-se também a nossa fé no Senhor Jesus.
Apesar de não usarmos a violência, a nossa fé é inegociável com os princípios corrompidos do mundo de Satanás e fundamentada unicamente na orientação de Cristo Jesus conforme contida nas Escrituras Sagradas. Não aceitamos nenhuma outra orientação que não provenha dessa fonte.
Alguém poderá perguntar: Mas, a crença que nutrimos em Cristo será destruída junto com todo o conjunto da "religião falsa", Babilônia, a Grande? Em hipótese nenhuma isso acontecerá, pois o próprio Jesus disse que nem os portões do hades venceriam a sua Igreja.
O que acontecerá então? Acreditamos que os governos, junto com toda a população incrédula, na sua tentativa desesperada por alcançar paz, controle ambiental, estabilidade econômica e se livrar do extremismo religioso, vão impor a toda e qualquer expressão religiosa um controle paranóico que, com o tempo, se tornará cada vez mais insuportável para qualquer um que alegar uma fé religiosa.
É nesse contexto de paranóia e desconfiança mundial contra a "religião", que nós seremos alcançados pelo ódio e perseguição dos dez chifres políticos, conforme predito nas Escrituras (Apocalipse 17:12-14).
Mas, conforme sabemos, a Igreja de Cristo não terá o mesmo fim catastrófico que aguarda a grande prostituta religiosa que tem sido usada por Satanás para enganar a humanidade por séculos.
Começamos o ano com o cenário profético avançando a pleno vapor. As profecias sobre a devastação de Damasco estão se cumprindo diante dos nosso olhos, conforme Isaías 17:1, com milhões de sírios abandonando seu país.
Será mera coincidência que a realidade atual na Síria se encaixe no profetizado por Isaías 17:1? Por que nos chamados "grandes púlpitos cristãos", praticamente, se faz silêncio sobre esse assunto?
Também, aguardamos o desenrolar dos acontecimentos referentes à Rússia para ver de que forma se dará o cumprimente de Ezequiel 38 e 39. A presença russa ao norte de Israel em operações militares na Síria deveria deixar as grandes lideranças cristãs em alerta.
No entanto, muito pouco tem sido divulgado sobre a possibilidade de que uma importante profecia bíblica pode estar às vésperas de seu cumprimento.
Continuaremos atentos, também, ao desenrolar das crises no cenário econômico, visto que está sendo previsto um ano penoso para o Brasil, acompanhando, igualmente, as frequentes quedas assustadoras das bolsa chinesa. Também estaremos atentos às crises nos aspecto ambiental onde verificamos desordens climáticas em vários cantos do globo.
Acresça-se a tudo isso o cumprimento das palavras de Jesus sobre o surgimento de pestilências no tempo do fim (Lucas 21:11). Temos visto nos últimos tempos o surgimento de pestes como ebola, zica vírus e sua consequente microcefalia, AIDS, gripe aviária, etc.
Tendo em vista todo esse quadro aterrador, fica difícil para nós desejar-lhes um "Feliz Ano Novo", nos moldes do que é desejado no mundo. Desejamos sim uma "Feliz Vida Nova" em Cristo Jesus.
Rogamos a todos os irmãos que fiquem atentos, pois cremos que o nosso inimigo fará todo o possível para nos jogar na sonolência espiritual e nas distrações deste mundo, com o objetivo de que não percebamos que o nosso Senhor está às portas!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Achado arqueológico confirma milagre de Jesus

O Novo Testamento menciona uma visita de Jesus ao nordeste do Mar da Galileia, onde existia assentamentos judaicos. Lá ele encontrou um homem possuído por demônios e o libertou. Para mostrar a todos o que estava acontecendo, ordenou que os espíritos imundos se apoderassem de porcos, que se atiraram de um penhasco para o mar.
O relato bíblico, ocorreu em Kursi, local situado no antigo território dos gadarenos. Essa informação parece ter sido comprovada agora por arqueólogos.  “A presença de um assentamento judaico na costa oriental do Mar da Galileia é um fenômeno muito estranho”, disse Haim Cohen, pesquisador da Universidade de Haifa, em Israel, em entrevista ao Daily Mail.
Uma pedra de mármore, medindo 1,40 metro por 70 centímetros foi encontrada no Lago Kinneret (Mar da Galiléia). Na superfície há uma inscrição em hebraico onde os especialistas foram capazes de identificar as palavras ‘amém’ e ‘Marmaria’, o que pode significar tanto “Maria” mãe de Jesus, quanto uma referência ao rabino.
O professor Michal Artzy explica que o texto “é composto por oito linhas”, o que é raro, pois “geralmente não são muitas palavras com letras hebraicas esculpidas em pedra”. Ele acredita que a pessoa que a inscrição se referia “teve uma enorme influência sobre a população local”. Ela começa com as palavras “lembrados para sempre.” Para os primeiros cristãos a libertação de uma pessoa possuída era considerada um milagre.
Na verdade, a existência do assentamento judaico na região era conhecido desde a década de 1960. No entanto, somente agora, com a descoberta dessa placa de mármore com mais de 1.500 anos de idade confirma sua presença. Afinal, ela estava nas ruínas do local onde teria funcionado uma sinagoga.
A descoberta só foi possível graças a uma queda no nível de água na região, que permitiu aos arqueólogos continuar suas escavações em Kursi, um distrito que fazia parte da antiga Decápole. Próximo às ruínas dessa antiga igreja, há uma montanha que desce para o mar, conforme é descrito na Bíblia.
As escavações mostram que nos séculos V e VI, uma igreja foi construída no local. Ela seria uma “marca” do evento bíblico, prática comum durante o domínio do Império Bizantino em israel. O local foi destruído pelo exército persa em 614 a.C. Foi reconstruído, mas novamente destruído — desta vez, por um incêndio.
O apologista cristão Steve Ray explica que Kursi foi sede do o maior mosteiro em Israel, sendo um local muito conhecido pelos primeiros cristãos.  “Quanto mais a arqueologia descobre, mais a Bíblia é confirmada”, resume Ray. Com informações Bretbart e CBN

Código da Bíblia aponta que 2016 poder ser “o ano do Messias”

Apesar da grande polêmica envolvendo os chamados “códigos da Bíblia”, o rabino Mattityahu Glazerson, especialista no assunto, defende uma ligação entre o ano de 2016 e a chegada do Messias judeu.
Glazerson publicou um vídeo onde analisa o texto de Gênesis 49:1. A passagem, que narra os instantes finais da vida do patriarca Jacó traz uma espécie de profecia sobre os “dias vindouros”, na tradução em português. Contudo, para os especialistas, o termo ali é “Fim dos Dias”, que também aparece em Números 24:14 e Deuteronômio 4:30 e 31:29.
Uma vez que cada letra hebraica tem um valor numérico, uma tradição judaica usa um sistema que procura encontrar significados em textos hebraicos, calculando seus valores numéricos. Este sistema é conhecido como gematria. Com base na tradição mística do judaísmo, Glazerson calcula que o valor numérico das duas palavras do original de Gênesis 49: 1 “te sucederá” é igual a 772.
Isso seria corresponde ao ano hebraico 5772 que foi 2011-2012. No vídeo, Glazerson explica que a vinda do messias não ocorreu então porque Israel “não têm as condições para isso, o arrependimento e a fé”.
No entanto, Glazerson salienta que o ano hebraico 5775 (2014-2015), que foi um ano sabático, também tinha indicações claras de que poderia ser [o ano do] Mashiach (Messias). Como esse ano já terminou, ele afirma que a gematria pode insinuar que o atual ano hebraico de 5776  – que começou em 13 de setembro de 2015 – por ser um ano de jubileu, oferece significado extra para o sincronismo.
Em declarações ao site Breaking Israel News, o rabino Glazerson disse que a prosperidade deste ano é reforçada por uma tabela estatisticamente rara. O quadro que ele estabeleceu traz a frase “HaMashiach Purim” (o Messias no Purim). A conclusão do estudioso é que isso pode apontar para o próximo feriado de Purim (23 de Março, 2016).
As tradições da gematria dividem judeus há séculos, pois muitos consideram apenas misticismo. Glazerson insiste que na tabela desse texto há códigos para uma série de conceitos messiânicos, incluindo Ben Yishai (uma referência ao filho de Davi), de quem o Messias é descendente. As palavras hebraicas Ben Yishai cruzam com o verso completo de Gênesis 49: 1.
O rabino finaliza o vídeo dizendo que descobriu o código para Mashiach na interseção do corrente ano com as letras hebraicas que formam o nome hebraico de Eliyahu (Elias, o profeta) que irá anunciar a chegada do Messias.
Diferentes correntes do judaísmo têm falado sobre a vinda iminente do Messias. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias.
O rabino Amram Vaknin, 76 anos, é conhecido por ter previsto conflitos armados em Israel, como a Operação Pilar de Defesa (2012) e Operação Borda de Proteção (2014). Recentemente, afirmou que Israel enfrentará uma guerra e depois “Estaremos chegando perto do grande dia do Mashiach. Temos de estar prontos e preparados”.
Numa reunião de 6000 rabinos do movimento Chabad-Lubavitch, uma das maiores organizações judaicas do mundo, clamaram a Deus que apresse a vinda do Messias.

Novo Pentecostes? Mil judeus aceitam a Jesus como Messias numa única noite

Em meio a inúmeros relatos de conflito raciais, ataques terroristas e tensão religiosa, há algo diferente no ar em Israel. Segundo a revista Charisma, é a presença sobrenatural de Deus em um grande avivamento.
Pela primeira vez em quase dois mil anos há o registro de 1.000 judeus ouvindo e aceitando o evangelho de Jesus Cristo ao mesmo tempo. A reunião em Tel Aviv lotou o espaço para conferências utilizado pelo ministério do judeu convertido Sid Roth.
Pregando em inglês, com tradução simultânea para o russo, o evento atraiu um público incomum para um evento desses realizado em solo israelense. Segundo a Charisma, foi algo comparado ao relato do Livro de Atos.
Embora Israel seja o país com maior liberdade religiosa do Oriente Médio, judeus que confessam a Jesus como Messias enfrentam dificuldades em seu convívio social. Menos de dois por cento da população de Israel afirma ser cristã.
Sid Roth é um pregador pentecostal, conhecido nos Estados Unidos pelo seu programa de TV It’s Supernatural [É Sobrenatural]. Há anos ele tem falado sobre um avivamento em Israel antes da volta de Jesus.
Seu ministério também abriga a Visão Messiânica, que trabalha especificamente na evangelização de judeus. O evangelista tem viajado regularmente a Israel para encontros do tipo, mas relata que nas últimas viagens a recepção à mensagem tem sido sem precedentes.
Ele tem apelado para que a Igreja ore por um mover entre os judeus nestes últimos dias. Sua pregação em Tel Aviv exaltou o amor incondicional de Deus. Depois começou a orar pelo toque de Deus na vida das pessoas presentes no encontro. Enquanto orava pela cura física, centenas levantaram as mãos, afirmando que haviam recebido o milagre.
As Escritura declaram que o judeu exige sinais (1 Co 1:22). Logo em seguida, Roth fez o convite para quem queria fazer de Yeshua (Jesus) seu Messias e Senhor. Quase todos os presentes levantaram-se e fizeram a oração de arrependimento e salvação. Pastores messiânicos locais irão acompanhar e discipular aqueles que tomaram a decisão de seguir a Jesus.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Homem que virou mulher agora quer se transformar em cavalo

Um documentário de 63 minutos rodado na França está gerando um debate mais profundo sobre a questão da “identidade de gênero”.
O personagem central da produção Horse-Being [Ser Cavalo] é Karen, de 50 anos. Nascido homem, teve uma vida normal, era professor, casou-se e teve uma filha. Quando decidiu “assumir” sua opção sexual, pagou um tratamento e modificou o corpo, passando a se dizer mulher.
Agora, seu objetivo é outro. Karen quer viver como um animal, mais especificamente como um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade.
Durante uma brincadeira na escola, o professor pediu para que os alunos brincassem imitando um ‘cavalinho’. Essa ideia de ser um cavalo virou uma fixação para Karen. “Eu tenho um cavalo dentro de mim”, resume ela a certa altura.
O documentário mostra que o ex-professor francês participa de campeonatos do chamado pony-play. Ela e os demais fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!
O material explora a questão que esse seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Ou seja, Karen escolheu não ser mais homem e passou a ser mulher. Insatisfeita, prepara-se para ser um animal. Tudo em nome da “construção” da sua identidade, ou seja, o exterior refletir como ela “se sente” no íntimo.
E ainda têm gente que não acredita que estamos no fim dos tempo.

Cristão usou próprio sangue para escrever cartas em prisão cubana

Torturado por 22 anos, ele conta como a fé salvou sua vida
O ganhador do prêmio da fundação Becket pela Liberdade Religiosa em 2016 será Armando Valladares, um cristão cubano que ficou preso durante 22 anos por se opor ao regime comunista de Fidel Castro.
Ele conta que trabalhava para o governo, mas em 1960 recusou-se a colocar em sua mesa uma placa que dizia “Eu estou com Fidel”. Mandado para uma prisão onde sofreu torturas durante décadas, ele conta que sempre manteve sua fé no Senhor.
Usava seu próprio sangue para escrever cartas e poesias durante sua detenção. Em 1982 ele foi libertado, graças à intervenção do ex-presidente francês François Mitterand. Foi para os Estados Unidos em 1986. Desde então dedicou sua vida a lutar pelos direitos humanos. O ex-presidente americano Ronald Reagan nomeou Valladares em 1988 como embaixador americano na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Aos 78 anos, Valladares lembra que sofreu espancamentos constantes, fez diversas greves de fome que acabaram lhe deixando numa cadeira de rodas por anos. Ficou oito anos nu, em uma solitária onde os guardas jogavam dejetos humanos sobre ele.
armando na prisão
Armando na prisão.
Utilizando pedaços de papel e seu próprio sangue, conseguia eventualmente que suas cartas e poesias chegassem à sua mulher, Martha, que as enviava para fora de Cuba. Após serem publicadas, foram criando um clamor internacional por sua libertação. De certa forma, ele se tornou um símbolo da perseguição política (e religiosa) que os cubanos sofrem sob o regime comunista de Castro.
O anúncio de que Valladares receberá em maio do ano que vem a ‘Medalha de Canterbury’, foi feita semana passada. A diretora executiva da Fundação Becket, Kristina Arriaga, afirmou que “Valladares é a personificação da luta pela liberdade religiosa… Desde sua libertação, tem defendido inúmeros outros que também foram privados de seus direitos de viver segundo suas próprias crenças”.
Valladares deixou de ser embaixador em 1990, mas continua sua luta. Em seus textos, continua pressionando fortemente a ONU para dar atenção às violações dos direitos humanos em Cuba. Afirma que o governo continua violando a liberdade religiosa.
Em setembro, em um artigo publicado no jornal The New York Post, asseverou: “Continuamos sendo um farol para os homens e mulheres que definham em celas de prisão por continuarem firmes em suas crenças e se recusarem a abandoná-las. Apesar da intimidação como ocorre nos locais onde bandidos tirânicos ou fanáticos do Estado Islâmico reinam com terror”. Com informações de Christian Post

Muçulmanos queimam estação de TV cristã

Canal era uma colaboração de católicos e evangélicos
Nos últimos anos, o Paquistão tem vivido uma onda de intolerância religiosa contra os cristãos. Por causa da chamada “lei da blasfêmia”, agressões e morte são as consequências para qualquer um que vá contra o Islã, Maomé ou o Alcorão.  O caso mais emblemático é o de Asia Bibi, que está na cadeia há anos simplesmente por se declarar cristã.
Semana passada, um grupo de homens mascarados incendiou a sede da TV Gawahi, em Karachi. Era uma das maiores estações de televisão cristã do Paquistão, que tem menos de 2% de não islâmicos.
Por causa do incêndio, o prédio desabou. Até agora ninguém foi preso.
Fundada em fevereiro de 2013, a Gawahi TV atingia cerca de 12 milhões de pessoas regularmente. Era uma colaboração de católicos e protestantes, visando “difundir o Evangelho de Jesus Cristo para as pessoas de todas as religiões que vivem no Paquistão.”
O canal ficava no ar 24 horas por dia, sete dias por semana, transmitindo ensino bíblico, músicas e sermões. Por causa do seu alcance, a estação sofria constantes ameaças de violência dos radicais muçulmanos. Apesar de constantes pedidos de proteção, as autoridades nunca ofereceram a segurança necessária.
Javed Williams, o líder da Missão que controlava a emissora com seu irmão Sarfraz, declarou: “Paramos com nossa missão momentaneamente, mas não vamos deixar nossa esperança morrer. Estávamos fazendo a obra de nosso Deus e continuaremos a fazê-la com a ajuda divina”.
Representantes da Igreja Católica do Paquistão visitaram o local do incêndio e mostraram indignação com o ataque. O padre João Arif, da Diocese de Karachi, desabafou: “É desanimador ver o edifício e todo o equipamento queimado. O canal foi ativado para comunicar a palavra de Deus… Rezamos por paz e tolerância. ”
O doutor Nazir Bhatti, presidente do Congresso de Cristãos do Paquistão, denunciou o incêndio, exigindo a prisão dos criminosos responsáveis. “É surpreendente que a mídia paquistanesa não se preocupa em cobrir o incêndio na TV Gawahi, enquanto pequenos problemas com cristãos são sempre notícias de última hora”, asseverou. Com informações Breitbart

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ONU planeja usar chip para identificar toda a humanidade

Brasil é um dos apoiadores da iniciativa
O programa Fantástico mostrou no último domingo, como o governo brasileiro quer retomar a confecção do Registro Civil Nacional que reunirá todos os dados do cidadão em um único chip, incluindo a identificação biométrica (digitais). A proposta não é nova, foi lançada pelo presidente Lula 10 anos atrás.
O motivo da retomada desse cadastro é por que o Brasil assinou e está promovendo os 17 novos “Objetivos Globais” que a ONU lançou dia 25 de setembro.
Segundo o Prophecy News, escondida na proposta 16, que atende pelo nome genérico de “Paz” está o compromisso de cada nação em fazer cartões de identificação biométricos de cada homem, mulher e criança no planeta até 2030. Já existe uma base de dados central em Genebra, Suíça, que fará o controle dos dados. Chama-se Plataforma Única de Serviços de Identidade (UISP, na sigla em inglês).
O Sistema de Gestão de Identidades da Accenture (BIMS, na sigla original), guardará dados biométricos como impressão facial, da íris e as digitais. O objetivo é fazer um cadastro para posterior rastreamento, se necessário.
O texto do subponto 9 da resolução afirma: “Até 2030, fornecer identidade legal para todos, incluindo o registo de nascimento”. Uma leitura cuidadosa de outros documentos recentes da ONU, a aposta é no registro que já está sendo usado para o cadastramento dos refugiados na Europa.
O site da ONU afirma: “O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) está a avançar com os seus planos para usar a tecnologia biométrica para identificar e rastrear os refugiados, e selecionou um fornecedor para o projeto. Accenture, um fornecedor internacional de serviços de tecnologia, ganhou no concurso e irá supervisionar a implementação da tecnologia em um contrato de três anos”.
Os novos cartões de identificação biométrica após serem testados com sucesso em campos de refugiados, estão prontos para serem adotados de maneira global. Isso será feito por cada um dos países signatários dos Objetivos Globais.
No Brasil o primeiro passo já foi dado através do cadastramento biométrico obrigatório para todos os que desejam votar. Ao total, cerca de 30 milhões de pessoas já fazem parte do banco de dados nacional.
O novo documento acompanhará as mudanças nos registros do cidadão, desde o seu nascimento até o seu óbito. “Quem não sonha sair de casa carregando apenas um documento, em vez de ser obrigado a andar com vários deles na sua carteira ou na sua bolsa?”, afirmou a presidente Dilma no lançamento do projeto, que seguiu para ser votado pelo Congresso.
Segundo a presidente, o governo vai investir todos os recursos humanos e financeiros necessários para finalmente viabilizar a criação de um único número de identificação o quanto antes

Israel, terra que mana leite, mel e petróleo

Petróleo encontrado pode deixar Israel autossuficiente durante muitos anos.
Após mais de um ano de perfuração sem descanso, grandes quantidades de petróleo foram encontradas nas Colinas de Golã, ao norte de Israel. Estima-se que a quantidade de petróleo descoberto fará Israel autossuficiente durante muitos anos.
Isso deve trazer relativa tranquilidade ao país, que não ficaria dependente da produção de seus vizinhos muçulmanos. Para efeitos de comparação, esse petróleo, chamado de óleo de xisto betuminoso, é mais caro de produzir, mas novas tecnologias nunca foram um problema para os cientistas israelenses.
O geólogo chefe da companhia Afek Oil and Gas, doutor Yuval Bartov revelou à imprensa:  “Estamos falando de um estrato que tem 350 metros de espessura e alta porosidade. Em média, os estratos no mundo têm entre 20 e 30 metros de espessura, por isso este é dez vezes maior, então estamos falando de quantidades significativas. O importante era saber se o petróleo estava na rocha e isso já sabemos agora. ”
Três locais de perfurações nas colinas de Golã podem gerar uma produção de bilhões de barris. Considerando que Israel consome 270.000 barris de petróleo por dia, facilmente fornecerá a totalidade das necessidades da nação por muito tempo.
Embora a existência do petróleo no subsolo tenha sido comprovada, a fase mais crítica é a viabilidade de como pode ser extraído e seus custos de produção. Estamos em um período de preços muito baixos do petróleo no mercado mundial.
Anos atrás, as descobertas de gás em sua costa criaram uma indústria de energia que supre as crescentes demandas de Israel.  Sua exportação também poderia fortalecer a economia. A perfuração em Golã tem despertado forte oposição de grupos ambientalistas e moradores locais, que temem danos irreversíveis para paisagens naturais, flora e fauna da região.
Mas esse não é o principal problema. A comunidade internacional considera as Colinas de Golã, que foram retomadas da Síria em 1967, como território ocupado e não reconhece a soberania israelense sobre a região. Isso pode gerar um novo conflito numa região que vive uma grande instabilidade. Com informações UPI

Exército do Irã treina para invasão de Jerusalém

Milhares de soldados iranianos fazem simulação para tomada do Monte do Templo.
Exército do Irã treina para invasão de JerusalémExército do Irã treina para invasão de Jerusalém
A Agência de notícias Fars, do Irã, divulgou um exercício do exército do Irã que chamou atenção pelo inusitado. Réplicas de plástico da mesquita de al-Aqsa e do Domo da Rocha foram construídas e colocadas no alto de um monte.
Milhares de soldados fizeram um exercício de guerra apelidado de “Rumo à Cidade Santa”.  Claramente a situação é um treino para a tomada de Jerusalém. Mais especificamente o Monte do Templo, que fica bem no centro da capital do Estado Judeu.
Segundo a Fars, os treinos envolveram mais de 120 batalhões da Nirouye Moqavemate Basij (Força de Resistência Mobilização, em tradução livre). A “Basij” é uma milícia paramilitar voluntária fundada pelo falecido Ayatollah Khomeini em 1979. Trata-se de um grupo que opera paralelo ao exército iraniano, como uma força auxiliar da Guarda Revolucionária Islâmica, o que comprova sua motivação religiosa.
Durante o treino, caças bombardearam alvos enquanto dezenas de esquadrões armados representavam o exército israelenses cercando a réplica do santuário muçulmano.
Ainda segundo a agência iraniana, os treinos foram organizados como “preparação para combater possíveis ameaças na região”.  Como Israel não tem feito ameaças ao Irã, e sim ao contrário, fica óbvio que é uma forma de Teerã mostrar suas intenções.
O Irã afirma que tem ‘conselheiros militares’ e ‘voluntários’ na Síria, mas nega que sejam parte do seu exército. A maioria são soldados da Basij, lutando ao lado das tropas do governo sírio em operações contra áreas controladas por grupos extremistas como o Estado Islâmico. Eles participam da mesma frente que reúne o Hezbollah (radicais do Líbano) e a Rússia.
Esse parece ser apenas mais um passo na série de decisões que o governo iraniano vem fazendo em relação a um ataque contra Israel em breve. Em agosto, um vídeo produzido por uma organização extremista iraniana mostra a união dos exércitos do Irã e grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah, se preparando para marchar sobre Jerusalém.
Em meados de 2015, após o acordo nuclear com as grandes potências, o aiatolá Ali Khamenei lançou um livro pedindo a destruição de Israel e que a solução para a região é um Estado único (Palestino). O líder supremo iraniano defende ser “prático e lógico” que Israel volte a ser domínio muçulmano.
Defende que seu plano iria promover “a hegemonia do Irã”, e a remoção de “hegemonia do Ocidente” do Oriente Médio. Com informações de Jerusalém Post