segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Rússia prepara avião para o juízo final

A tecnologia do equipamento permite que ele seja utilizado como base militar ou política em casos de guerra nuclear
Rússia prepara avião para o juízo finalRússia prepara avião para o juízo final
A Rússia desenvolveu uma aeronave de controle avançado com maior capacidade de sobrevivência. Pelas poucas informações reveladas sobre a aeronave sabe-se que ela terá um maior tempo de voo e novos equipamentos de comunicação.
A tecnologia que será empregada nesse projeto, liderado pela empresa estatal Poliot, possui os elementos que nos Estados Unidos são usados nos chamados “aviões do juízo final”.
Esses aviões poderão se tornar base política ou militar caso algum conflito de grande proporção impeça uma base em solo.
Nos Estados Unidos o avião do juízo final é o Boeing E-4B Nightwatch que pode permanecer no ar por uma semana ao ser reabastecido em voo. Este modelo é uma versão militar do 747 com uma série de sensores e equipamentos de comunicação via satélite.
A versão americana é tão potente que tem proteções especiais para lidar com os efeitos de uma explosão nuclear.
Já a Rússia está investindo na terceira geração desse tipo de aparelho e o projeto já começa a tomar forma em 2016, com o objetivo de substituir os quatro Ilyushin Il-80 da Força Aérea da Rússia

Rússia se prepara para guerra nuclear

País realizou um grande treinamento de artilharia com mais de 80 mil soldados envolvidos.
Embora com pouco destaque pela mídia mundial, a OTAN iniciou os maiores treinamentos de tropas aerotransportadas desde o fim da Guerra Fria. A iniciativa deixou a Rússia irritada com o que chama de “ampliação da atividade militar na Europa”. Em 2014, a OTAN passou a reforçar a sua presença militar nos países do Leste Europeu que fazem fronteira com a Rússia.
Rússia se prepara para guerra nuclearRússia se prepara para guerra nuclear
Durante os exercícios, que durarão até 13 de setembro, participaram mais de 4,8 mil soldados de países como Bulgária, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Polônia, Portugal, Espanha, Reino Unido e EUA.
Aviões irão lançaram mais de mil paraquedistas e equipamento numa base em Hohenfels. Além disso, as Marinhas de países membros da OTAN irão realizar exercícios antissubmarino no mar Jônico.
Existe uma tensão da Rússia com a OTAN desde o início da crise na Ucrânia. Moscou condenou as operações ao longo da sua fronteira ocidental, afirmando que isso poderá levar à “desestabilização na região e no mundo”.
Porém, em março deste ano, a mesma Rússia realizou um grande treinamento de artilharia, com mais de 80 mil soldados envolvidos.
O fato é que Rússia parece estar se armando “até os dentes”. Sua proximidade com a China e o Irã também tem gerado insegurança. Analistas acreditam que o governo de Putin tem feito preparativos para uma possível guerra nuclear.
Esta semana, testou os mísseis de longo alcance Topol 1. Recentemente, os russos mostraram ao mundo uma nova aeronave de controle aéreo avançado, que pode ser utilizada caso toda infraestrutura em solo seja destruída por uma guerra nuclear.
No caso de um conflito de grandes proporções, o avião poderia ser convertido em base política ou militar, enviando comandos para tropas na superfície. Desenvolvida pela empresa estatal Poliot, as aeronaves chamadas de “aviões do juízo final” devem reforçar a Força Aérea da Rússia.
Os EUA possuem tecnologia parecida, o Boeing E-4B Nightwatch, com sensores e equipamentos de comunicação via satélite, que pode permanecer no ar por uma semana ao ser reabastecido em voo. Ambas teriam estrutura para sobreviver ao ataque de uma bomba nuclear

Construção do Terceiro Templo avança em Israel

Instituto do Templo anuncia novilha vermelha e que sabe está a Arca da Aliança
O Instituto do Templo tem mostrado com regularidade os avanços na preparação para o restabelecimento dos cultos no Templo, segundo o modelo do Antigo Testamento. Eles se dedicam a isso há 27 anos.
Construção do Terceiro Templo avança em IsraelConstrução do Terceiro Templo avança em Israel
Depois de vários dias anunciando que fariam uma grande revelação, neste domingo (12) veio a notícia que depois de quase dois mil anos, Israel voltará a criar novilhas vermelhas, de acordo com o mandamento bíblico de Números 19.
Em parceria com um experiente criador de gado de Israel, cujo nome não foi revelado, o Instituto explica que os animais serão gerados em condições específicas e num ambiente controlado. Embora existam várias espécies de gado desse tipo sendo criados pelo mundo, até hoje não se encontrou um que se encaixe na descrição bíblica.
De acordo com o Israel National News, os embriões congelados da raça Red Angus foram levados para Israel e em breve devem ser fecundadas as primeiras matrizes.
A novilha precisa ser perfeita e com o pelo totalmente vermelho. Ela é fundamental para o trabalho dos sacerdotes do Templo na realização dos sacrifícios. Segundo o livro de Números, suas cinzas são usadas ​​para a purificação ritual.
Essa é a penúltima peça para a restauração plena do trabalho sacerdotal em Jerusalém.  A última será, sem dúvida, a Arca da Aliança.
Vários especialistas em profecias estão comentando o anúncio do Instituto do Templo. A opinião quase unânime é que daqui a três anos os animais estariam prontos para serem abatidos e usados no serviço do templo segundo os requisitos bíblicos (Gn 15:9).
Considerando que o Estado de Israel completará 70 anos em 2018, essa data é vista como o cumprimento de um tempo profético, pois marcaria o fim de uma geração. Ou seja, se tudo estiver pronto em três anos, Israel poderá retomar os sacrifícios rituais na mesma época em que se espera o fechamento de um ciclo profético.
Chama atenção o fato de o anúncio ser feito nas vésperas do período anual de três semanas, quando os judeus de todo o mundo lamentam a destruição do Templo de Salomão e do Segundo Templo (ou Templo de Herodes).

As preparações para o Terceiro Templo

O Instituto do Templo já anunciou que produziu mais de 70 objetos sagrados, com destaque para as vestes do sumo-sacerdote, incluindo o peitoral incrustado de pedras preciosas.
Somente o peitoral custou quase 500 mil reais. Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. O candelabro (menorá) feito com 90 kg de ouro está exibido ao público perto do muro das lamentações. Seu custo aproximado foi 3,2 milhões de reais.
Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. O Instituto afirma que já gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento.
O líder e fundador do Instituto, rabino Chaim Richman, em outras ocasiões confirmou que sabe exatamente onde está a Arca, desaparecida desde a tomada de Jerusalém pelos babilônicos. Questionado novamente sobre o assunto, reiterou hoje que eles mantiveram uma tradição há séculos e afirma que ela estaria num túnel cavado no tempo de Salomão. Quando chegar a hora, irá mostra-la ao mundo.
No mês passado, ele anunciou que teria condições de financiar a construção do Terceiro Templo assim que o governo os autorizar. Uma campanha on-line já tem arrecadado dinheiro para isso desde o ano passado.
O único empecilho para isso é que o local hoje é ocupado por duas mesquitas muçulmanas, num local que embora esteja no centro de Jerusalém não está sequer sob o controle do governo israelense.
Para os judeus que estudam as profecias sobre o final dos tempos, a restauração dos sacrifícios rituais em Jerusalém é o início do processo de aparecimento do Messias esperado por eles.  Para a maioria dos cristãos que estudam escatologia, o surgimento do Anticristo depende da restauração do templo e dos sacrifícios, segundo a interpretação de Daniel 9:27.
Existe uma divisão de opiniões sobre o Terceiro Templo. Uma corrente teológica defende que ele só será construído durante a Grande Tribulação. Outros acreditam que ele só estará de pé novamente durante o reino milenar de Cristo na Terra

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclea

Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclearObama diz que bombas choverão em Israel
O presidente americano Barack Obama sabe que pode ter problemas caso o Congresso norte-americano vete o acordo nuclear com o Irã.  Inimigo político do primeiro-ministro Benjamin Netayanu, o presidente americano fez uma ameaça velada ao Estado judeu em um discurso nesta semana.
Em um encontro com os 22 líderes judeus que ele convidou à Casa Branca, advertiu que caso o Congresso derrube o acordo nuclear iraniano, “foguetes do Hezbollah vão chover sobre Tel Aviv”.
Desde a guerra do Líbano de 2006, uma grande quantidade dos mísseis e foguetes lançados contra o território israelense foram fornecidos pelo Irã. O grupo terrorista Hezbollah é reconhecidamente ligado a Teerã.
Para Obama, o acordo nuclear irá manter a paz no Oriente Médio, pois os iranianos serão vigiados constantemente. Curiosamente, no mesmo dia, unidades do Hezbollah sob o comando de oficiais iranianos estavam disparando pesados mísseis Zelzal 3 contra os rebeldes sírios na cidade de Zabadani, que fica a apenas 200 km de Tel Aviv.
Em seu discurso no encontro que durou duas horas, Barack Obama declarou que se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv.
O presidente sabe que o lobby judeu é muito forte nos Estados Unidos e o fato dele não ter revelado todos os detalhes do acordo até agora, só aumentou as suspeitas.
O encontro do presidente ocorreu horas depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter participado de uma conferência on-line, onde dialogou com influentes judeus americanos, membros da Federação Judaica da América do Norte e os presidentes das principais organizações judaicas dos EUA.
“Eu não me oponho a este acordo porque quero guerra. Eu me oponho a este acordo porque quero evitar a guerra. Todo este acordo trará guerra”, enfatizou Neanyahu.  Segundo os organizadores,mais de 10 mil pessoas assistiram a conferência.
Ao contrário do que afirma Netanyahu, Obama disse que chamou o primeiro-ministro para conversar. Também enfatizou que os EUA vão continuar a apoiar e ajudar a fortalecer a segurança de Israel.
A votação do congresso americano ocorrerá em setembro, e a imprensa americana tem divulgado que a Casa Branca poderá ter dificuldades em conseguir a maioria.
Hoje (5) pela manhã, Obama fez um discurso nos mesmos termos, exortando o Congresso a aprovar o acordo nuclear com o Irã. Afirmou ainda que Netanyahu é sincero, mas está “errado”. Deixou claro que Israel está sozinho em sua oposição ao acordo.
O presidente alertou que “Se matar este acordo, o Congresso não irá apenas pavimentar o caminho do Irã para a bomba nuclear, mas acelerá-lo”.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Israel se prepara para guerra

Israel se prepara para guerraIsrael se prepara para guerra
A Força de Defesa de Israel, responsável pelas forças armadas do país, convocou de emergência centenas de milhares de reservistas. Será um dos maiores exercícios militares da história do Estado judeu.
O principal objetivo é conferir a capacidade terrestre, aérea e naval do país, bem como testar as unidades de resgate e cyberdefesa em sua capacidade para encarar situações emergenciais.
O exercício durará três dias e simulará diferentes tipos de ataques, vindos do Líbano, da Síria e da Faixa de Gaza. Incluindo situações como edifícios desabando, ataques com um grande número de mortes de civis e evacuação de espaços públicos.
Os milhares de reservistas foram avisados pelo telefone, para confirmar que estão disponíveis. Uma fração deles será chamada para comparecer nas bases militares nas próximas semanas.
A Força Aérea irá operar com suas bases aéreas em modo de emergência, a Marinha testará sua infraestrutura. “Pela primeira vez, as defesas cibernéticas serão parte de um exercício de Estado-Maior”, disse uma fonte ouvia pelo jornal The Jerusalem Post.
O tenente-coronel, Hai Rekah explica que “O objetivo é testar a capacidade dos batalhões de atuar nessas situações da maneira tão rápida e eficaz quanto possível”, disse ele.
A população será avisada que haverá um aumento no tráfego militar ao redor de escolas em várias cidades, com especial atenção para Tel Aviv. Esse é um dos maiores exercícios do tipo nos últimos tempos. Já é o segundo exercício em larga escala deste ano, em março foram mobilizados cerca de 13.000 reservistas, dos quais 3.000 participaram fisicamente das manobras.
Nem durante a guerra com Gaza no ano passado foram mobilizados tantos soldados.  Para analistas, isso pode indicar que Israel está se preparando para uma guerra iminente.
Recentemente, Israel recebeu ameaças em mais de uma frente, incluindo o Hezbollah, o Hamas e o Estado Islâmico. Um conflito com o Irã não está descartado.

Bilhões em ouro descoberto em Israel servirão para construir o Terceiro Templo

Bilhões em ouro descoberto em Israel servirão para construir o Terceiro TemploOuro descoberto servirá para construir Terceiro Templo
A descoberta de ouro com valor estimado na casa dos bilhões de dólares sob o Monte Eilat no sul de Israel chamou atenção esta semana. A entrevista do rabino Yehuda Glick, diretor executivo do Instituto Monte do Templo em Jerusalém,divulgada pelo site Breaking Israel News, indica que esse dinheiro poderia facilmente ser usado para a construção do Terceiro Templo.
Yehuda afirma que havia mantido isso em segredo durante os últimos anos, mas agora deseja que o governo seja pressionado para permitir que o ouro seja retirado.
Embora bastante criticado por correntes do judaísmo, o rabino Glick é internacionalmente conhecido por sua dedicação em assegurar que o Monte do Templo seja acessível a todas as pessoas que desejem adorar no local sagrado na capital de Israel.
Seus esforços já despertaram a ira de muçulmanos a ponto de ele ter sido vítima de uma tentativa de assassinato em outubro de 2014, quando foi atacado por um terrorista palestino. Ele recebeu quatro tiros no peito, mas sobreviveu e acredita que isso só reforça sua disposição de ver o Monte do Templo servir novamente como “casa de oração para todos os povos”.
Yehuda Glick
Rabino Yehuda Glick, diretor executivo do Instituto Monte do Templo em Jerusalém.
A descoberta do ouro ocorreu após Yehoshua Friedman, um dos pesquisadores do Instituto do Templo, fazer pesquisas sobre cada uma das 12 pedras que ficavam no peitoral do Sumo Sacerdote, conforme descrito no Antigo Testamento. Cada pedra representa uma das 12 tribos de Israel.
Friedman e Glick afirmam que conhecendo os versículos bíblicos a respeito do ouro na Terra de Israel, percebeu que o assunto devia ser melhor investigado. A descoberta do ouro no Monte Eilat ocorreu pela primeira vez em 2007, na escavação de uma equipe da Austrália.
Como a exploração não foi levada adiante na época, agora o Instituto do Monte do Templo só aguarda uma autorização do Ministério de Energia e Infraestrutura para recomeçar. Eles já fizeram contato com várias outras empresas de mineração para analisar a estrutura geológica das montanhas de Eilat.
Quando perguntado o que pretende fazer com os bilhões de dólares que podem ser retirados do local, Glick asseverou: “Esperamos usar o ouro na construção do Terceiro Templo. Queremos usar esse ouro para fazer todos os utensílios necessários para o serviço [sacerdotal] e vender o restante. O dinheiro servirá para comprar os materiais e pagar a mão de obra necessária para reconstruir o Templo. Estamos ansiosos para este grande dia!”.
Todas as vezes que religiosos judeus começam a falar sobre o Terceiro Templo, isso implica em retirar do Monte duas mesquitas sagradas para os muçulmanos que estão atualmente no local. Os rumores já geraram uma ameaça de guerra. Alheio a isso, o Instituto do Templo já anunciou que tem quase tudo pronto para recomeçar os sacrifícios segundo o ritual bíblico, tendo inclusive treinado sacerdotes e levitas.

Assim mesmo ainda têm muita gente dormindo...ainda pensa que não é o fim,,,

Israel poderá ser dividido pela ONU ainda este ano

Israel poderá ser dividido pela ONU ainda este anoIsrael poderá ser dividido pela ONU ainda este ano
Em setembro deste ano, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução da ONU para estabelecer definitivamente um Estado palestino.
A França está trabalhando em uma proposta para apresentar o pedido de reconhecimento ao Conselho de Segurança da ONU. Essa resolução estabelecerá que Jerusalém será dividida, servindo como capital tanto de Israel (porção ocidental) quando do Estado palestino (porção oriental).
Além disso, a proposta é definir as fronteiras anteriores à guerra de 1967 como uma base para futuras negociações, visando estabelecer as fronteiras definitivas entre as duas nações. A informação foi divulgada pelo site russo Pravda, que ainda é a principal publicação do governo russo.
A proposta da França deve ser apresentada para votação após a 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU, que começa em 15 de setembro. Existe um movimento das Nações Unidas nesse sentido que é bloqueado há anos pelos Estados Unidos.
Estima-se que cerca de 136 dos 193 países membros da ONU reconheceriam o Estado Palestino, mas a pressão americana sempre foi muito forte.
O que seria definitivo neste momento é a mudança de postura dos americanos durante o governo Obama, que sinaliza apoio à proposta francesa.  A decisão do Vaticano anunciada este anotambém tem efeito sobre muitas nações.
Sessenta e sete anos atrás, Israel voltou a ser uma nação após uma decisão das Nações Unidas. Desde então o conflito israelense-palestino continua numa crescente tensão.
De acordo com o Times Israel, o Ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, afirmou temer que a presença do grupo extremista Estado Islâmico na região pode fazer o conflito Israel-Palestina “explodir a qualquer momento”, o que seria “muito problemático para toda a região e para o mundo”.
O projeto francês usa como base na Resolução 181 da ONU, de 1947, que previa o estabelecimento de dois estados separados, com Jerusalém sob mandato internacional.


AGORA VOCÊ ACHA QUE DEUS VAI PERMITIR QUE ISSO OCORRA NOVAMENTE?

Novo livro de líder do Irã ensina “como destruir Israel”

Novo livro de líder do Irã ensina “como destruir Israel”Novo livro de líder do Irã ensina "como destruir Israel"
Após o Secretário de Estado John Kerry e o presidente Obama terem alardeado ao mundo sua confiança nos termos do acordo nuclear com o Irã, os fatos comprovam que nada mudou no antigo território persa.
O regime iraniano é uma teocracia muçulmana, então o que o aiatolá fala é considerado “a voz de Deus”. E o que o líder religioso supremo pede novamente aos fiéis muçulmanos?A destruição de Israel.
O livro mais recente do Aiatolá Ali Khamenei chama-se “Palestina”. São 416 páginas de ataques contra o Estado judeu. Ele pede uma jihad (guerra santa) “para libertar Jerusalém”.
Basicamente, repete nas páginas impressas o que sempre deixou claro em seus discursos: Israel não tem o direito de existir como Estado. Entre os vários argumentos, Khamenei defende uma “aniquilação” dos judeus.
A grande justificativa para isso são o que chama de “princípios islâmicos bem estabelecidos”. O principal é que a terra que cai sob domínio muçulmano, mesmo que brevemente, nunca mais pode ser devolvida aos não-muçulmanos.
Isso tem importância ainda maior no caso da Israel e sua capital Jerusalém, considerada a “terceira cidade mais santa do Islã”. Khamenei explica no livro que um de seus “desejos mais acalentados” é um dia orar em uma Jerusalém livre de judeus.
Não por coincidência esse tem sido o argumento do Estado Islâmico ao decretar a retomada do califado. Levado ao pé da letra, se todos os territórios fossem “devolvidos”, isso incluiria regiões no sul da Europa, grandes territórios da Rússia, quase um terço da China, toda a Índia e porções das Filipinas e da Tailândia.
O que há de diferente no argumento deste livro é que ele não recomenda as “guerras clássicas”, pressupondo uma invasão do território de Israel. Defende que um longo período de guerra de baixa intensidade que acabaria forçando a maioria dos judeus a deixar o país. Como exemplo, cita os ataques do Hezbollah e do Hamas.
O aiatolá diz haver uma “fadiga de Israel”, que estaria cansando ao mesmo tempo seus aliados, especialmente os EUA, que apoiaram o Estado judeu por décadas, mas durante a administração de Obama se distanciou a um grau inimaginável. Para Khamenei, nesse processo todo, os Estados Unidos também seriam vencidos e teriam de ver a volta da “supremacia do Irã”.
O título “Palestina” remete ao desejo ardente do líder iraniano de ver (segundo sua conta) oito milhões de palestinos em todo o mundo voltarem para casa. Ele não deixa claro, porém, se o Reino da Jordânia, que ocupa cerca de 80% da Palestina histórica, seria parte deste Estado único.
Curiosamente, o que o aiatolá deixa implícito no livro é exatamente o que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vem dizendo há meses. O fim do embargo dará bilhões para o Irã aumentar seu subsídio ao terrorismo.
Em outras palavras, o líder iraniano estaria chamando de “guerra de baixa intensidade” exatamente o que o resto do mundo chama de ataques terroristas. A diferença é que dessa vez abertamente patrocinados pelo Irã.
O mais assustador é que John Kerry disse publicamente que numa guerra entre Israel e o Irã, os EUA deixariam os israelenses isolados e seriam os únicos a serem responsabilizados

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