quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Marca da Besta


Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?

O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?

A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás?Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.
A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.
Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:
A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.
Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".

Uma Identificação Traiçoeira

Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.
Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.
A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

Calculando o Número

Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.
Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.
O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.
Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.
Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.
Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.
Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.
O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.
A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
  • a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
  • o número 666, não uma representação
  • uma marca, como uma tatuagem
  • visível a olho nu
  • sobre a pele, e não dentro da pele
  • facilmente reconhecível, e não duvidosa
  • recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
  • usada após o Arrebatamento, e não antes
  • usada na segunda metade da Tribulação
  • necessária para comprar e vender
  • recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
  • uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
  • promovida pelo falso profeta
  • uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

Conclusão

O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CONTROLE TOTAL 666: Novo Microchip pode imitar como o cérebro humano pensa


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Pesquisadores da Universidade de Zurique, criaram fichas neuromórficos que podem imitar a forma como o cérebro humano processa informações em tempo real.
Com o auxílio de um sistema de processamento sensorial artificial, estes chips são capazes de exibir habilidades cognitivas.
Giacomo Indiveri, professor do Instituto de Neuroinformatics (INI), da Universidade de Zurique e ETH Zurique, explicou que o objetivo da equipe era "imitar as propriedades dos neurônios biológicos e sinapses diretamente em microchips."
Com a criação de neurônios neuromórficos artificiais que podem executar tarefas específicas, os pesquisadores são capazes de maior avanço em direção a um complexo sensório-motor, que pode completar as tarefas em tempo real.
Surpreendentemente, o comportamento pode ser replicado por entrada formulados em uma máquina de estados finitos que pode ser transferido para o hardware neuromórfica.
Indiveri declarou: "Os padrões de conectividade de rede se assemelham as estruturas que também são encontrados nos cérebros de mamíferos."
Pesquisadores da Universidade de Berkley já sugeriu a implantação de leitura da mente "pó neural" em cérebros humanos para facilitar a conectividade do homem à máquina.
Se este pó foram polvilhado sobre um cérebro humano, que poderia formar um "sistema de interface implante neural que permanece viável para toda a vida."
Esta poeira consistiria de partículas não superior a 100 micrômetros de diâmetro, que seria milhões de sensores capazes de medir a actividade eléctrica do cérebro dentro de neutrões.
De acordo com o jornal, esses sensores podem ser ligados às "dicas de matrizes de arame fino" que poderiam ser inseridos diretamente no tecido cerebral.
Isso permitirá um cérebro humano - interface de máquina e criar um "telepatia" mecânica.
Outra forma como os cientistas esforçam-se por ligar o homem a máquina é através do uso dos recém-desenvolvidos material condutor elástico que pode ser ligado a implantes de eléctrodos para o cérebro ou pacemakers.
Este invento nanopartículas de ouro trabalhado é um polímero elástico que pode ser esticado até quatro vezes o seu comprimento original.
Nicholas Kotov, o engenheiro químico da Universidade de Michigan (UoM) explica que "parece que o ouro elástica. Mas nós podemos esticá-lo apenas como um elástico. E quando você liberar o stress, eles praticamente voltar à sua posição original. "
Kotov afirma que a presente invenção "pode ​​aliviar uma série de doenças, por exemplo, a depressão, a doença de Alzheimer e doença de Parkinson.Eles podem servir como uma parte de próteses e outros dispositivos protéticos controlados pelo cérebro. "
A Royal Society, em conjunto com a Academia de Ciências Médicas, da Academia Britânica e da Royal Academy of Engineering reuniram este mês para discutir as potencialidades, oportunidades e desafios da fusão do homem com a máquina (ou seja, o transhumanismo), sob o pretexto de tecnologias de aumento.
Ao Aprimoramento Humano eo Futuro do Trabalho conferência, e expandiu ainda mais em cima no seu publicado relatório, explica como a ciência ea ética estão entrando em conflito como a tecnologia promete substituir o corpo humano defeituoso com um eterno, a substituição mecânica.
Estes transhumanists definir valorização humana como tudo o que "engloba uma série de abordagens que podem ser usados ​​para melhorar aspectos da função humana (por exemplo, memória, audição, mobilidade).Isto pode ser tanto com a finalidade de restaurar uma função diminuída para níveis anteriores ou médio, ou para aumentar a função para um nível considerado "além do normal" para os humanos. "Muitos grupos transumanistas podem ser encontrados em todo o mundo, tais como aReino Unido Associação Transhumanista que acredita que a pesquisa científica deve ser aplicada para responder a perguntas da condição humana e trazer benefício substancial para a sociedade. Oxford Transhumanists promover a "extensão radical de vida, inteligência artificial, melhoria cognitiva, os riscos existenciais e da mente - o upload."
The Future of Humanity Institute da Universidade de Oxford esforços para responder às "grandes - Imagem perguntas sobre a humanidade e suas perspectivas."
Estes transhumanists favorecer o Singularity Summit, uma extensão anual da Singularity Institute onde robótica, inteligência artificial, o cérebro - interface de computador e [vários] tecnologias emergentes "em genética e medicina regenerativa são analisados ​​sob a perspectiva da transhumanismo.
Os trans-humanistas no Programa de 2045 afirmar que a humanidade "está na necessidade de uma nova estratégia evolutiva", que consiste de um equilíbrio entre a complexidade dos avanços tecnológicos e da aceleração dos processos informacionais para expandir o "limitado, humano primitivo" em um "altamente auto- organizado "e tecnologicamente" inteligência superior ".
A tecnologia pode organizar a sociedade e integrar a unificação de um super consciência coletiva - um superbeing.
Ao acabar com a individualidade, a conclusão é a eliminação de:
• Falta de disposições de consumo 

• envelhecimento, enfermidade e morte 
• Crime e conflitos 
• desastres e catástrofes naturais


O conceito de humanidade neo-neo-humana e é a substituição por uma sociedade capitalista e baseadas em consumo pós-industrial, onde uma nova forma de civilização vai surgir.

66 tipos de medos dentre os 666 que invadem nossa vida

66 tipos de medos dentre os 666 que invadem nossa vida

Primeiro, porque desde cedo disseram pra gente que 66 é o número da besta ou 666, não importa. Não vai dar mesmo pra listar aqui 666 assustadas razões.  Mais: se a gente ficar repetindo este maldito número sem parar, ele vai ficar endiabrado. Vai virar de cabeça pra baixo. Se transformar em 99. 
E prometeu se vingar 99 vezes dos meros mortais que, muito burros, resolveram desafiar a besta. Besta é tu! (como na música, lembra). (Você tem medo de quê? Você tem medo de quê? Desafiava o nosso Cazuza afinado com a coragem, show acima, baladas abaixo.)
1 — Medo de baratas — é o terror ainda em estado fetal. Baratas daquelas gigantes cascudas e voadoras. Não dá pra matar, não dá pra encarar a gosma furiosa que pula das tenebrosas bichanas esmagadas, esperneando em plena agonia.
2 — Medo de não ter medo de matar baratas. Que tipo de animal insensível, psicopata é aquele que nem se toca diante da vida… Por mais rasteira e entomológica que ela seja.
3 — Medo do escuro. De apagarem a gente quando menos se espera e nem ter tempo de avisar para o insano do terror de ser apagado. Cruzes.
4 — Pavor da claridade. Imagine que, delirando naquela vibe toda, molhada de desejo, o embevecimento teima secar rapidinho, quando “Ele” enxergar a celulite intrometida, lá nos desconsertos da perna direita.
5 — Medo deles, os machos, de não serem peludos o suficiente pra deixar “Elas” com uma excitação animal — aaaarghh.
6 — Medo de outros, também, que têm uma verdadeira mata atlântica encravada na geografia do corpo. O pobrezinho do bilau se perde, balançando, arrasado, entre as florestas zombeteiras.
7 — Medo de parecer jovem demais pra idade que tem.
8 — De parecer velho decrépito, 10 anos mais idoso do que se é.
9 — Medo de ser muito jovem. De fazer tudo na contramão do social.
10 — Mais: de já ser uma criatura mais madura que uva passa e insistir em manter a luz nesses olhos de criança, toda decidida a curtir a eterna infância.
11— Medo terrível de alturas. Isso tem um nome feio que parece nascido no circo: acrofobia. Aquela tontura de estar bêbado sem estar. De o corpo ficar todo gelado, tremendo mais que bambu travestido de britadeira frenética, estuprando asfalto indefeso.
12 — Medo de ter filho. De ser pai ou mãe.
13 — De chamarem alguém de filho da puta e a pessoa-bumerangue partir a cara de quem o xingou, com o golpe de karatê mais famoso do momento.
14 — Medo de andar depressa, se parecer com o Carlitos, com os pés sempre na posição de relógio, marcando 10 para às 2 horas.
15 — Medo de andar devagar demais e competir com uma tartaruga com lexotan.
16 — Medo de adorar comidas estranhas. Degustar gafanhotos grelhados no espeto, por causa do monte de proteínas que os cientistas já descobriram que os insetos têm.
17 — Medo de morrer com a boca cheia de formigas.
18 — Ou de formigar inteirinho de paixão, quando a emoção pular feito pulga gigante no coração, que ainda por cima pode ser ateu.
19 — Medo de água fria e de ficar sem tomar banho também.
20 — Medo de dar um banho de sabedoria em sala de aula e deixar todo mundo extasiado com o conteúdo compartilhado.
21— Medo de ir a cemitério e depois voltar com a pele cor de cinza. Cinza-funéreo ou cinza-túmulo? Qual tonalidade prefere?
22 — Horror de ir ao dentista, de terno e gravata e se urinar todo na cadeira de torturas. Isso, só de ver aquela seringa maldita apontando pra gengiva, como um cometa dos infernos.
23 — Medo de montanha russa, alemã, argentina — o que importa afinal é a altura do brinquedo, não o país, está claro.
24 — Medo de tomar porre de vinho vagabundo, daqueles de garrafão de boteco e depois ficar arrotando uva podre em locais nada recomendados.
25 — Medo de a dentadura cair no meio da festa de bodas de ouro. Bem na hora de cair de boca no bolo hipnótico — despudorado de tantos morangos.
26 — Medo de tirar zero na prova. De tirar 10. E de, depois do resultado, ter receio de que a própria inveja, de tanto medo, possa sair correndo atrás.
27 — Putz, passar em cima de bueiro distraída e ficar com as calcinhas à mostra. Ui, nem pensar. Ai que delícia, dirão silentes os olhos dos circunstantes.
28 — Sentir enjoo à toa dá medo. Não sentir enjoo algum e estar grávida, preocupa.
29 — E o namorado que tem os caninos pontiagudos? A paranoia já sussurrou nos ouvidos da desconfiança que ele pode se transformar em vampiro. Credo. Todo salivando. Entrando com o dentão direto na jugular. Cadê o alho?!
30 — Medo de gostar de alguém bonito demais. Ou do vizinho que é feio de doer.
31 — Medo de perder a memória com a idade e dela, a memória, não querer mais voltar a dividir espaço com suados neurônios.
32 — Medo de esquecer o nome do terceiro amante. De chamar o marido pelo nome do segundo amante.
33 — Medo de ser fiel demais. Carola até na madrugada do dia das bruxas.
34 — De usar aquele espartilho vermelho-fatal se tornar piriguete de vez.
35 — Tremer nas bases se a filha mais nova virar Maria gasolina, Maria chuteira, Maria purpurina e Maria… arrependida.
36 — Medo de ficar rico demais e se perder no meio da ganância.
37 — Medo de virar pobre mesmo e ficar também pobre de espírito.
38 — De pegar resfriado. De ficar com o gato mais gato da festa e ele sair espirrando sem parar e amaldiçoando o vírus por isso. Quanto desperdício…
39 — Medo de não pagar a promessa feita há 10 anos e cortar as madeixas lindas, que já lambem sedosas o joelho, redondinho e cor de rosa.
40 — Amar os animais demais. De joaninhas, lagartixas a urubus. Poxa, todos são criaturas sagradas, concorda?
41 — Medo de quebrar o molar ao tentar enfrentar uma noz com casca e tudo em plena comemoração natalina. Quem mandou ser descerebrado?
42 — Medo de dizer eu te amo.
43 — De gritar eu te odeio.
44 — De perder a voz e ficar emudecido diante de tão altissonante amor.
45 — De casar e de descasar, a gente também foge muitas vezes.
46 — De engordar demais e explodir com o mundo à volta, que nem a dona redonda da novela da noite. De emagrecer tanto e ficar invisível.
47 — Medo de desafinar bem no meio da ópera. Afinal trata-se de um tenor aclamado internacionalmente.
48 — De ser alto demais e ficar batendo a cabeça em marquises.
49 — De ser tão baixinho que ninguém enxerga nas ruas, só as crianças de até cinco anos que dão bom dia e oferecem balinhas e jujubas.
50 — Pavor de ser honesto demais e ser chamado de bobo.
51 — Apaixonado em excesso e apelidado de idiota.
52 — Estudioso demais e ganhar carimbo de babaca.
53 — Medo de dar gargalhada fora de hora. Em velório por exemplo. Pirou?
54 — De entrar com a cara e a coragem naquele marzão ondulado e nadar até mesmo se perder de vista. Aonde foi parar o horizonte, mesmo?
55 — Também medo de perder a compostura e mandar o síndico do prédio, que ainda por cima é vereador à &*&%#@@.
56 — Medo de chorar sem motivo. Como manteiga derretida e requentada.
57 — Medo de sair da cama com o pé esquerdo e depois, coitado, se transformar em canhoto de vez.
58 — Ficar tão obcecado pela bunda da colega de faculdade que acabará estrábico.
59 — Medo de avião. E se alguém lá em cima resolver virar pássaro?
60 — Medo de criar joanete que nem o pai. Mas o médico já disse que não terá.
61 — De dizer sim sempre, antes da frase completa. De ser sempre do contra.
62 — Medo de ser seguido por muita gente no Twitter ou Facebook que fica de olho em tudo o que você faz, a cada minuto do seu dia.
63 — Medo de ter todos os seus avatares na web desvendados.
64 — Todas as suas senhas descobertas e invadidas pelos crackers (hackers do mal).
65 — Medo de ser tão rebelde a ponto de não querer mais terminar esta crônica.
66 — Agora, que chegamos ao 66º motivo, responsável pelo surgimento de todos os 65 medos anteriores, como fica o pavor de ter nascido exatamente na data fatídica: em 06/06/1966? E de não ter conseguido nascer depois, em 09/09/1999. (Aliás, vamos combinar, nem dando cambalhota, isso é possível, né.)