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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Billy Graham alerta: Diabo é real, basta olhar como o mundo está

Billy Graham alerta: Diabo é real, basta olhar como o mundo estáBilly Graham alerta: Diabo é real, basta olhar como o mundo está
Perto de completar um século de vida, o renomado evangelista Billy Graham tem problemas de saúde que o impedem de continuar com suas famosas cruzadas. Já que ele não pode mais falar às multidões, tem optado por escrever semanalmente reflexões e responder perguntas em textos que são postados em sua página pessoal e reproduzidos por jornais americanos.
O mais recente dele trata sobre a realidade de Satanás. Contrariando a ideia cada vez mais comum de que o diabo não é um ser, mas seria apenas um símbolo do mal, Graham adverte: “Satanás não apenas é real; é muito maior do que nós, tão poderoso que todos nós deveríamos ter motivos para temê-lo.”
O evangelista chama atenção, em especial, das pessoas que dizem não acreditam que o diabo está agindo. “Eu também sei que Satanás é real quando olho para o mundo ao meu redor, e mesmo dentro do meu próprio coração”, sublinhou. “De que outra forma poderia explicar o terrorismo, o racismo, a injustiça, ou centenas de outros exemplos do maldade e de destruição?”, questiona.
Usando diferentes versículos bíblicos, ele lembra que O Diabo “foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele (João 8:44)”. Também pediu que as pessoas não sejam tomadas pelo pensamento de que o cristão precisa ter medo dele. “Jesus, o filho divino de Deus, foi enviado ao mundo para nos libertar do pecado, da morte e do inferno – em outras palavras, para nos livrar do poder de Satanás”, ressalta Graham.
O conflito de Jesus com o Diabo não foi uma alegoria, assevera, foi real. Finaliza lembrando que Jesus saiu vitorioso na cruz e faz um apelo aos cristãos: “Não seja enganado e iludido pelas falsas promessas de Satanás. Enfrente sua necessidade de perdão e peça ajuda a Deus. Jesus Cristo é o único que pode ajudar as pessoas a derrotarem Satanás”, enfatiza o nonagenário.

Microchips serão implantados em crianças

Microchips serão implantados em criançasMicrochips serão implantados em criança
Em 2007, a rede de TV norte-americana NBC, uma das maiores do mundo, exibiu um especial tentando mostrar como dentro de uma década as pessoas estariam sendo identificadas por um microchip implantado em seu corpo.
Esta semana, a mesma emissora exibiu uma reportagem mostrando como isso de fato está prestes a se tornar realidade nos Estados Unidos. O mesmo tipo de chip com tecnologia RFID, que serve para identificar animais de estimação e localizá-los por GPS, agora pode ser colocado em crianças. A tecnologia usada nos animais já é relativamente comum, inclusive no Brasil.
Segundo o telejornal NBC News, que foi ar esta semana, o uso de microchips em crianças ocorrerá “em breve”, assim que o público aceite o processo como “algo tão normal quanto o código de barras”.
A reportagem ouviu mães como Steffany Rodroguez-Neely, que acreditam que a tecnologia traria um sentimento de segurança.
“O pesadelo de todos os pais é quando não conseguem encontrar o seu filho. O chip será uma proteção a mais, caso algo de ruim aconteça”, afirmou ela. “Se um chip do tamanho de um grão de arroz puder evitar uma tragédia, acho que a maioria dos pais aceitaria fazer isso”, finaliza.
Obviamente, a ideia tem opositores. Kerri Levey, que lidera um grupo de mães na região de Tampa, Flórida, afirma que é preciso ter cautela. “Você está colocando um chip em seu filho. Onde isso vai parar?”, questiona. “Onde? Ele está indo longe demais. É de uma criança que estamos falando”.
Ouvido pela NBC, o especialista em eletrônica Stuart Lipoff afirma que o microchip em crianças é algo “seguro e se tornará inevitável”.
“As pessoas devem estar cientes de que os testes finais estão sendo feito agora. Os militares não só testaram, mas já se beneficiam de suas propriedades. Não é uma questão de se, mas sim de quando vai acontecer”, assevera.
Para Lipoff, as pessoas não devem se preocupar com a possibilidade do governo rastrear seus filhos, pois é mais uma tecnologia.
“Quando o código de barras surgiu, na década de 1960, as pessoas ficaram horrorizadas. Eles criticavam e não entendiam o conceito. Hoje, é algo tão comum, que nem sequer lembramos deles. Com o microchip será da mesma maneira “, sublinhou.
26% dos profissionais desejam usar a tecnologia
De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, 24% dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.
Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho

“Jardim do Éden” torna-se Patrimônio Mundial


“Jardim do Éden” torna-se Patrimônio Mundial"Jardim do Éden" torna-se Patrimônio Mundial
Ao longo de séculos, a zona úmida no sudeste do Iraque foi chamada de Jardim do Éden por se aproximar muito do relato bíblico de onde viveram Adão e Eva. A região foi quase completamente drenada durante o governo de Saddam Hussein e estava em vias de desaparecer. Contudo, agora tornou-se um patrimônio mundial da UNESCO.
Alimentadas pelos rios Tigre e Eufrates eles também são chamados de Pântanos da Mesopotâmia e abrigam grande variedade de fauna, em especial aves selvagens que migram da Sibéria todos os anos.
Por entender que seus habitantes traíram o governo durante a guerra contra o Irã (1980-1988), o ex-ditador Saddam Hussein mandou drenar os pântanos na década de 1990. Após ser derrubado do governo, em 2003, os moradores da área destruíram muitas das barragens e as agências ambientais estrangeiras ajudaram a levar a vida de volta para os pântanos.
Na década de 1970, eles cobriam uma área de cerca de 9.000 quilômetros quadrados. Mas com a drenagem, até 2002 ficou reduzido a apenas 760 quilômetros quadrados. Aos poucos vem se recuperando. Existem vestígios de antigas civilizações que habitaram o local, mas nenhum tipo de comprovação que o ligue ao relato bíblico, o qual menciona os rios que alimentam a bacia.
Próximos da fronteira com o Irã, a região pantaneira tem abrigado por milênios uma população majoritariamente árabe.
"Jardim do Éden"
“Jardim do Éden”
O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi, elogiou a decisão da UNESCO, que segundo ele “coincide com as consecutivas vitórias militares na guerra contra o Estado Islâmico”.
A expectativa é que a paz seja restabelecida na região e volte a atrair turistas. Os militantes do EI dominam uma ampla área no norte do Iraque, que inclui alguns importantes sítios arqueológicos

Cemitério filisteu é descoberto e pode revelar a verdade sobre os “palestinos”


Cemitério filisteu é descoberto e pode revelar a verdade sobre os “palestinos”Cemitério filisteu é descoberto e pode revelar a verdade sobre os "palestinos
O gigante Golias é possivelmente o maior símbolo do povo filisteu, descrito na Bíblia como um grande inimigo de Israel. Uma descoberta extraordinária pode explicar agora mais detalhes sobre as origens desse povo e o quanto eles têm em comum com os árabes que afirmam serem seus descendentes e, com isso, exigirem a posse da terra.
Arqueólogos escavam a cidade costeira de Ashkelon (ou Ascalão) há 30 anos. Um desses grupos, a Expedição Leon Levy, anunciou neste domingo (10) a descoberta do primeiro cemitério dos antigos filisteus. Daniel Master, um dos chefes da escavação acredita que o cemitério é “a grande descoberta final” que poderá ajudar a esclarecer as origens e costumes dos filisteus.
A descoberta é importante por que, pela primeira vez, é achado um cemitério de tamanho considerável, com mais de 210 corpos, em um local conclusivamente ligados aos filisteus. Ele está localizado fora das muralhas da cidade antiga, tendo cerca de 3 mil anos.
Com suas 22 “camadas de assentamento”, Ashkelon foi um “grande porto marítimo” no Mediterrâneo, com população entre 10 e 12 mil, significativamente maior do que as cidades do interior durante as Idades do Bronze e do Ferro. De fato, esta foi uma das cinco principais cidades filisteias, juntamente com Gaza, Asdode, Ecrom e Gate – onde nasceu Golias. Seu fim coincidiu com o fim do povo filisteu, massacrado pelo exército do rei babilônico Nabucodonosor em 604 a.C.
Para Master, a análise de DNA dos restos mortais poderá determinar a proximidade de parentesco com outros povos da região e apontar para as verdadeiras origens dos filisteus. Esta é uma questão com desdobramentos importantes, uma vez que pode mostrar como os palestinos modernos são incapazes de comprovar sua ascendência.

Povo que veio do mar

Os estudiosos acreditam que os filisteus estavam entre uma série de tribos não-semitas que atravessaram o Mediterrâneo – vindo possivelmente da Grécia, sua ilha Creta, Chipre e Anatólia, na Turquia. Eles se estabeleceram na costa cananeia no início da Idade do Ferro.
Os especialistas, além de exames de DNA, estão fazendo datação por radiocarbono e outros testes para identificar com previsão sua ascendência. O nome Palestina não parece na Bíblia, sendo uma transliteração romana de Filístia – Terra dos filisteus.
O termo se popularizou no primeiro século d.C., quando o imperador romano Adriano tentou eliminar a identidade de Israel. Ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina” e decidiu que “Palestina” definiria a região, numa clara provocação aos judeus rebeldes.
Os relatos egípcios antigos descrevem diversos “Povos do Mar” que chegaram de navio no final do século 13 e início do século 12 a.C. Durante o reinado de Ramsés III, eles tentaram invadir o Egito, mas foram derrotados e foram mais para o norte.
Entre os grupos mencionados nos relevos do templo mortuário de Ramsés III em Medinet Habu estão os “Peleset”, a quem os estudiosos associam com os filisteus.
Estudo preliminares dos ossos encontrados no cemitério já apontaram diferenças fisiológicas na população filisteia de seus antecessores cananeus e vizinhos israelitas.