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CRIEI ESSE BLOG....NÃO SÓ PARA MIM....MAS PENSANDO EM ESCLARECER A TODOS DO QUANTO ESTAMOS PERTO DO FIM DOS TEMPOS....E TENHO COMO FOCO PRINCIPAL, ISRAEL.POIS ISRAEL É A BÚSSOLA DAS NAÇÕES....LOGO TUDO QUE ACONTECE EM ISRAEL IRÁ INFLUENCIAR NO MUNDO INTEIRO....PORTANTO, VOCÊ AQUI, FICARÁ POR DENTRO DE TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO AO REDOR DO MUNDO E MAIS...IREI TE ALERTAR QUANTO AO CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS BÍBLICAS....



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sábado, 18 de fevereiro de 2017

“Relógio do Juízo Final” marca dois minutos e meio para o fim do mundo

O Doomsday Clock ou Relógio do Juízo Final, em tradução livre, foi criado em 1947, quando o mundo vivia a Guerra Fria e o temor de novos ataques nucleares como os que puseram fim à 2ª Guerra Mundial dois anos antes. Um grupo de cientistas da Universidade de Chicago, Estados Unidos, calculava então que o mundo estaria, em contagem simbólica, a sete minutos para a meia-noite, a hora final da humanidade.
Desde então, os ponteiros desse relógio foram movidos para a frente e para trás, dependendo das políticas adotadas pelos líderes mundiais e a relevância de acontecimentos de escala global.
Anunciado anualmente pelo Bulletin of the Atomic Scientists, o relógio em 2017 está marcando dois minutos e meio para a meia-noite. Ele não estava tão próximo assim desde 1984. Durante o anúncio, parte da culpa dessa mudança foi colocada sobre Donald Trump que, segundo o comunicado, fez “irrefletidos comentários sobre o arsenal nuclear dos Estados Unidos".
Nos últimos dois anos, o relógio manteve-se parado nos três minutos para a meia-noite. Os especialistas que estabelecem a contagem alertavam apenas que a “probabilidade de uma catástrofe global era muito alta e que era necessário tomar decisões para reduzir os riscos de um desastre”. Neste ano, o Bulletin insiste que “o risco ainda é maior e a necessidade de agir mais urgente”.
Para os especialistas, também fizeram o relógio andar os programas de modernização do armamento nuclear de Coreia do Norte, Índia, Paquistão e Rússia. Curiosamente, o relatório não faz menção aos projetos do Irã, que recentemente comprou urânio suficiente para produzir 10 bombas nucleares.
Em 1991, quando EUA e URSS assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas, foi o mais distante que o relógio esteve da meia-noite. Com informações de The Washington Post

Beyonce “encarna” orixá em premiação e choca público


Neste domingo (12), a cantora Beyoncé subiu ao palco durante a premiação do Grammy para uma apresentação. Vencedora de 22 gramofones dourados, ela surpreendeu ao escolher vestir-se como uma deusa africana. Grávida de gêmeos, a barriga salientava debaixo de um vestido de transparências e ouro, criação do estilista Peter Dundas.
Mais tarde, explicou que era uma ode à fertilidade e ao poder criador das mulheres. Ela cantou as músicas Love Drought e Sandcastles e sua performance foi muito elogiada. Contudo, dias depois a mídia cristã ainda debate o que a ex-cantora gospel queria representar.
Mesclando imagens em holograma com sua própria presença no palco, usava um adorno que lembrava uma auréola, muitos chegaram a dizer que era uma cópia da iconografia cristã da Virgem Maria.
Outros lembravam que ela usou algo parecido no clip de ‘Hymn for the Weekend’, do Coldplay, onde ela atuou como uma representação da deusa hindu Shiva. Contudo, muitos brasileiros identificaram as vestes de domingo como Oxum, orixá que representa a fertilidade.
Oxum e Beyoncé.
A cantora de 35 anos perdeu em várias categorias para a inglesa Adele, mas sua exibição ganhou muito mais espaço de mídia. Seu trabalho mais recente, Lemonade, foi muito aclamado pela crítica e recebeu oito indicações ao Grammy. Ela ficou com os prêmios de melhor álbum urbano contemporâneo e de melhor clipe.

Orixá

Poucos lembram do início de carreira de Beyoncé, que gravou algumas músicas gospel e chegou a estrelar o longa “Resistindo às Tentações” que tinha uma temática cristã.
Constantemente o nome dela e do esposo, o rapper Jay-Z, apareceram envolvidos em polêmicas relacionadas ao movimento Illuminati. Mas o pastor Rudy Rasmus, da megaigreja St. Johns Downtown, em Houston, Texas, que a conhece desde pequena afirmou que ela era uma cristã fiel.
Rasmus disse que ela começou a cantar no coral da igreja e que sempre se sobressaiu. Além disso, revelou que Beyonce e sua família mostram seu compromisso doando ao longo dos anos milhões para a igreja no trabalho missionário para abrigar os sem-teto e alimentar os pobres.
Justamente por isso foi chocante para parte de seu público vê-la “encarnar” no palco a deusa iorubá Oxum, religião africana que influenciou a formação de cultos afro em todo o continente americano como Santería, Brujería, Orixás e Vudu, afirma o Christian Post.
Segundo a mitologia africana, Oxum é divindade das águas e símbolo de fertilidade. A deusa também é conhecida por sua capacidade de adivinhação e de oferecer riquezas, o prazer, a sexualidade e o amor.
A postura dos dançarinos, que esticavam suas mãos em direção a ela, foi comparada com uma cerimônia de adoração. O aumento das buscas na internet sobre o assunto revela a capacidade que a artista tem de influenciar seus fãs, sobretudo os mais jovens.
Já o Washington Post disse que Beyonce tem “canalizado” esta deusa em todos os seus trabalhos recentes, incluindo suas novas fotos mostrando a fase atual da maternidade. O jornal explica que a produção visava render “homenagem artística às deusas africanas, hindus e romanas, ligadas à feminilidade”.
A primeira vez que ela fez essa identificação foi no clipe de “Hold Up”, onde aparecia com um vestido dourado, cantando entre muitas águas.

Língua do Império Romano pode ser a oficial da União Europeia


A União Europeia possui 24 idiomas como suas línguas oficiais, contemplando a diversidade de sua formação desde o início. Contudo, no dia-a-dia da instituição o inglês passou a ser a mais usada, seguido do francês e do alemão.

A saída do Reino Unido, chamada de Brexit, criou uma espécie de aversão ao idioma. Assim,  o professor italiano Nicola Gardini sugeriu que o antigo latim passasse a ser a língua hegemônica da União Europeia. Seria uma espécie de tributo ao Império Romano, que dominava a maior parte do que hoje é a UE.
Vista com descrença no início, a ideia está ganhando cada vez mais apoiadores na Itália. O Velho Continente busca reforçar a sua identidade, sob a ameaça de ver mais países saindo do bloco. França e na Holanda podem ser os próximos, dependendo dos resultados das eleições.
O livro de Gardini, Viva o latim: história e beleza de uma língua inútil, é hoje um sucesso.
Lançado em maio de 2016, o livro já está em sua oitava edição na Itália e traduzido para outros idiomas. A possibilidade dessa ideia ser aceita pela União Europeia é remota, mas parece estar ganhando espaço entre intelectuais.
Em entrevista ao jornal El País, o estudioso defende que a volta ao latim não seria um retrocesso muito menos uma extravagância, mas “uma forma da Europa se reconhecer em sua identidade e no idioma que estruturou o seu desenvolvimento como civilização”.
Entre seus argumentos estão o fato que apesar de ser considerada hoje uma língua morta,  sobreviveu muito além de seu tempo, tanto nas liturgias da igreja católica quanto na literatura.  Além disso, é a língua-mãe de vários outros idiomas da UE, como português, espanhol, italiano, francês e romeno.
O fato é que, seguindo o tratado da União Europeia, o inglês deixará de ser uma das línguas oficiais do bloco após a saída do Reino Unido. Ainda que outros países como Irlanda e Malta falem inglês, junto ao órgão elas protocolaram os idiomas gaélico e o maltês.
Esta não é a primeira tentativa de fazer do latim a língua oficial do bloco econômico. O lema da União Europeia, “Unidos na diversidade” frequentemente é grafado em latim: “In varietate concordia”. Alguns órgãos da UE usam o seu nome em latim em logotipos e endereços da internet, visando não ‘privilegiar’ nenhuma língua nacional.
Quem buscar o site do Conselho da União Europeia encontrará www.consilium.europa.eu, já o do Tribunal de Justiça é www.curia.europa.eu. É bastante visível nos logotipos dessas instituições, assim como o do Tribunal de Contas, seus nomes em latim: Consilium, Curia, Curia Rationum.
Estamos de olho....

Arqueólogos descobrem “a primeira igreja do mundo”

Arqueólogos encontraram na Jordânia o que acreditam ser as ruínas da primeira igreja cristã. Com cerca de dois mil anos, o espaço subterrâneo fica embaixo da igreja de São Jorge, em Rihab, perto da fronteira com a Síria.
“Desenterramos o que pode ser a igreja mais antiga do mundo, datando entre 33 e 70 d.C.”, comemorou Abdul Qader al-Hussan, coordenador do Centro de Estudos Arqueológicos de Rihab.
Ele insiste que sua equipe possui evidências suficientes para crer que “esta igreja abrigou os primeiros cristãos, muito provavelmente entre os 70 discípulos de Jesus Cristo”. Há uma inscrição no local que menciona “os setenta amados por Deus”. Por isso, classifica a descoberta como “fascinante”.
Mencionados no Livro de Atos dos Apóstolos, estes grupo de 70 discípulos, segundo a tradição fugiram da perseguição em Jerusalém e foram para o que hoje é o norte da Jordânia. Na região de Rihab há cerca de 30 antigos espaços de culto cristão, como a que mais tarde se tornou a Igreja de São Jorge, edificada no ano 230 d.C.
Contudo, o espaço subterrâneo abaixo do templo revela que ali a igreja primitiva vivia e praticava a sua fé, escondendo-se da perseguição dos governantes romanos.
Reclamada pela Igreja Ortodoxa da Jordânia, maior grupo cristão do país, a caverna de pedra tem um espaço que seriam antigos assentos talhados na pedra e uma área em forma de círculo, que provavelmente ficava algum tipo de altar.
“A única divisão que separa o altar da área pública é uma parede com uma entrada”, destaca Hussan, que acrescenta: “A caverna possui também um túnel profundo, que devia conduzir a uma fonte de água”.
O bispo da Arquidiocese Ortodoxa Grega, Archimandrite Nektarious, assevera que a descoberta é como “um importante marco para os cristãos do mundo inteiro”. Lembrou que a única estrutura “semelhante a esta, tanto na forma como no propósito está em Tessalônica, na Grécia”.
A caverna, que disputa o título de igreja mais antiga do mundo, começou a ser estudada em 2008, mas a Jordânia hoje é de maioria muçulmana, o que dificulta a promoção turística do local.

Antiguidade disputada

Ainda que os ortodoxos jordanianos reclamem o título para a caverna de “igreja mais antiga”, Israel descobriu em 2005 um local em Megido, onde um mosaico indicaria a existência de um templo cristão usado nas primeiras décadas do século I. Por isso, reclama para si o título de “igreja mais antiga do mundo”.
Nesse local, no centro da nave ao invés de um altar, ficava uma mesa, onde fazia-se uma refeição para lembrar a Última Ceia. O mosaico usa o termo grego para “mesa”, o que dá indícios de como eram as celebrações na cristandade antiga. Também menciona um oficial do Exército romano que seria o responsável pela construção do templo.
O local possui, no seu lado direito várias inscrições, que citam quatro mulheres. Do lado esquerdo, a escrita menciona Ekeptos, a mulher que “doou esta mesa em celebração a Deus Jesus Cristo”.
O mosaico apresenta desenhos de formas geométricas e o desenho de dois peixes, um antigo símbolo do cristianismo, mas não há nenhuma cruz visível. Curiosamente, o local fica ao lado de Tel Meguido, ou Har-Magedon, mencionado em Apocalipse como palco da batalha final.