segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Cientistas tentam explicar relato do Livro de Josué sobre o Sol parando


Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, publicaram os resultados de uma pesquisa inédita na revista científica Astronomy & Geophysics. Eles admitem que data do primeiro eclipse solar documentado – 30 de outubro de 1207 a.C. – foi mencionada na Bíblia.

A confirmação do relato do livro de Josué pode ser usada para estabelecer uma melhor cronologia dos eventos do mundo antigo. Utilizando textos bíblicos e registros históricos do antigo Egito eles apontam que o eclipse ocorreu no período do governo de Ramsés II, o Grande.
“No dia em que o Senhor entregou os amorreus aos israelitas, Josué exclamou ao Senhor, na presença de Israel: ‘Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó Lua, sobre o vale de Aijalom!'”. “O sol parou, e a lua se deteve, até a nação vingar-se dos seus inimigos”, diz o texto de Josué 10:12.
Para Colin Humphreys, um dos professores da Universidade de Cambridge envolvidos na pesquisa, “Se essas palavras descrevem uma observação real, teve lugar um evento astronômico muito importante. O nosso objetivo é entender o que esse texto significa”.
As traduções modernas indicam que o Sol e a Lua pararam seu movimento. Contudo, explica Humphreys, originalmente podem ter outro significado: o Sol e a Lua pararam de brilhar, ou seja. Ou seja, ocorreu um eclipse solar.
“Neste contexto, as palavras hebraicas podem estar se referindo a um eclipse solar, quando a lua passa entre a Terra e o Sol, e o sol parece deixar de brilhar. Essa interpretação é apoiada pelo fato de que a palavra hebraica usada aqui tem a mesma raiz que uma palavra babilônica usada em textos astronômicos antigos para descrever eclipses”, defende o cientista.
Segundo historiadores, a entrada dos hebreus em Canaã ocorreu entre 1500 e 1050 a.C., provavelmente durante o governo do faraó Merneptá, filho de Ramsés II. Os cálculos dos cientistas apontam que o eclipse solar em Canaã, registrado por Josué, ocorreu em 30 de outubro de 1207 a.C.
Este seria, portanto, o primeiro eclipse solar documentado. Com base nesse dado, pode ser estabelecido o período exato do reinado de Ramsés II, o Grande, e do seu filho Merneptá.
Segundo a pesquisa da Universidade de Cambridge, os historiadores falavam sobre essa possibilidade de sobrepor a narrativa bíblica com os registros históricos, mas falharam por terem procurado apenas eclipses totais.
Humphreys esclarece que a pesquisa feita por ele e seus colegas desenvolveram um novo tipo de cálculo, que leva em consideração variações na rotação da Terra ao longo do tempo. “O que os historiadores anteriores não consideraram era que seria um eclipse anular, no qual a Lua passa diretamente em frente ao sol, mas não cobre completamente o disco solar, criando à aparência característica do “aro de fogo”. No mundo antigo, a mesma palavra era usada para eclipses totais e anulares”, explica.

Cálculos semelhantes

Em janeiro, três cientistas da Universidade Ben Gurion em Beer Sheva usaram cálculos da NASA para mostrar 30 de outubro de 1207 a. C. como a data da batalha descrita no capítulo 10 do Livro de Josué.
No original, o termo ‘detém’ é “dowm”.  Eles afirmam que o uso dessa palavra, que ocorreria apenas uma outra vez na Bíblia (Salmos 37:7) com esse sentido, não seria “ficar parado”, como é tradicionalmente traduzido, mas seria “ficar escuro.”
A equipe multidisciplinar, liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak, também conseguiu identificar o que eles acreditam ser o local da batalha. Além disso, traçaram com precisão a rota de 30 quilômetros que Josué e os seus homens teriam caminhado durante a noite para alcançar Gibeom, ao norte de Jerusalém, e seu acampamento em Gilgal, na porção oriental de Jericó.

Cientistas admitem que não há como explicar o surgimento do Universo


Apesar do custo elevado – cerca de 1,4 bilhão de dólares em 2017 – os físicos do CERN, Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, foram forçados a admitir que falharam em seus esforços de explicar em como viemos parar aqui.

“Todas as nossas observações encontraram uma completa simetria entre matéria e antimatéria, e é por isso que o Universo, na verdade, não deveria existir”, admitiu o líder da equipe do CERN, Christian Smorra. “Uma assimetria deve existir aqui em algum lugar, mas simplesmente não conseguimos entender onde está a diferença, qual é a fonte da ruptura dessa simetria.”
Ele estava se referindo à matéria e antimatéria, dois tipos de material presentes na composição do Universo. Eles agem como “gêmeos idênticos” mas, ao mesmo tempo, são opostos: para cada partícula de matéria (positiva), haveria uma antipartícula exatamente igual, embora negativa, que formaria a antimatéria.
Esses dois tipos de material teriam surgido em quantidades idênticas durante o Big Bang, há 13,8 bilhões de anos. Em teoria, as partículas e antipartículas deveriam se anular, impedindo o surgimento do Universo. Como eles simplesmente não conseguem explicar por que o Universo existe, no estudo divulgado na semana passada na conceituada revista científica Nature, eles anunciaram a hipótese de um “desequilíbrio misterioso” entre esses materiais, que teria dado origem a todo o cosmo.
Apontada como a “última esperança” dos cientistas para entender a fonte dessa assimetria, o estudo das propriedades magnéticas de prótons (partícula positiva que pode ser encontrada nos átomos) e antiprótons (sua versão na antimatéria) foi exaustivamente analisada pelos pesquisadores do CERN, que fica na Suíça. Apesar de toda a tecnologia disponível, não conseguiram encontrar nenhuma discrepância na proporção dessas partículas.
Uma vez que a antimatéria não pode ser contida, a equipe liderada por Smorra usou a “armadilha de Penning”, dispositivo que usa campos magnéticos e elétricos para armazenar partículas carregadas a temperaturas incrivelmente baixas. Através dessa experiência, conseguiram quebrar o recorde de armazenamento de antimatéria: 405 dias.
Eles mediram a força do campo magnético dos prótons e antiprótons com uma precisão de nove dígitos. Isso resulta em uma exatidão 350 vezes maior que as medições anteriores. Apesar disso, não foi encontrada nenhuma diferença entre a matéria e antimatéria.
Apesar da frustração, os cientistas continuarão tentando explicar esse desiquilíbrio e já iniciaram um novo projeto investigativo, que deverá ser concluído em 2021.
Até o momento nenhum deles admitiu que Deus possa estar envolvido.

Cristãos não deveriam participar do Halloween, alerta ex-bruxo


De acordo com uma pesquisa da rede Christian Broadcasting Network (CBN), 87% dos evangélicos acreditam que os cristãos não devem comemorar o Dia das Bruxas, enquanto 13% acredita que não há problema.

Durante o programa Prayer Link, da emissora, o ex-satanista John Ramirez advertiu aqueles que não levam em conta os aspectos espirituais do “dia das bruxas”.
“Eu era um general no reino das trevas, mestre da feitiçaria”, testemunha Ramirez, que hoje é um evangelista. “Eu me sentava com o Diabo e falava com ele como estou falando com você hoje. Era esse tipo de comunicação que eu tinha”, disse ele a Charlene Aaron, que apresenta o programa.
Para Ramirez, o Haloween não deveria ser visto como uma brincadeira, um dia onde as pessoas usam fantasias e comem muitos doces, pois há uma realidade muitas vezes ignorada. Segundo ele, quem toma parte nisso “abre portas” para o mundo das trevas.
“Você acaba amaldiçoando a sua família”, enfatizou. “Você precisa entender o que é uma maldição… Você deve identificar onde errou e renunciar isso em nome de Jesus Cristo. Peça a Deus que o perdoe por isso e feche essa porta, livrando a sua família”, afirmou.
Com parte de seu testemunho, Ramírez explica que nessa data ele sacrificou animais como parte dos rituais satânicos. Afinal, desde a origem desta festividade pagã, acreditava-se que esta é a noite onde o mundo dos vivos e dos mortos se aproxima e seriam abertos “portais de comunicação”, por isso sua aproximação com a ideia de fantasmas, vampiros e outros símbolos relacionados com a morte até hoje.
O festival que deu origem ao que chamamos de Halloween era o Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. Na wicca, uma forma moderna de bruxaria, esta é considerada a noite mais importante do ano.

Líder de grupo terrorista ameaça destruir Israel em nova guerra


O líder do grupo terrorista Hezbollah, com sede no Líbano, advertiu neste domingo (1) que todos os judeus que vivem em Israel devem sair do país o mais rápido possível. Ele ameaçou o estado Judeu com uma nova guerra em breve.

Sayyed Hassan Nasrallah fez um discurso inflamado para marcar o dia sagrado xiita de Ashura, onde criticou o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Para o terrorista, Israel leva a região para uma guerra devastadora.
Dirigindo-se aos “judeus não sionistas”, Nasrallah clamou que “todos os que vieram para ocupar a Palestina saiam e voltem para as terras de onde vieram”. Em um jogo de palavras, disse que o conflito do Hezbollah não é contra o povo judeu, mas contra o governo sionista de Israel.
Na avaliação do líder do Hezbollah, “o governo de Netanyahu está levando seu povo a devastação e destruição na esteira da guerra na Síria e no Líbano”.
Ultimamente, o Hezbollah vem reforçando seu arsenal com armamento doado pelo Irã e estabeleceu bases no sul do Líbano e também da Síria. Segundo eles, o exército de Israel não avaliou corretamente o poder militar do Hezbollah.
Nasrallah disse no início do ano que a futura guerra contra Israel poderia atrair milhares de soldados de países como Líbano, Irã, Iraque, Afeganistão, Iêmen e Paquistão, podendo ocorrer dentro de Israel, numa referência ao território disputado das Colinas de Golã.

Armados pelo Irã

O último conflito armado em grande escala dos israelenses contra o Hezbollah foi durante a Segunda Guerra do Líbano, em 2006. Desde então as tensões permaneceram altas, com ameaças de parte a parte.
Acredita-se que o Hezbollah tenha um arsenal entre 100.000 e 150.000 mísseis de curto, médio e longo alcance e uma força de combate com 50.000 soldados, incluindo reservistas.
Um dos comandantes do Hezbollah disse no mês passado que o grupo tem mais de 10 mil soldados no sul da Síria, prontos para enfrentar Israel. Por sua vez, o governo de Netanyahu vem denunciando ao mundo que o Irã poderá se lançar em uma guerra contra o Estado judeu assim que o conflito na Síria acabar.
Netanyahu disse em agosto que o Irã estava construindo locais para produzir mísseis guiados de precisão na Síria e no Líbano, com o objetivo de usá-los contra Israel.

Aiatolá convoca todo o mundo muçulmano para “eliminar Israel”





O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, voltou a convocar todos os países muçulmanos para “eliminar Israel”. Através de uma carta dirigida ao clérigo libanês Sheikh Maher Hamoud, presidente da União Internacional de Eruditos da Resistência, defendeu o uso de “diferentes métodos de luta”.




Segundo a imprensa do país, em seu texto, Khamenei – um dos mais influentes líderes islâmicos do planeta – reiterou que “a responsabilidade inesquecível de formar a Palestina e eliminar Israel repousa sobre os ombros de todo o mundo muçulmano”
Khamenei lembrou a Hamoud também que “a promessa de Allah garante uma vitória definitiva para a resistência”. Por isso, argumenta, “todos os indivíduos que entendem a importância desta grande responsabilidade” devem participar de “diferentes métodos de luta contra o regime sionista que usurpa a terra”.
Esta não é a primeira convocação do tipo feita pelo líder religioso do Irã.  O líder supremo vem destacando a melhoria das capacidades militares do país se orgulha de patrocinar os grupos terroristas Hezbollah (libanês) e Hamas (palestino).
Por sua vez, Hamoud é conhecido por defender o fim da disputa histórica entre sunita e xiitas, além de insistir na necessidade de uma “nova abordagem” na maneira com que os muçulmanos lidam com a causa palestina.
O regime iraniano é uma teocracia muçulmana, então o que o aiatolá fala é considerado “a voz de Allah”. Desde que assumiu o poder, o discurso recorrente de Khamenei é pela destruição de Israel. Quando pede uma jihad (guerra santa) “para libertar Jerusalém”, como fez em seu livro, ele explica que Israel não teria o direito de existir como Estado pois os  “princípios islâmicos bem estabelecidos” dizem que uma terra que cai sob domínio muçulmano, mesmo que brevemente, nunca mais poderia ser devolvida aos não-muçulmanos. Com informações de Times of Israel 

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