terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Homem que virou mulher agora quer se transformar em cavalo

Um documentário de 63 minutos rodado na França está gerando um debate mais profundo sobre a questão da “identidade de gênero”.
O personagem central da produção Horse-Being [Ser Cavalo] é Karen, de 50 anos. Nascido homem, teve uma vida normal, era professor, casou-se e teve uma filha. Quando decidiu “assumir” sua opção sexual, pagou um tratamento e modificou o corpo, passando a se dizer mulher.
Agora, seu objetivo é outro. Karen quer viver como um animal, mais especificamente como um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade.
Durante uma brincadeira na escola, o professor pediu para que os alunos brincassem imitando um ‘cavalinho’. Essa ideia de ser um cavalo virou uma fixação para Karen. “Eu tenho um cavalo dentro de mim”, resume ela a certa altura.
O documentário mostra que o ex-professor francês participa de campeonatos do chamado pony-play. Ela e os demais fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!
O material explora a questão que esse seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Ou seja, Karen escolheu não ser mais homem e passou a ser mulher. Insatisfeita, prepara-se para ser um animal. Tudo em nome da “construção” da sua identidade, ou seja, o exterior refletir como ela “se sente” no íntimo.
E ainda têm gente que não acredita que estamos no fim dos tempo.

Cristão usou próprio sangue para escrever cartas em prisão cubana

Torturado por 22 anos, ele conta como a fé salvou sua vida
O ganhador do prêmio da fundação Becket pela Liberdade Religiosa em 2016 será Armando Valladares, um cristão cubano que ficou preso durante 22 anos por se opor ao regime comunista de Fidel Castro.
Ele conta que trabalhava para o governo, mas em 1960 recusou-se a colocar em sua mesa uma placa que dizia “Eu estou com Fidel”. Mandado para uma prisão onde sofreu torturas durante décadas, ele conta que sempre manteve sua fé no Senhor.
Usava seu próprio sangue para escrever cartas e poesias durante sua detenção. Em 1982 ele foi libertado, graças à intervenção do ex-presidente francês François Mitterand. Foi para os Estados Unidos em 1986. Desde então dedicou sua vida a lutar pelos direitos humanos. O ex-presidente americano Ronald Reagan nomeou Valladares em 1988 como embaixador americano na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Aos 78 anos, Valladares lembra que sofreu espancamentos constantes, fez diversas greves de fome que acabaram lhe deixando numa cadeira de rodas por anos. Ficou oito anos nu, em uma solitária onde os guardas jogavam dejetos humanos sobre ele.
armando na prisão
Armando na prisão.
Utilizando pedaços de papel e seu próprio sangue, conseguia eventualmente que suas cartas e poesias chegassem à sua mulher, Martha, que as enviava para fora de Cuba. Após serem publicadas, foram criando um clamor internacional por sua libertação. De certa forma, ele se tornou um símbolo da perseguição política (e religiosa) que os cubanos sofrem sob o regime comunista de Castro.
O anúncio de que Valladares receberá em maio do ano que vem a ‘Medalha de Canterbury’, foi feita semana passada. A diretora executiva da Fundação Becket, Kristina Arriaga, afirmou que “Valladares é a personificação da luta pela liberdade religiosa… Desde sua libertação, tem defendido inúmeros outros que também foram privados de seus direitos de viver segundo suas próprias crenças”.
Valladares deixou de ser embaixador em 1990, mas continua sua luta. Em seus textos, continua pressionando fortemente a ONU para dar atenção às violações dos direitos humanos em Cuba. Afirma que o governo continua violando a liberdade religiosa.
Em setembro, em um artigo publicado no jornal The New York Post, asseverou: “Continuamos sendo um farol para os homens e mulheres que definham em celas de prisão por continuarem firmes em suas crenças e se recusarem a abandoná-las. Apesar da intimidação como ocorre nos locais onde bandidos tirânicos ou fanáticos do Estado Islâmico reinam com terror”. Com informações de Christian Post

Muçulmanos queimam estação de TV cristã

Canal era uma colaboração de católicos e evangélicos
Nos últimos anos, o Paquistão tem vivido uma onda de intolerância religiosa contra os cristãos. Por causa da chamada “lei da blasfêmia”, agressões e morte são as consequências para qualquer um que vá contra o Islã, Maomé ou o Alcorão.  O caso mais emblemático é o de Asia Bibi, que está na cadeia há anos simplesmente por se declarar cristã.
Semana passada, um grupo de homens mascarados incendiou a sede da TV Gawahi, em Karachi. Era uma das maiores estações de televisão cristã do Paquistão, que tem menos de 2% de não islâmicos.
Por causa do incêndio, o prédio desabou. Até agora ninguém foi preso.
Fundada em fevereiro de 2013, a Gawahi TV atingia cerca de 12 milhões de pessoas regularmente. Era uma colaboração de católicos e protestantes, visando “difundir o Evangelho de Jesus Cristo para as pessoas de todas as religiões que vivem no Paquistão.”
O canal ficava no ar 24 horas por dia, sete dias por semana, transmitindo ensino bíblico, músicas e sermões. Por causa do seu alcance, a estação sofria constantes ameaças de violência dos radicais muçulmanos. Apesar de constantes pedidos de proteção, as autoridades nunca ofereceram a segurança necessária.
Javed Williams, o líder da Missão que controlava a emissora com seu irmão Sarfraz, declarou: “Paramos com nossa missão momentaneamente, mas não vamos deixar nossa esperança morrer. Estávamos fazendo a obra de nosso Deus e continuaremos a fazê-la com a ajuda divina”.
Representantes da Igreja Católica do Paquistão visitaram o local do incêndio e mostraram indignação com o ataque. O padre João Arif, da Diocese de Karachi, desabafou: “É desanimador ver o edifício e todo o equipamento queimado. O canal foi ativado para comunicar a palavra de Deus… Rezamos por paz e tolerância. ”
O doutor Nazir Bhatti, presidente do Congresso de Cristãos do Paquistão, denunciou o incêndio, exigindo a prisão dos criminosos responsáveis. “É surpreendente que a mídia paquistanesa não se preocupa em cobrir o incêndio na TV Gawahi, enquanto pequenos problemas com cristãos são sempre notícias de última hora”, asseverou. Com informações Breitbart

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