terça-feira, 27 de junho de 2017

Demônios mais perigosos, segundo a Igreja Satânica

Em um artigo divulgado pela History, informa que Anton Szandor, conhecido como o Papa Negro, autoproclamado sacerdote da Igreja de Satanás e autor da Bíblia Satânica, teria divulgado os nomes dos demônios mais perigosos do satanismo.
Segundo a publicação “os teólogos têm catalogado alguns dos nomes de diabos em suas listas de demônios, mas a seguinte lista contém os nomes mais efetivamente utilizados nos rituais satânicos“. Abaixo apresentamos a lista dos demônios mais perigosos:

Asmodeus: também conhecido como Asmodeo, um demônio do cânone católico, também chamado no Talmud e demais tratados demonologia. Está diretamente relacionado com excessos carnais, sensualidade e luxúria, especialmente a relacionada com estados orgiásticos.

Astarote: notoriamente conhecido como o “Grão-Duque do Inferno”, sua casta compartilha status com a primeira hierarquia demoníaca que envolve os poderosos Belzebu e Lúcifer. É um demônio sedutor, que convence principalmente por meio da preguiça, vaidade e filosofias racionalistas.
Azazel: é líder daqueles anjos caídos que fornicaram com mulheres mortais e deram a luz uma raça de gigantes, conhecida como Nephilim. Ele ensinou os homens como fabricar armas de guerra e as mulheres o ocultismos e o uso de cosméticos.
Balaão é um personagem bíblico e profeta da religião da Mesopotâmia. Na concepção hebraica, é um demônio diretamente relacionada com a avareza e ganância, do poder e da maldade exemplar.
Behemoth: também conhecido Bégimo, esse demônio de origem hebraica e características metamórficas, é extremamente poderoso e capaz de assumir a forma de um animal, como um elefante monstruoso, embora muitos o relacionam a um hipopótamo.
Beelzebub: mais conhecido como Belzebu, seu nome deriva etimologicamente do “Baal Zvuv”, que significa “O Senhor das Moscas”. É nada menos que o príncipe dos demônios, segundo a tradição cristã, tem muitos nomes, dependendo das diferentes manifestações do mal.
Bilis: é um antigo demônio, constantemente à procura de almas daqueles homens que praticam uma sexualidade livre. Ele também está representando o elemento Terra e se completa com a tríade Satanás, Lúcifer e Leviatã.
Cimeries: também conhecido pelo nome de Cimejes, esse demônio é um Marquês do Inferno, descrito como um grande guerreiro, montando um cavalo preto e escoltada por 20 legiões demoníacas. Ele também é o governante de todos os espíritos africanos.
Damballa: esta divindade demoníaca e primitivo, deriva das origens do voodoo Africano. Se move lentamente e furtivamente, mas é capaz de fazer movimentos bruscos e extremamente velozes. Especula-se que a palavra “zumbi” vem da palavra “Nzambi”, referindo-se a este demônio.
Mormo: é um demônio derivado de um espirito da antiga cultura grega, que castigava as crianças desobedientes. Além disso, era consorte de Hécate, a deusa grega do submundo da bruxaria.
Mas existe um Deus, que é superior a todos os demônios juntos, esse Deus é o Deus dos Deus, é o Deus que cremos, seguimos e adoramos! Louvado seja o nosso Deus, que enviou o seu único filho para resgatar aqueles que se havia perdido!
EU SOU DE JESUS!

CERN prestes abrir Portal Demoníaco: Demônios Alpha-2 presos na câmera Antimatéria (Vídeos)


Nosso universo pode em breve estar frio e morto, graças aos cientistas que cutucam o ostento da física, no experimento CERN conhecido como Alpha-2. Eles viram através de um portal para o "OUTRO LADO".

O maior laboratório de física de alta energia do mundo é o CERN, lar do Large Hadron Collider, tão grande que fica em ambos os lados da fronteira, entre a França e a Suíça. O próprio nome do próprio CERN é uma contração de Cernunnos, o deus corvo do submundo, adorado pelos celtas antigos. Cernunnos é um símbolo da ganância do homem. Ele carrega uma bolsa cheia de moeda.
Na sede de Genebra, fica uma estátua de Shiva, um ser divino dos hindus e um destruidor de mundos. Por muitos milhares de anos, tem sido associada à aniquilação. Shiva é o impostor, que finalmente destrói todas as coisas, incluindo a Terra.

O logotipo do CERN incorpora o número da besta, 666, conforme previsto por Apocalipse, capítulo 13. A sede tem sido uma área de teste, para rituais satânicos a meia-noite.
Quando o colisor estava em construção, as escavadoras desenterraram ruínas romanas do século IV. O Collider foi construído no local de um templo romano para o culto de Apollo. Como um deus ciumento, o nome de Apollo era mais frequentemente associado à destruição.
Hoje, os cientistas estão se preparando para lançar o interruptor de energia, no mais novo projeto Alpha. O objetivo da série Alpha é a criação de antimatéria. Antes do ano de 2016, o homem conseguiu produzir, apenas partículas soltas da substância exótica. No entanto, no ano passado, a equipe Alpha sintetizou pela primeira vez, completa átomos de matéria carregada negativamente, especificamente, anti-hidrogênio. Toda vez que a antimatéria é recuperada do poço, traz consigo, por definição, destruição e caos. O poço, é claro, é Hades, e nossa incursão científica desenfreada, agora ameaça lançar um "inferno na Terra" literal.
O diretor-presidente do CERN, Rolf-Dieter Heuer, descreveu-o como quebrando um muro. Seu diretor de pesquisa, Sergio Bertolucci, disse que, uma vez que esta porta tenha sido aberta, algo pode sair dela. Quando os portões do inferno são abertos, por homens que jogam com Deus, os seres interdimensionais receberão livre passagem e emergirão do portal, com gosto pela destruição humana. Contra esses seres, já fomos alertados, durante séculos.

Um dos físicos que trabalhavam no CERN era o Dr. Edward Mantill. Segundo colegas, ele não dormiu por dias, quando em julho de 2016, ele se trancou dentro de seu escritório. Depois de uma semana de não cumprir as suas nomeações ele foi encontrado atrás de seu armário, ferido de um tiro de tiro auto-infligido. Os papéis foram queimados em sua lixeira e o resto de seus dados experimentais foram excluídos permanentemente do computador, por meio de um formato de baixo nível do disco rígido, com exceção de um arquivo de texto.

Embora a porta interdimensional ainda não tenha sido aberta, o arquivo de texto das últimas palavras do Dr. Mantill, revelou que, apesar do fato de que o portal ainda não estava aberto, os experimentadores puderam ver através dele, do outro lado. Em uma de suas experiências, ele viu uma cena assustadora de três anos para o futuro, quando cientistas do CERN poderiam estar sentindo em modo de pânico, lutando para fechar o portão aberto. Um buraco negro foi lançado, que consumiu nosso próprio planeta em três dias curtos.

Stephen Hawking, o físico semi-paralisado inglês, previu que o CERN desencadeia uma bolha de decadência vazia, expandindo-se à velocidade da luz. Até o astrofísico Neil de Grasse Tyson soou um alarme, quando ele disse se alguém quisesse explodir o planeta, essa seria uma boa maneira de fazê-lo.

Uma tempestade de grandes proporções está se formando no Oriente Médio




As classes políticas e da mídia da Europa estão se iludindo. Indolentes, ou ignorantes, ou ambos, elas persistem em fazer a leitura de um roteiro gasto, de 30 anos atrás – que nem à época era acurado – quando vociferam sobre os assuntos do Oriente Médio. Como se a “ocupação”, os “assentamentos”, o “túnel”, o “muro” e outras “questões de crise” fossem a causa de todas as enfermidades do mundo; como se o nascimento da Palestina significasse a chave para a tranqüilidade e a paz, talvez até para a utopia.
“Resolva o problema da Palestina e você terá resolvido os problemas do mundo. Ou, pelo menos, da região”. Errado antes, errado agora, de acordo com um importante político árabe. “Não cometa erros”, disse-me ele seriamente à mesa do jantar. “Estamos à beira de uma catástrofe. E ela não tem nada a ver com o conflito israelense-palestino”.
Depois, ele acrescentou:
“Os palestinos nunca estiveram entre as dez prioridades de nenhum governo árabe. Os líderes árabes não dão a mínima para os palestinos. Eles têm simplesmente usado a questão palestina para desviar a atenção de seus próprios fracassos – para encobrir sua incompetência, suas insuficiências e sua corrupção. Suas medidas de segurança opressivas nunca tiveram a intenção de combater a “agressão sionista”, mas de suprimir a raiva de seu próprio povo. Tem sido um exercício de cinismo, pura e simplesmente. E até mesmo os governos ocidentais engolem isso”.
Agora, diz ele, o mundo árabe – e o mundo islâmico mais amplo – está enfrentando a realidade. É uma realidade que não tem nada a ver com a Primavera Árabe, a democracia, a autonomia e a liberdade. Tampouco tem algo a ver com a violência carregada de ódio supostamente incitada pelo conflito israelense-palestino, teorias de conspiração sobre o imperialismo ocidental, tráfico de influência dos judeus, agressões dos cruzados, charges com insultos, ou vídeos do YouTube (embora esses pretextos sejam freqüentemente usados para justificar espasmos de violência pré-planejados).
“É verdade que há sanções contra insultos ao Profeta”, observou Bernard Haykel, um professor de Estudos do Oriente Médio da Universidade Princeton, “mas isto se relaciona, na verdade, a oportunistas políticos ou simbólicos, que usam símbolos religiosos para fazer avançar seu próprio poder ou prestígio entre outros grupos”.
A realidade não é uma competição a respeito de símbolos e poder. O mundo árabe, que tem estado em declínio relativamente ao Ocidente por 300 anos, está a ponto de explodir (os 57 Estados islâmicos são responsáveis por 20% da população mundial, mas por menos de 7% da produção mundial).
Os 57 Estados islâmicos são responsáveis por 20% da população mundial, mas por menos de 7% da produção mundial.
Hoje, o Oriente Médio encontra-se à beira de uma erupção mortífera, que provavelmente varrerá a ordem existente e alterará radicalmente a ordem regional, com graves implicações estratégicas para o Ocidente.
A região está se despedaçando e está pronta para explodir por causa de suas fronteiras amplamente artificiais ao longo de duas importantes linhas de ruptura, a étnica e a religiosa. Estas emergiram destacadamente depois da queda de Saddam Hussein, do Iraque, em 2003. A divisão étnica é entre os muçulmanos sunitas e xiitas; a divisão religiosa é entre os extremistas islâmicos wahabitas e os movimentos salafistas, ainda mais radicais. As diferenças não são meramente ideológicas; elas são existenciais.
Os conflitos provavelmente envolverão os personagens regionais mais importantes: a Arábia Saudita, o Egito e a Turquia sunitas; o Irã xiita, e, o mais rico de todos, o Qatar pró-salafita, onde o produto interno bruto anual está alcançando mais de 100 mil dólares por pessoa. Os movimentos jihadistas como a al-Qaeda, sem dúvida se intrometerão nessa anarquia numa tentativa de ganhar novos adeptos.
Assim como o comércio mundial ficou globalizado, aconteceu também com a violência islâmica. É improvável que tais conflitos fiquem limitados ao Oriente Médio, mas logo se espalharão para outros países islâmicos na Ásia (principalmente no Paquistão, na Indonésia e na Malásia), e na África (essencialmente nos Estados do Maghreb, a Tunísia, o Marrocos, a Argélia e a Líbia, mas também nos países ao sul do Saara, com significativas populações muçulmanas, como a Nigéria).
Tampouco é provável que os conflitos envolvam batalhas em larga escala entre Estados com exércitos e tanques (embora estes serão, como na Síria, usados contra os “rebeldes”). Em vez disso, eles envolverão o tipo de insurgência que devastou o Iraque, com seres humanos, carros e caminhões-bomba, embates entre comunidades, entre etnias e entre tribos. Tudo resultando em significativos movimentos populacionais, para satisfazer as sempre insistentes exigências dos que promovem a limpeza étnica.
Debaixo de tamanha tensão, as fidelidades se desgastarão e as agências que fazem cumprir a lei – o exército, a polícia e os serviços de inteligência – se fragmentarão. Finalmente, as lideranças burocráticas e políticas se desintegrarão. Já vimos este filme antes. Mas o que temos visto é uma obra em andamento. Até agora, ainda não se testemunhou as cenas finais.
Ninguém está predizendo o resultado; a única certeza é que o jogo final é totalmente incerto. O conflito será prolongado, incontrolável, e não responderá à diplomacia ocidental, não importa quão dura ou cuidadosa ela seja. Não haverá homens de chapéus brancos e de chapéus pretos. Apenas bandidos e ainda mais bandidos.
O conflito será prolongado, incontrolável, e não responderá à diplomacia ocidental.
Este é, de acordo com minha fonte de informações, o panorama miserável para a região. Mas a instabilidade política no Oriente Médio também tem parte na agenda política doméstica da Europa e do Ocidente em geral. No Ocidente – de fato, para o mundo industrializado – o pesadelo está apenas começando. Duas fontes de preocupação provavelmente terão alta prioridade na agenda de qualquer insurgência.
A primeira é o fechamento do que é conhecido no transporte marítimo como “chokepoints” [pontos de sufocamento], através dos quais a energia e o comércio devem fluir. No Oriente Médio, estes pontos são principalmente o Golfo Pérsico e o Canal de Suez.
A segunda é um ataque às riquezas da Arábia Saudita pelos separatistas xiitas, que formam o grupo dominante na região leste do país, onde se localizam os campos de petróleo (os xiitas sauditas podem esperar assistência vinda dos xiitas do lado de lá da fronteira, da região do Iraque, que é rica em petróleo).
O resultado líquido desses eventos será um pico agudo e prolongado no preço do petróleo, com severas conseqüências para os preços de quase todos os produtos. Também haverá uma severa escassez de petróleo até que o “chokepoint” do Golfo possa ser desbloqueado.
Além disso, o fechamento do Canal de Suez – um curso de água navegável que tem menos de 250 metros de largura e que liga o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho – forçará os navios a fazerem a viagem muito mais longa entre a Europa e a Ásia, em torno do Cabo, aumentando o efeito sobre os preços de importações e exportações.
Haverá outras conseqüências para o Ocidente, especialmente para países como a Grã-Bretanha, a França e a Alemanha, que são o lar de grandes populações de muçulmanos, que não estarão imunes às erupções de violência. Isto levará a outras medidas de segurança e maiores erosões das tradições democráticas, tais como a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa.
A Primavera Árabe, que tem sido aclamada – erradamente – no Ocidente como algo que está sinalizando o nascimento da democracia no Oriente Médio, mais provavelmente é o prelúdio de uma convulsão regional e global. Se assim for, está na hora de nos preparamos para mudanças memoráveis. (Douglas Davis – thecommentator.com – beth-shalom.com.br)

NASA está a ponto de anunciar a descoberta de vida extraterrestre segundo Anonymous

O grupo de 'hacktivistas' Anonymous afirma que a agência espacial norte-americana, NASA, anunciará muito em breve a descoberta de vida alienígena inteligente. "A NASA diz que os alienígenas estão chegando", escreveu o grupo em sua página web.
"É muito provável que muitos outros planetas em todo o universo tenham vida inteligente muito antes que a Terra", diz a mensagem.
Em abril, um dos porta-vozes da NASA, o professor Thomas Zurbuchen, administrador associado do Diretório de Missão Científica da sede da NASA em Washington, lembroum numa coletiva, os recentes avanços da agência espacial, como a descoberta de hidrogênio em Encélado, uma das luas de Saturno, e os resultados da observação dos oceanos da luna Europa de Júpiter. Essas descobertas "apresentam o potencial de vida", declarou Zurbuchen na ocasião.
"Estamos a ponto de facer uma das descobertas mais profundas e sem precedentes na história", disse Zurbuchen durante a audiência do Comitê para a Ciência, Espaço e Tecnologia dos EUA.
Esta semana, Anonymous também publicou um video, no qual cita comentários de especialistas sobre alienígenas e avistamentos de ovnis.
Desde o começo de nosso blog na internet, estamos conscientizando nossos leitores sobre a possibilidade de que o clima de engano citado em II Tessalonicenses 2:9-11, esteja relacionado a um simulacro maligno de manifestação alienígena.
As Escrituras são claras ao revelar que no final dos tempos e, principalmente, no momento da manifestação do anticristo, haverá um engano nunca antes visto no mundo. A maior de todas as mentiras... Uma mentira capaz de ludibriar até mesmo os cientistas mais céticos...
Que estejamos atentos a esse progressivo processo de condicionamento e expectativa mundial para uma "manifestação alienígena". As próprias declarações de representantes da NASA e as recentes descobertas de planetas potencialmente habitáveis, abrem caminho para certos acontecimentos...
Ao mesmo tempo, as Escrituras mostram que a revelação do anticristo ocorrerá acompanhada com "todo o poder, sinais e prodígios de mentira" e com "todo o engano da injustiça":
"A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem" [ 2 Tessalonicenses 2:9,10]
De acordo com as profecias bíblicas, estamos às portas de um gigantesco engano no âmbito mundial.
Como já temos comentado, esse engano passa também pela questão dos "ovnis", a qual seria melhor chamada de "hostes", já que as Escrituras mostram de forma enfática que tais seres habitam nas "regiões celestiais", ou seja, na órbita terrestre e outras regiões do cosmos:
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais" [ Efésios 6:12]
Não estamos afirmando que esse gigantesco engano será um simulacro de "manifestação alienígena"... Porém, cremos que devemos estar atentos a essa possibilidade. Apenas quem estiver alicerçado na Palavra do Altíssimo não será enganado.
Sabemos do grande interesse de mostrar a existência dos extraterrestres. Pois quando a igreja for arrebatada o dirão que foi eles que levaram o povo. 
Estamos atentos!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Cobra no Gramado!

Eu era relativamente nova na fé quando ouvi uma senhora idosa e sábia contar uma história que nunca vou esquecer. Ela tinha aparência abatida e mal-arrumada, efeito evidente de ter muitas bocas para alimentar e poucos recursos para fazê-lo. Seu marido era operário e ganhava pouco.
Alguns anos atrás, contou ela, foi oferecida a seu marido a oportunidade de ser pastor em uma região de que ela não gostava. Ele acreditava que deveriam aceitar o convite. Ela foi contra.
“Meu marido”, disse ela, “me ouviu. E desde então nossas vidas têm sido miseráveis”. Era a angustiante história da mãe Eva repetindo-se mais uma vez.
A influência de Eva sobre Adão começou cedo, e desde então tem mudado o curso da história humana. Logo depois que Adão e Eva caíram repentinamente em pecado, Deus amaldiçoou a serpente, o homem e sua mulher. Para a mulher, como castigo, Ele prometeu dores de parto e a colocou sob a liderança do homem: “o teu desejo será para teu marido, e ele te governará” (Gn 3.16). Essa única maldição provavelmente fez mais estrago entre os sexos do que todas as outras juntas. Ela instituiu um princípio bíblico que as feministas se empenham por destruir e as mulheres tementes a Deus se esforçam por obedecer, mesmo com dificuldades – a submissão ao marido. E ninguém está mais ciente da magnitude dessa batalha e a explora mais efetivamente que Satanás.
Entre todas as mulheres que já viveram, Eva foi única. Ela não nasceu, pois foi moldada por Deus a partir de uma costela de Adão no sexto dia da criação (Gn 2.18-25). Não teve infância, nem adolescência, nem pais ou amigos. Eva tinha apenas Adão.
Eva nem sequer possuía um nome até o momento em que Adão se referiu a ela. Primeiro, chamou-a genericamente de varoa, declarando: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn 2.23). Mais tarde, Adão deu-lhe o nome de Eva, significando “doadora de vida”, “por ser mãe de todos os seres humanos” (Gn 3.20).
Criada especificamente para Adão, o administrador humano do reino teocrático, Eva foi projetada para ser o maior bem de seu marido – sua fonte de conforto, sua auxiliadora e sua companheira por toda a vida. Ele, por sua vez, recebeu de Deus o cetro que lhe concedia poder e autoridade sobre toda a terra. Segundo o teólogo Renald Showers, “Deus criou o homem, colocou-o como administrador sobre a terra e incumbiu-o da responsabilidade de administrá-la adequadamente para o Senhor”.1
Porém, Adão falhou diante de sua responsabilidade. Em meio às circunstâncias idílicas em que vivia, uma serpente estava à espreita no gramado. Satanás queria o reino de Deus para si mesmo. Como lhe faltava o poder de criar, a única forma de consegui-lo era por usurpação. Isso somente seria possível através de Adão. E para chegar a Adão, ele usou Eva. As Escrituras revelam que Satanás falou exclusivamente com ela: “Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o Senhor Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse...?” (Gn 3.1).
Evidentemente Satanás pensava que Eva era a vítima mais frágil, e manipulou a esposa para alcançar o marido. Eva comeu do fruto proibido e depois ofereceu-o a Adão, que estava com ela. Adão comeu, e desde então a humanidade tem experimentado o gosto amargo das conseqüências de seu pecado: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12).
Satanás arrancou das mãos de Adão o controle sobre o Reino, causando divisão entre homem e mulher.
Já que Adão estava com Eva, por que não a impediu? Ele não apenas falhou diante de sua responsabilidade, concedida pelo Senhor, de proteger sua esposa, mas igualmente desobedeceu e comeu do fruto. Imediatamente o pecado tomou conta e jogou Adão contra Eva. Quando Deus perguntou a Adão: “Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (Gn 3.11), Adão culpou Eva. Ele havia chamado-a de “osso dos meus ossos”, e agora dizia: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gn 3.12). Foi assim que Satanás arrancou das mãos de Adão o controle sobre o Reino, e teve sucesso causando divisão entre homem e mulher. Aparentemente Eva confiou e acreditou ingenuamente na mentira de Satanás. Mas Adão não teve a força de caráter para insistir no que ele sabia ser o certo (1 Tm 2.14).
Quantas vezes essa mesma cena se repete hoje em muitos lares? Eva foi formada depois de Adão e foi enganada. Por isso Deus ordenou que o homem ocupasse a posição de liderança espiritual dentro de seu lar e na Igreja (1 Tm 2.11-14).
Desde então, Satanás continua à espreita, como uma serpente no gramado, tentando criar o caos e atacando a ordem divina. Sua tática não tem mudado através dos milênios. Ele é mestre em causar divisão e em conquistar os corações humanos através do apelo à auto-indulgência (concupiscência da carne), da auto-satisfação (concupiscência dos olhos) e da auto-estima (soberba da vida). Eva foi a primeira pessoa que ele fisgou. Mas desde então a humanidade também tem mordido a isca satânica.
Se homens e mulheres disputam a supremacia, Satanás está tendo êxito em seu intento, causando rivalidade, divisão, instabilidade e confusão. E como o mundo continua degenerando espiritualmente, homens e mulheres de Deus, mais do que nunca, precisam viver dentro dos parâmetros que Ele estabeleceu para cada um deles. Esposas devem ser submissas a seus maridos (Ef 5.22); maridos devem assumir a responsabilidade de serem líderes, atentando à Palavra de Deus e posicionando-se com integridade ao lado do que é correto. Assim será mais difícil Satanás se esgueirar por debaixo da porta; assim será mais difícil a serpente entrar em nossos lares. (Lorna Simcox — Israel My Glory).

Púlpitos Silenciosos

Sete motivos pelos quais seu pastor pode estar despreparado ou não desejar pregar sobre as profecias dos tempos finais
Depois de 68 anos no ministério e servindo também como palestrante convidado em centenas de igrejas, frequentemente me pergunto por que tantos ministros são tão silenciosos quando se trata de usar seus púlpitos para falar sobre a profecia bíblica. Devemos lembrar que pelo menos 28% da Bíblia eram proféticos no tempo em que ela foi escrita.
O Dr. John Walvoord, grande estudioso da profecia, identificou mais de 1.000 profecias em seu livro The Bible Prophecy Handbook [O Manual da Profecia Bíblica]. Dessas profecias, mais da metade já foram cumpridas literalmente, assegurando-nos que a outra metade, que é composta das profecias dos tempos do fim, também será cumprida literalmente. Essas profecias já cumpridas deveriam tornar mais fácil crermos que estamos vivendo nos tempos, ou muito próximos do tempo, que a Bíblia chama de “os últimos dias” ou “os tempos finais”.
Dentre os muitos sinais que já foram cumpridos, nenhum é mais óbvio do que a própria existência do povo judeu agora morando em sua pátria, tendo sido obrigado a ir ou voluntariamente migrado para lá, vindo de mais de 170 nações do mundo durante os últimos 125 anos.
Hoje, Israel existe e ocupa o noticiário diário na televisão, no rádio e na mídia mundial, exatamente como os profetas e apóstolos predisseram que aconteceria nos últimos dias.
Qualquer pessoa que esteja familiarizada com essa grandiosa predição do final dos tempos reconhece o que Jesus quis dizer no Sermão do Monte das Oliveiras, quando falou: “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24.32). A figueira representa a nação de Israel. Em outras palavras, quando o povo judeu começar a se juntar novamente em sua terra, você saberá que este é um sinal da volta do Senhor e que o fim está “próximo”.
Muitos estudiosos das profecias consideram o Sermão do Monte das Oliveiras como a profecia mais importante sobre os tempos do fim no Novo Testamento. Pessoalmente, creio que ela indica que, entre o terrorismo islâmico do Oriente Médio e os muitos outros sinais do fim, podemos estar próximos daquilo que denomino “o fim dos tempos do fim”. A tragédia é que muitos dos púlpitos de nossas igrejas estão praticamente silenciosos com relação a este assunto.
Como professor de Bíblia, pastor e evangelista, acho que não há nada mais inspirador para o evangelismo e para o crescimento espiritual do que pregar sobre as profecias bíblicas e sobre a certeza da Segunda Vinda de Jesus. (Esta é a única fonte de esperança e consolação para as pessoas que estão vivendo em uma época em que o homem secular tem provado tão obviamente ser incapaz de suportar o caos que está explodindo na maior parte do nosso mundo, particularmente em Israel e ao redor de Israel.)
Todavia, o mais incrível é que aqui estamos nós, vivendo em uma época em que Deus revelou em Sua Palavra grande parte de Seus maravilhosos planos para nossa futura vida eterna, mas que muitos púlpitos permanecem silenciosos sobre essa reconfortante verdade que é tão óbvia quando estudamos as profecias já cumpridas. Por quê? Creio que há vários motivos. Considere alguns dos que seguem:

1. Certos ministros não tomam a Bíblia literalmente como Deus queria que se fizesse

Muitas das igrejas mais tradicionais e algumas das reformadas não interpretam a Bíblia literalmente. Sempre que você espiritualiza ou alegoriza o significado de Deus para Sua Palavra, você a torna ininteligível. Por outro lado, aqueles que não tomam a Bíblia literalmente muitas vezes ridicularizam a nós, que a aceitamos literalmente, acusando-nos de fazermos uma “interpretação literal, dura, das Escrituras”.
Certos ministros não estão dispostos a ter o difícil trabalho de estudar a Palavra de Deus.
Cremos que Deus disse o que Ele tencionava quando falou através de Seu Espírito Santo para profetas e apóstolos especiais; contudo, também deveríamos entender o que Ele quis dizer para a geração dos apóstolos e profetas e fazer daquilo uma aplicação para nossa geração, utilizando do senso comum. A linguagem vai sendo alterada com o decorrer dos anos. Depois de 300 anos, é difícil entender Chaucer e Shakespeare na língua original em que eles escreveram. Partes da Bíblia foram escritas mais de 3.000 anos atrás. Somos afortunados hoje por termos tantas traduções da Bíblia e tantas Bíblias de Estudo, nas quais os estudiosos interpretaram adequadamente as expressões modernas equivalentes das Escrituras tão antigas.
Também acreditamos que há muitas passagens que incluem símbolos, metáforas e figuras de linguagem que devem ser considerados à luz de seu contexto original para nos darem a certeza de que temos exatamente o sentido pretendido.

2. Certos ministros tomam a Bíblia literalmente, exceto pelos 28% que são proféticos

Muitas igrejas evangélicas adotaram a estranha ideia, proposta por Agostinho no Século V d.C., de que a Bíblia deveria ser tomada literalmente exceto pelas passagens proféticas. Assim, eles evitam ensinar as profecias mesmo em meio aos muitos sinais que existem em nossa era, que são indicações óbvias do fim. Um desses sinais é o miraculoso retorno de Israel para a Terra Santa em nossa própria geração. A simples existência de Israel 4.000 anos depois que o patriarca Abraão deu início ao povo hebreu, no tempo em que muitas nações se afundaram nas areias do tempo, é um milagre em si. Entretanto, hoje, Israel existe e ocupa o noticiário diário na televisão, no rádio e na mídia mundial, exatamente como os profetas e apóstolos predisseram que aconteceria nos últimos dias.

3. Certos ministros recebem sua educação formal de educadores seculares

Muitíssimos programas de pós-graduação em teologia e até mesmo faculdades cristãs de teologia têm empregado doutores e professores com base no mérito que receberam de “programas credenciados de pós-graduação” de faculdades seculares, onde o programa educacional central era secular ou era hostil a Deus e à Bíblia, ou simplesmente os ignorava completamente. Muitos desses professores ridicularizam aqueles que ensinam sobre a natureza divina da Bíblia, particularmente a natureza da profecia futura.
Meu grande amigo Dr. Howard Hendricks divulgou um princípio educacional muito importante: “Não podemos transmitir aquilo que não temos”. O triste fato é que muitos de nossos pastores que ficam em silêncio quanto às profecias não tratam da questão porque conhecem muito pouco a respeito do assunto. Os educadores que tinham experiência pastoral não planejaram suas grades curriculares, mas tinham “graus de mestrado ou doutorado credenciados”. O fato de serem pós-graduados deve ajudar aquela universidade ou seminário teológico a obter o credenciamento de uma associação regional de credenciamento, mas também significa que os pastores não são treinados para “pregar a Palavra”, como os apóstolos Paulo, Pedro, Tiago e outros admoestaram. Seria melhor para as igrejas em todos os lugares se os seminários teológicos encontrassem homens de Deus experientes e com duas ou três décadas de vivência pastoral bem-sucedida para ensinarem a geração seguinte como pastorear e pregar a Palavra de Deus.

4. Certos ministros não estão dispostos a ter o difícil trabalho de estudar a Palavra de Deus

Sei, em primeira mão, que isso exige muito trabalho e que estudar é trabalho pesado. Isto requer que o pastor tenha forte senso de autodisciplina no estudo da Bíblia para que possa transmitir uma mensagem com base bíblica sadia e fundamentada no fogo do Espírito Santo. Entendo a necessidade de ministrar às muitas almas necessitadas da congregação, além de lidar com os funcionários da igreja e cuidar dos outros problemas inesperados que surgem para todo pastor. Entretanto, quando se trata da pregação, jamais me esquecerei do conselho do meu tio, o pregador Dr. E. W. Palmer. Ele me disse: “Filho, nunca suba ao púlpito despreparado. Arranque grandes porções de carne da Palavra de Deus e as dê como alimento para seu povo, e seja evangelista”. Com a ajuda de Deus, tenho tentado obedecer a esse conselho.
Nada estimula mais o corpo de Cristo ao evangelismo para ganhar almas do que o ensino sobre a vinda próxima de Cristo e o final desta era.
A importância da preparação do sermão foi graficamente ilustrada a mim numa noite depois de um dos nossos muitos Seminários Sobre a Vida em Família, com o Dr. Henry Brandt. Ele nunca criticou seu pastor em conversas particulares comigo, exceto naquela noite. Observei que ele estava um tanto pesaroso, quando me disse: “Meu pastor nunca estuda o suficiente para ministrar segundo as necessidades da congregação. Toda semana vou à igreja e me encontro com pessoas que pedem em silêncio: “Homem de Deus, hoje preciso ouvir uma mensagem vinda do Senhor para me inspirar a ser uma bênção espiritual em um mundo confuso como o nosso”. Mas, meu pastor não estuda a Palavra de Deus o suficiente para nos trazer uma mensagem poderosa do Senhor”. Aquele pastor não ficou muito tempo naquela igreja.
Falando honestamente, aquela conversação atingiu diretamente o meu coração, à medida que comecei a examinar meus próprios hábitos de estudo. Maridos e pais ocupados têm todo o direito de esperar uma mensagem estimulante para a alma, para que sejam espiritualmente estimulados através do aprendizado das verdades bíblicas quando participam dos cultos. Isso não pode acontecer a menos que o pastor estude cuidadosamente sua Bíblia antes de subir ao púlpito. É verdade que, embora sejamos comissionados a pregar todo o conselho de Deus, nada é mais inspirador do que pregar sobre algumas das muitas promessas da futura vinda de Jesus. Foi a isto que o apóstolo Paulo chamou de “bendita esperança” (Tito 2.13), e foi por isso que pelo menos duas vezes escreveu para nos consolarmos uns aos outros com essas palavras (veja 1Tessalonicenses 4.18).

5. Certos ministros não estão dispostos a serem leitores ávidos

Um bom pregador deve ser um leitor ávido. O apóstolo Paulo aconselhou o jovem pregador Timóteo, seu filho na fé, para dar atenção à leitura, para que pudesse fazer bom uso de seu dom de pregar e ser bom exemplo para os crentes (1 Timóteo 4.9-16). Aquele conselho pastoral, vindo do muito viajado construtor de igrejas e experimentado apóstolo Paulo, é muito adequado para todos os pastores hoje em dia.
Enquanto é importante que leiamos extensivamente hoje, é duplamente importante que os pastores e mestres não apenas leiam os escritos de homens cheios do Espírito, mas principalmente que leiam a Palavra de Deus. Se você ler a Bíblia regularmente e memorizar aquelas passagens que falam especificamente com você, ou aquelas que respondem a perguntas específicas que você possa ter, o Espírito Santo poderá trazê-las à sua mente quando você precisar delas.

6. Certos ministros são enganados e mal direcionados por charlatães, falsos zelotes e pessoas que ficam tentando estabelecer datas para os eventos proféticos

Outro motivo pelo qual os púlpitos estão frequentemente silenciosos a respeito das profecias é o abuso de alguns charlatães, zelotes disfarçados e até mesmo fundadores de conhecidos falsos cultos. Muitos destes têm rejeitado o ensino da verdadeira profecia, estabelecendo datas que provam não ser verdadeiras, o que foi totalmente proibido por nosso Senhor e por Seus apóstolos. Este é um motivo ainda mais importante pelo qual os púlpitos devem ser usados para o ensino da verdade sobre os tempos do fim e a profecia sobre o futuro, de forma que os cristãos não sejam enganados à medida que nos aproximamos da vinda do Senhor e do final desta era.

7. Um ministro crê que as pessoas não estão interessadas na profecia bíblica

Alguns pastores acreditam na falsa ideia de que os cristãos não estão interessados na profecia bíblica. Essa noção pode ter sido popular depois da Segunda Guerra Mundial, quando a paz estava em destaque, mas isto já se passou há muito tempo. Estamos vivendo em um tempo em que “guerras e rumores de guerras” estão na mente de quase todos (Mateus 24.6). Não parece que, durante o nosso tempo de vida, a paz esteja próxima de surgir no horizonte. Além disso, nações desonestas agora possuem bombas atômicas e de nêutrons, e o Irã está marchando rapidamente em direção à obtenção de ambas, e a um sistema de mísseis que poderia atingir o mundo todo na próxima década – dificilmente o tipo de coisa que nos proporciona uma noite de sono reparador.
Na verdade, a noção de que as pessoas não estão interessadas na profecia bíblica é um instrumento de Satanás para fazer adormecer a Igreja e os cristãos que possuem uma mente evangelística. Nada estimula mais o corpo de Cristo ao evangelismo para ganhar almas do que o ensino sobre a vinda próxima de Cristo e o final desta era.
Por exemplo, um dos principais motivos pelo qual sabemos que Jesus é o único Messias enviado por Deus para este mundo é porque Ele cumpriu mais de 109 profecias do Antigo Testamento durante Seus breves 33 anos de vida. Nenhuma outra pessoa chega nem perto desse tipo de cumprimento de profecias. Todavia, estudiosos da Bíblia nos informam que há 321 profecias sobre a Segunda Vinda de Cristo e o Arrebatamento da Sua Igreja antes que chegue a Tribulação de sete anos e o estabelecimento do Seu reino de mil anos sobre a terra. Como sabemos que a primeira vinda de Jesus é um fato histórico, podemos estar confiantes de que Sua Segunda Vinda também será verdadeira.
Eu conheço pessoalmente muitos dos pastores de igrejas em crescimento e de mega-igrejas por todo os Estados Unidos. Não me surpreende que muitos deles preguem com frequência sobre a profecia bíblica. As pessoas estão ansiosas por ouvirem sobre os tempos do fim e sobre aquilo que Deus tem a dizer sobre tal época.
Perdoem-me por apresentar aqui uma ilustração pessoal, mas pastoreei uma boa igreja em San Diego, no estado da Califórnia, durante 25 anos. O Dr. David Jeremiah foi chamado para me substituir em 1981. Este ano, no Domingo de Páscoa, 34 anos mais tarde, aquela mesma igreja estava com 13.000 pessoas participando em seus diversos cultos, em outros espaços utilizados e em vários campi de extensão. É interessante que tanto o Dr. Jeremiah quanto eu pregávamos frequentemente sobre a profecia bíblica. Na verdade, durante os quase 60 anos que nós dois pastoreamos aquela igreja, ambos pregamos duas vezes sobre o livro todo de Apocalipse. E este é aquele livro da Bíblia sobre o qual muitos pastores nunca pregam porque aprenderam em seminários que “achavam que era difícil demais para que o povo de Deus entendesse”, ou pior, que “as pessoas na igreja não estão interessadas em profecias”. Creio que ambas as desculpas são mentiras do próprio Diabo.
Pregar sobre as profecias que foram cumpridas prova a fidelidade de Deus ao Seu povo no passado. As profecias sobre os tempos do fim nos ensinam sobre o maravilhoso plano que Deus tem para o nosso futuro. Espero que você participe de uma igreja em que o pastor prega sobre a profecia bíblica, afinal, o apóstolo Paulo a chamou de “bendita esperança”. Se você ouvir sobre a profecia bíblica em sua igreja, ler sobre ela em sua Bíblia, estudá-la como faziam os bereanos na igreja primitiva, memorizá-la e meditar sobre ela, o apóstolo João e nosso Senhor prometeram-lhe uma bênção: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (Apocalipse 1.3). (Tim LaHaye — Charisma — Chamada.com.br)

“Pastor robô” cita trechos bíblicos e abençoa fiéis

Cinco séculos após Martinho Lutero dar início à Reforma Protestante, fazendo um pedido radical para que as igrejas voltassem à Bíblia e desafiassem a tradição humana imposta pela Vaticano, a cidade alemã de Wittenberg testemunha um novo desafio à fé.
Um “pastor robô”, programado para dar a benção em cinco línguas diferentes e ler trechos da Bíblia, foi apresentado pela Igreja Protestante de Hesse-Nassau. Ele não substituirá nenhum líder religioso, mas pretende servir como estímulo para um debate sobre o futuro da Igreja e o potencial da inteligência artificial para a fé.
Batizado de BlessU-2 [algo como “abençoo você também”], por seu criador Stephan Krebs, ele foi uma das atrações de um evento em Wittenberg que marca o aniversário de 500 anos do início da Reforma, entendido hoje como um movimento religioso, político e cultural que ajudou a moldar a Europa moderna.

“Nós queríamos que as pessoas pensassem sobre a possibilidade de serem abençoadas por uma máquina, ou se o ser humano realmente é necessário”, afirmou Krebs em entrevista ao jornal The Guardian.

A máquina possui no peito uma tela sensível ao toque, além de dois braços e uma cabeça. Os fiéis podem selecionar se desejam ouvi-lo falar alemão, inglês, francês, espanhol ou polonês, podendo optar por uma voz masculina ou uma feminina.
O robô levanta os braços, suas mãos acendem e ele recita versos bíblicos, sempre encerrando com a frase: “Deus te abençoe e proteja”. Suas palavras podem ser impressas, caso o fiel deseje. Existe também um robô sobressalente, idêntico, caso o BlessU-2 apresente algum problema.
“A ideia é provocar o debate”, sublinha Krebs. “As pessoas demonstram curiosidade, espanto e interesse. Elas estão realmente participando, e o retorno é muito positivo. Mas dentro da Igreja, algumas pessoas pensam que pretendemos substituir os pastores pelas máquina. Esses são nossos únicos críticos”.
Krebs e seus colegas estão coletando as respostas do público para análises futuras, mas ele não acredita que os robôs sejam a solução para a falta de sacerdotes na maioria dos países europeus.
Um robô “nunca poderia substituir o cuidado pastoral”, assegura. “Também não queremos robotizar o trabalho da Igreja, apenas ver se podemos levar uma perspectiva teológica para uma máquina”, insiste o inventor.
O BlessU-2 é o primeiro robô conhecido que poderia fazer o papel de líder cristão, mas no ano passado um robô foi apresentado em um templo budista em Pequim. Ele cantava mantras e explica os pontos principais do budismo

Convertida, filha de Gretchen rejeita ensaio nu: “Não é o que Deus quer”

Em meados dos anos 1990, a cantora Gretchen afirmava ter se convertido e chegou a gravar um disco gospel. Contudo, não demorou muitos anos, voltou para a vida antiga e fez inclusive filmes adultos.
Agora, sua filha adotiva Jenny Miranda, 28 anos, se converteu e dá sinais que mudou de vida. No início de maio, a jovem foi à Igreja Bola de Neve em Curitiba, onde mora com o noivo, para ungir as alianças do casal.
Durante o culto, disse que sentiu Deus falando com ela e aceitou Jesus. “Enquanto o pastor estava louvando, comecei a ouvir um negócio pedindo para ajoelhar. Eu falava comigo mesma: ‘Não vou ajoelhar’. Meu joelho foi dobrando, comecei a queimar, suar, pegar fogo. Tirei a blusa e estava muito frio. Olhei desesperada para o [noivo] Artur. Caí de joelhos e chorei o culto inteiro”, testemunha.

Jenny já foi dançarina de Mister Catra e tentou carreira como funkeira. Agora convertida, rejeitou “[Posar nua] está fora de cogitação totalmente. Estava quase fechando, já tinha falado com meus pais e estava tudo certo. Hoje entendo que não era isso que Deus queria para mim. A sex symbol foi totalmente cortada da minha vida”, assevera.

Após passar algum tempo com a mãe na Europa, voltou ao Brasil. Desde janeiro, vive um relacionamento com o jogador de futebol Artur Jesus. Jenny levou a filha de 13 anos para viver com eles.
Nas redes sociais, a ex­ dançarina mostra mudança no visual: saíram os decotes e minissaias e entraram vestidos longos. Também afirma estar estudando a Bíblia e compartilha versículos com seus seguidores.
Anunciou recentemente que irá se batizar na igreja, mas seguindo orientação da igreja só depois de casar com o atleta do Paraná Clube.

Jenny explica que recebeu apoio da mãe famosa: “A primeira pessoa com quem falei foi minha mãe. Ela disse que mudar o rumo não era fácil e me apoiou como sempre.” 

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