terça-feira, 21 de abril de 2009

ÚLTIMAS NOTICIAS


Pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1947, foi criado o Relógio do Juízo Final, mantido pelo conselho de diretores do Buletin of American Scientists. Naquela data, o relógio foi ajustado para 23:55 hrs (cinco minutos para a meia-noite). Em janeiro de 2007, ele avançou dois minutos... A razão, de acordo com o cientista Richard Rhodes, autor do livro The Making of the Atomic Bomb e ganhador do prémio Pulitzer, é que atualmente muitos terroristas têm a real possibilidade de vir a adquirir ou construir bombas atômicas e usá-las como arma de grande terror. Isso quer dizer que, de acordo com muitos cientistas americanos, estamos a 3 minutos da "meia-noite". Por outro lado, a Palavra de Deus é clara em mostrar que as pessoas, nos anos que antecederão a gloriosa vinda do Senhor e até mesmo durante a grande tribulação, serão, de alguma forma, enganadas e não darão maior importância aos claros sinais do fim Esse engano generalizado fará com que o relógio profético pareça estar sendo atrasado, mas será apenas uma ilusão satânica. Essas pessoas só acordarão para a realidade dias ou talvez horas antes da vinda do Senhor, a qual ocorrerá logo após a grande tribulação. Foi isso que o Senhor profetizou em Mateus 24:30. As tribos da terra (aqueles que não crêem no Evangelho de Jesus) se lamentariam quando vissem o sinal Dele nos céus. Essa mesma angústia diante do fim é relatada em Apocalipse 1:7 e Apocalipse 6:12-17. Então, vemos que coisas surpreendentes devem ocorrer para que as pessoas pensem que o "fim" era apenas uma ilusão e que as principais dificuldades que a humanidade hoje atravessa podem ser resolvidas. Aqueles que não tem o Espírito Santo crerão nessa mentira, que o apóstolo Paulo denomina de "operação do erro" (II Tessalonicenses 2:9-11).
É por isso que aconselhamos a você muita atenção nos meses que se aproximam, pois essa "operação do erro", considerando a urgência dos problemas mundiais que precisam ser resolvidos, pode estar mais próxima do que imaginamos. Há poucos dias, foi realizada a Cúpula do G-20, grupo que reúne as 20 nações mais poderosas do planeta. Nessa reunião foi tratado exclusivamente o tema da crise mundial financeira que abala a todas as nações. Como tínhamos adiantado na última edição, dois grandes grupos se fizeram presentes na Cúpula. O primeiro, comandado pela França e a Alemanha, defendendo uma nova regulamentação total do mercado internacional, incluindo controle das transações, ações e moedas. O segundo grupo, liderado pelos EUA, defendendo uma distribuição de recursos sem precedentes para oxigenar a economia global. Podemos dizer que houve um "empate técnico" entre as duas posições. Foi acordado que, nos próximos meses, serão injetados cerca de US$ 5 trilhões na economia global. Foi acertado também que os países do G-20 fizessem contribuições para o FMI. Vemos que as nações entraram num caminho sem volta: todas elas dependem de ações conjuntas e nenhuma delas pode dizer que é financeiramente independente.
O que ficou patente nessa reunião é que a economia global está nas mãos desses 20 países e que o FMI assume um papel decisivo. O G-20 decidiu que o FMI vai avaliar as ações adotadas e traçar as "as ações globais necessárias" para cumprir os objetivos anunciados pelo grupo na Cúpula. A reforma das regulações financeiras se inclui entre estes objetivos. O primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown, disse que o G-20 concordou com uma postura comum para limpar os balanços dos bancos e reformar o sistema financeiro. Ele descreveu o resultado do encontro do G20 como um exemplo "de ação coletiva - pessoas dando o melhor de si num trabalho conjunto"."Problemas globais requerem soluções globais", disse Brown. No terreno da maior supervisão financeira global, foi aprovado um reforço da supervisão e regulamentação financeira. O grupo decidiu estabelecer um novo órgão, o FSB (Conselho de Estabilidade Financeira, na sigla em inglês) com um mandato reforçado, para substituir o FSF (Fórum de Estabilidade Financeira, na sigla em inglês). O novo órgão vai reunir todos os países do G20, membros do FSF, a Espanha e a Comissão Européia (o órgão executivo da União Européia). Vamos permanecer atentos. Se alguém dissesse há 20 ou 30 anos que a economia global estava nas mãos de 20 países e que esses países estavam agindo em união para tentar resolver uma crise mundial sem precedentes, tomando medidas nunca antes tomadas e procurando criar uma nova ordem financeira global, então muitos irmãos conhecedores das profecias ficariam em real estado de atenção profética. Porém, hoje vemos que muitos não dão muita importância a esses detalhes, devido ao processo de condicionamento e acomodação a que somos expostos todos os dias. Entendemos que a situação que ora vive o mundo vai piorar, exigindo das nações mais poderosas medidas mais radicais ainda, levando ao cumprimento do controle total financeiro e mercadológico profetizado em Apocalipse 13:16-18 e à entrega do poder mundial ao anticristo, feito por dez nações ou grupos de nações, chamados na revelação de "dez chifres" (Apocalipse 17:12-13). Vamos ficar atentos a todos os desdobramentos dessa questão. Ainda nesta edição, traremos mais informações e comentários sobre a crise financeira.


NOTÍCIAS DE ISRAEL

NETANYAHU NO MURO DAS LAMENTAÇÕES


Já está assumindo o poder em Israel o novo primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu. Mesmo antes de sua posse, ele mandou um claro recado. Veja:

"Premiê alerta que Israel pode atacar Irã se pressão por desnuclearização falhar" (FOLHA ONLINE - 01/04/09)

"O novo premiê de Israel, o conservador Binyamin Netanyahu, afirmou pouco antes de sua cerimônia de posse que os Estados Unidos devem pôr um fim à corrida nuclear iraniana e que, se Washington falhar, Jerusalém pode ser forçado a lançar um ataque militar contra as instalações nucleares iranianas. "A Presidência de Obama tem duas grandes missões: consertar a economia e prevenir que o Irã tenha armas nucleares", disse Netanyahu, citado pelo jornal israelense "The Jerusalem Post".
Netanyahu afirmou antes mesmo de assumir como premiê que a ameaça iraniana seria prioridade de seu governo e destacou várias vezes a desconfiança dos países árabes em relação ao Irã, considerado o principal inimigo de Israel. Segundo o premiê, combater o programa nuclear iraniano é responsabilidade de "toda a civilização ocidental". "Você não quer um culto messiânico apocalíptico controlando bombas atômicas", disse Netanyahu, se referindo ao regime teocrático iraniano. "Quando o crente alcança um reino de poder e armas de destruição em massa, então o mundo inteiro deve começar a se preocupar e isso é o que está acontecendo com o Irã."

Vamos permanecer atentos a essa questão também. A posição de Netanyahu é clara. Ou as nações impõem medidas severas contra o Irã ou Israel se verá forçado a atacar o país iraniano. Ele colocou a principal responsabilidade nas mãos do presidente americano, Barack Obama. Há muitos interesses em jogo nisso. Não podemos esquecer que há uma intensa disputa interna entre os EUA, Rússia e China por assumir a posição de nação mais poderosa do mundo. A Rússia tem mostrado que tem no Irã um aliado, indo ao encontro daquilo que já está profetizado na Palavra (Ezequiel 38:5). Até mesmo na questão da Coréia do Norte vemos esse jogo de poder entre essas grandes nações. Enquanto os EUA e muitas outras nações pedem medidas contra os norte-coreanos, principalmente depois do último lançamento de foguete feito pela Coréia do Norte no dia 04/04/09, a Rússia e a China, por motivos estratégicos, se opõem radicalmente a isso. Esse é o momento que estamos vivendo, onde a crise e a instabilidade mundial provocam o movimento das grandes potências procurando assumir o controle. Esse é mais um fator para crer que coisas surpreendentes ocorrerão em breve e que essas coisas contribuirão para derrubar definitivamente a ordem atual e instaurar um nova ordem global.

A CRISE

Não obstante as medidas tomadas, a crise continua impactando as nações. Como tínhamos adiantado na edição anterior, agora as atenções nos EUA se voltam para o sistema de cartões de crédito. O total de calotes nos pagamentos de cartões de crédito nos Estados Unidos atingiu o maior patamar em 20 anos, com até 9% dos clientes inadimplentes em algumas bandeiras. O total de não pagamentos chegou a cerca de US$ 400 bilhões em fevereiro, o equivalente ao dobro das reservas em dólar do Brasil. Se esse nível de calote for mantido (a expectativa é que ele cresça), as perdas definitivas de empresas e bancos podem chegar a US$ 75 bilhões em 2009. O valor é 60% maior do que toda a ajuda dada pelo Tesouro dos EUA ao Citigroup. Para ter uma idéia da questão, as empresas de cartões de crédito, que antes da crise ofereciam até US$ 100 para o cliente adquirir um novo cartão, agora propõem descontos de até US$ 300 nas dívidas dos usuários. Com uma única condição: que ele cancele o plano e devolva o cartão!
No começo de abril foi divulgada mais uma notícia alarmante:


"EUA podem enfrentar segunda recessão em 2010, mostra pesquisa" (REUTERS - 02/04/09)

"Apesar da forte expectativa de uma retomada no crescimento econômico dos Estados Unidos ainda neste ano, há chances de que o país enfrente outra recessão em 2010 decorrente da facilitação do crédito e do temor da inflação causada pelo enfraquecimento do dólar. Isso é o que mostra um relatório do instituto de pesquisa The Conference Board. Os sucessivos planos de estímulo propostos pelo governo e as medidas do Federal Reserve (Fed, o BC americano) para acelerar a economia devem começar a fazer efeito a partir do último trimestre deste ano, segundo expectativas do governo.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos apresentou na semana passada o plano público-privado para retirar dos balanços dos bancos papéis "podres" (com alto risco de calote, como títulos lastreados em hipotecas e outros empréstimos). O governo prevê que, dessa forma, sejam mobilizados ao menos US$ 500 bilhões para compras de títulos desse tipo... A pesquisa do The Conference Board aponta que as medidas de socorro podem minar as taxas de juros e jogar na casa dos bilhões a dívida pública americana, trazendo "consequências indesejadas". "Se os EUA experimentarem uma recuperação muito rápida, há grande risco de outra recessão em 2010", diz Bart van Ark, vice-presidente e economista-chefe do The Conference Board. "Isso pode alimentar expectativas do retorno da inflação, o que acrescentaria incertezas ao cenário de recuperação econômica."

Enquanto os especialistas analisam os dados de uma forma fria e profissional, devemos entender notícias como esta à luz do que já está profetizado na Palavra. Todas essas projeções feitas por especialistas não levam em consideração as profecias bíblicas. Porém, quando comparamos as profecias com essas notícias, podemos ter uma melhor noção do que está ocorrendo e do que breve ocorrerá. O grande fato atualmente é que o mundo não está preparado financeiramente para um grande baque, causado por um ataque terrorista de enormes proporções, ou um cataclismo natural ou algo desse calibre. O equilíbrio atual é tão frágil que uma simples mexida nessa “ordem” atual fará com que notícias como estas acima se tornem muito mais alarmantes e apocalípticas.

NOVA ONDA DE TERREMOTOS

Um forte terremoto atingiu no dia 06/04/09 a cidade italiana de L’Aquila,provocando a morte de quase 300 pessoas. O terremoto, que registrou entre 5,8 graus e 6,3 graus na escala Richter e o epicentro se deu a 100 quilômetros de Roma e do Vaticano. Um fato inusitado ocorreu em relação a esse terremoto. O sismógrafo italiano Giampaolo Giuliani, o qual trabalha no Instituto Nacional de Geofísica da Itália, previu o sismo e avisou às autoridades. Ele tinha desenvolvido um sistema para detectar terremotos e avisou as autoridades locais no final de março que um grande terremoto iria golpear a cidade de L'Aquila. Ele chegou a detectar mais de 30 pequenos tremores na região em fevereiro. Em vez de dar ouvidos ao sismógrafo, as autoridades advertiram Giuliani por "espalhar o pânico" em L'Aquila... Esse fato nos fez pensar sobre a realidade que vemos diariamente. Enquanto alguns anunciam a necessidade de estar atentos aos sinais proféticos e mostram a proximidade do fim e da restauração de todas as coisas pelo Senhor, a maioria não dá ouvidos e segue como se nada estivesse preste a ocorrer...
Independente de quem crê ou não, as profecias continuam se cumprindo. Nos últimos 30 dias houve uma grande atividade sísmica em todo o planeta, cumprindo aquilo que já fora profetizado pelo Senhor ao dizer que, no princípio de dores, haveria terremotos em “vários lugares” (Mateus 24:7).


Veja parte dessa sequência de tremores:

“Tremor de 4,3 graus atinge capital da Venezuela” (EFE – 05/04/09)

"Terremotos moderados atingem Colômbia e Califórnia” (FOLHA ONLINE - 30/03/09)

“Terremoto de 5,6 graus na escala Richter atinge norte do Peru” (EFE – 26/03/09)

“Terremoto de 4,7 graus atinge o sul da Califórnia” (FRANCE PRESS – 24/03/09)

“Ilha de Tonga é sacudida por terremoto; autoridades emitem alerta de tsunami” (FOLHA ONLINE – 19/03/09)

“Terremoto de 5 graus atinge centro da China” (AP – 12/03/09)


A NATUREZA CONTINUA GEMENDO

No dia 03 de abril, foi noticiado através da agência AFP que a camada glacial do Ártico poderá sofrer uma redução de até 80% nos próximos 30 anos. Essa advertência partiu de um estudo publicado no dia anterior (02/04/09), nos Estados Unidos, sobre os efeitos do aquecimento global no planeta. "A superfície do mar Ártico coberta de gelo no final do verão poderá não passar de um milhão de km2 em 2040, contra 4,6 milhões de km2 hoje", estimam os autores do estudo realizado pela Universidade do Estado de Washington e pela administração americana para a atmosfera e os oceanos (NOAA). Os pesquisadores aplicaram modelos de previsão nos quais levam em conta as últimas evoluções da camada glacial no Ártico, que sofreu uma "redução espetacular" no final dos verões de 2007 e de 2008, quando a superfície de gelo se viu limitada a 4,3 e 4,7 milhões de km2, respectivamente. A média destes seis modelos "permite prever um Ártico praticamente sem gelo dentro de 32 anos, revelam Muyin Wang, climatologista da Universidade de Washington, em Seattle, e o oceanógrafo do NOAA James Overland. Segundo Wang e Overland, os modelos precedentes, elaborados em 2007, previam esta redução apenas para o final do século XXI, por volta de 2100.
Nos céus, uma quantidade grande de asteróides continua ameaçando potencialmente entrar em colisão com a Terra. No dia 02/03/09, um asteróide, que recebeu a nomenclatura de 2009 DD45 passou tão próximo da Terra que a distancia entre ele e o nosso planeta foi de 1/50 da distância que há entre a Terra e a Lua! Caso colidisse com a Terra, o efeito seria semelhante ao de 1.000 bombas atômicas. A natureza continua gemendo. O gelo das calotas polares está literalmente desaparecendo, as temperaturas continuam subindo, preparando o caminho para o abrasamento assinalado no livro de Apocalipse (Apocalipse 16:7-9). Asteróides ameaçam chocar-se com nosso planeta. O Senhor Jesus afirmou que, pouco antes de Sua vinda, as estrelas (astros) cairiam dos céus e as potências (leis) dos céus seriam abaladas. As profecias estão se cumprindo e a volta Dele se aproxima!


Maranata!

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