domingo, 15 de janeiro de 2017

PARECE QUE A ONU TAMBÉM QUER ISRAEL FORA DO MAPA



PARA OS PALESTINIANOS, ISRAEL 
SIMPLESMENTE NÃO EXISTE...

As escolas patrocinadas pela ONU na Faixa de Gaza e na Judeia e Samaria fazem uso de livros de texto em que Israel foi simplesmente "apagado". Não existe. Mais ainda: esses ridículos materiais "didácticos" ensinam que tanto o Muro Ocidental como a Cave dos Patriarcas em Hebron são lugares exclusivamente muçulmanos que os judeus tentam ocupar. Até os selos do tempo do Império Britânico - quando este dominava aquela região então denominada "Palestina" - foram alterados com a remoção da língua hebraica.

A investigação agora realizada por Israel aos livros de texto usados nas escolas dirigidas pela ONU concluiu que Israel deixou pura e simplesmente de existir.

Esses livros são escritos pelo "Ministério Palestiniano para a Educação" (mas que educação ???), e chegam ao ridículo de tentar ensinar as crianças palestinianas que Israel não existe, nem sequer com as fronteiras de 1947...!

É caso para perguntar: se Israel realmente não existe, qual a razão da luta armada dos palestinianos? Se calhar, são as modernas representações do D. Quixote de la Mancha...

Num desses livros escolares, o sionismo é descrito como um movimento colonialista fundado por judeus europeus visando reunir judeus de todo o mundo para colocá-los na "Palestina" e em outros países vizinhos árabes. Os textos desses livros forçam ainda a ideia de que os sionistas o fazem através de métodos, tais como a imigração e a expulsão das populações árabes das suas terras.
Nesses livros subsidiados pelas Nações Unidas não é feita qualquer menção da ligação religiosa ou histórica dos judeus à Terra de Israel ou a Jerusalém. As escolas não mencionam tampouco nos seus manuais qualquer sítio sagrado judaico, nem o Muro Ocidental, nem a Cave dos Patriarcas, nem sequer o túmulo de Raquel.

Pelo contrário, esses manuais escolares ensinam que todos esses lugares são locais sagrados muçulmanos que os judeus tentam ilegitimamente controlar.

As crianças dessas escolas controladas pela ONU são também ensinadas que os massacres de judeus pelos árabes em 1929 (especificamente em Safed, Hebron e Jerusalém) se chamam"revolta de al Buraq", e que foram realizadas para impedir que os judeus conquistassem e ocupassem essas cidades sagradas.

Nesses massacres, mais de 130 judeus foram massacrados pelos seus vizinhos árabes.


NEGAÇÃO DA LÍNGUA HEBRAICA


VEJA-SE NO SELO ORIGINAL (À DIREITA)
A LÍNGUA HEBRAICA, APAGADA NO SELO DA
ESQUERDA ENTRETANTO REVISADO
PELOS "ARTISTAS" PALESTINIANOS...

Mas os disparates não se ficam por aqui. Nos livros de texto compilados pelos "mestres palestinianos" mas pagos pela ONU a própria língua hebraica foi apagada. Num dos livros encontra-se a gravura de de um selo corrente na época do mandato britânico que originalmente tinha palavras escritas em hebraico, inglês e árabe. As novas gravuras do selo representadas pelos "artistas" palestinianos apagaram as palavras em hebraico, deixando apenas as que estão em inglês e em árabe...

DESAPARECIMENTO PROVOCADO DE TODAS AS POVOAÇÕES JUDAICAS




PARA OS PALESTINIANOS, TEL AVIV NÃO EXISTE...

Nestes ridículos livros de texto subsidiados pela ONU, não há menção da existência de judeus em Israel, muito menos de qualquer povoação judaica depois de 1948 nos seus mapas. 

A própria cidade de Tel Aviv - a segunda maior em Israel - passou a ser re-denominada como "Tel al-Rabia"...

Apesar das promessas feitas pelo presidente da Autoridade Palestiniana para rever todos estes textos, a verdade é que esse indivíduo nada fez até agora.

Convém recordar que durante a guerra defensiva travada por Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza, as escolas patrocinadas pela ONU foram utilizadas pelo Hamas para depósitos de armamento...




No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país. 

O ano de 2016 foi fantástico para os antissemitas nas Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU visou somente a única democracia do Oriente Médio: o Estado de Israel. A sainte Administração Obama, segundo consta, orquestrou o que até o Haaretz chamou de uma campanha de "aprontar e sair correndo" na ONU para denegrir o estado judeu e deixá-lo à mercê da própria sorte onde avultam apenas conflitos e ódio. Trata-se de um genocídio cultural que não é menos perigoso do que os ataques terroristas. Ele se baseia em mentiras antissemitas e cria um clima para que não seja alcançada a "paz", como dissimuladamente se propaga e também para perpetuar a guerra.

A Resolução 2334 do Conselho de Segurança da Nações Unidas é o ápice de um ano vertiginosamente proveitoso para os antissemitas. Em novembro passado, comissões da Assembleia Geral da ONU adotaram, em um único dia, dez resoluções contra Israel, a única sociedade aberta do Oriente Médio. Quantas resoluções foram aprovadas contra a Síria? Uma. Quantas contra o estado pária da Coreia do Norte? Uma. Quantas contra a Rússia, quando anexou a Crimeia? Uma.

Hillel Neuer, da UN Watch, fez a seguinte observação:

"Mesmo quando o presidente sírio Bashar Assad se prepara para o massacre final do seu próprio povo em Aleppo, a ONU aprova uma resolução - elaborada e co-patrocinada pela Síria - que falsamente condena Israel por tomar "medidas repressivas" contra cidadãos sírios nas Colinas de Golã. É simplesmente obsceno".

Nem uma única resolução foi aprovada em relação aos países que realmente violam os direitos humanos, como a Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China e Cuba, isso para não falar dos inúmeros países verdadeiramente tirânicos em toda a África. Apenas uma resolução foi aprovada no tocante às "propriedades de refugiados palestinos", mas sequer uma única menção sobre a propriedade dos cristãos iraquianos em Mossul.

Outra resolução neste banquete racista das Nações Unidas diz respeito à "aplicação da Convenção de Genebra nos territórios ocupados". Há centenas de disputas territoriais no mundo, do Tibete ao Chipre, mas será que apenas Israel merece ser mencionado?

De acordo com os mentirosos das Nações Unidas, o país mais perverso do mundo é Israel. O Alto Comissário de Direitos Humanos Zeid Ra'ad do Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU e o príncipe Zeid al Hussein da Jordânia já estão patrocinando uma "lista negra" de empresas internacionais que têm laços com empresas israelenses na Judeia, Samaria, Jerusalém Oriental e nas Colinas de Golã para facilitar o boicote a Israel, na esperança evidente de exterminar economicamente a única democracia e nação pluralista da região: o estado judeu.

A Representante Especial das Nações Unidas para Crianças e Conflitos Armados Leila Zerrougui da Argélia, sugeriu também incluir o Exército de Israel na lista negra de países e grupos que causam corriqueiramente sofrimento às crianças, juntamente com Al Qaeda, Boko Haram, Estado Islâmico, Talibã e países como o Congo e a República Centro Africana, abominada por conta de suas crianças-soldado - obviamente que isso não se aplica aos palestinos, que continuam promovendo o uso de crianças como combatentes e como "mártires". Como é que a jurisprudência Ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que fossem cometidos mais crimes contra a humanidade, agora está sendo usada para perpetuar mais crimes e justamente contra as democracias?

Comissão das Nações Unidas para os Direitos das Mulheres condenou Israel como o único violador mundial dos direitos das mulheres. Não a Síria, onde as forças de Assad usam o estupro como tática de guerra ou o Estado islâmico, que escraviza as mulheres das minorias religiosas. Não a Arábia Saudita, onde as mulheres são punidas se não estiverem vestidas com os trajes islâmicos que cobrem o corpo inteiro em temperaturas escaldantes ou se dirigirem um carro ou até mesmo se saírem de casa desacompanhadas. Não o Irã, onde o "adultério" (que pode incluir o estupro) é passível de punição por apedrejamento até a morte. E se palestinos espancam as esposas a culpa é de Israel, segundo afirmou a especialista da ONU Dubravka Simonovic com a maior cara lavada.

A Organização Mundial da Saúde das Nações Unidas também seleciona singularmente Israel como o único infrator do mundo da "saúde ambiental, mental e física", apesar de Israel ser o único país do mundo, que a bem da verdade, proporciona assistência médica aos seus inimigos (pergunte aos filhos dos líderes do Hamas).

Michael Lynk, canadense, professor de Direito foi então nomeado como investigador "imparcial" da ONU sobre supostas violações israelenses dos direitos humanos, apesar da sua longa história de lobismo contra Israel, incluindo a sua participação no conselho de muitas organizações pró-palestinas, incluindo os Amigos de Sabeel e o Conselho Nacional de Relações árabes-canadenses.

Em outubro passado a agência cultural da ONU, UNESCO - ao declarar, como num passe de mágica, que locais bíblicos judaicos da antiguidade são na verdade "islâmicos", muito embora o Islã sequer existisse historicamente até o Século VII, pois veio a ser estabelecido centenas de anos mais tarde - quis, com a cumplicidade pérfida do Ocidente, apagar as raízes judaico-cristãs de Jerusalém.

É uma manipulação terrível procurar apagar toda a história judaica e cristã para que se acredite que todo o mundo era originalmente e eternamente somente islâmico. É uma jihad. Esta é a cara da jihad. Não se trata apenas de macacões laranja, decapitações e escravidão. Se é possível apagar e reescrever a história, também é possível redirecionar o futuro. Se você não sabe de onde você vem, em nome de que valores você irá lutar ou defender?

Nomes importam sim. Se for um nome judeu, então ele é chamado de "Judeia e Samaria", se for um nome "Palestino", poder-se-ia dizer que os "judeus o roubaram" e que Israel é uma "entidade colonialista" edificada na "injustiça". Por que então ninguém aponta para todo o continente da América do Sul, usurpado dos índios pelas armas de Cortés, Pizarro e outros europeus?

A última resolução do Conselho de Segurança da ONU contra Israel não trata somente de "assentamentos", mas também da Cidade Velha de Jerusalém. Seus membros querem voltar a história, não para o ano de 1967 e sim 1948, o ano em que Israel nasceu.

Quando Marcel Breuer e Bernard Zerfuss projetaram o edifício da UNESCO em concreto e vidro na Place Fontenoy em Paris e Pablo Picasso doou afrescos ao empreendimento, eles muito provavelmente imaginavam o renascimento da cultura ocidental após as tragédias da guerra, do Holocausto e do pesadelo nazista. Nunca em nenhum outro lugar do planeta palavras como "educação", "ciência", "cultura", "liberdade", "paz" e "fraternidade" foram repetidas tantas vezes. Havia esperança e comprometimento de que o futuro seria melhor - não pior. Mas o sonho não durou mais do que poucos minutos após o anúncio.

União Soviética já tinha de fato manchado programas culturais da UNESCO com o vermelho do comunismo, como quando a UNESCO promoveu a "nova ordem da informação mundial", cuja meta era acabar com o domínio da imprensa ocidental - apresentada como uma "ameaça" à "identidade cultural" das nações do "Terceiro Mundo". Daí em diante, debaixo da Torre Eiffel, o Terceiro Mundo autoritário e antiocidental assumiu o controle do centro cultural da ONU, que se tornou, de acordo com o Washington Post, "excessivamente burocrático, oneroso, perdulário, imbuído de um forte viés antiocidental e anticapitalista".

Desde então Israel continua a ser tratado como um pária por esses criminosos ideológicos e tangíveis do Sena. Mesmo depois disso tudo, em 1975 a ONU "mostrou sua verdadeira face" disseminando o libelo de sangue antissemita: "sionismo é uma forma de racismo".

No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país.

O destino da civilização judaico-cristã - o cristianismo, bem como o judaísmo - sobre os quais se baseiam todos os nossos valores, está ligado ao destino do Estado de Israel. Se Israel deixar de existir, o mesmo acontecerá com o cristianismo. O mundo é testemunha de como os poucos cristãos e demais não muçulmanos que ainda restam no Médio Oriente - outrora os gloriosos cristãos de Bizâncio - estão sendo massacrados, uma vez que os judeus e os gregos se foram.

A guerra das Nações Unidas contra os judeus de Israel é no fundo uma guerra contra o Ocidente. A ONU e seus defensores estão rapidamente abrindo caminho para o califado europeu.

Um comentário:

Mário Gontijo disse...

Claro que o Povo Judaico nunca entendeu a verdadeira mensagem de Deus, exceto alguns como Abraão, Davi, Jesus! Moisés ficou soberbo e nem chegou à terra prometida; Josué, seguindo a cartilha equivocada de Moisés, matou até os mosquitos na "Nova Terra", criando um carma pela eliminação dos gentios que lá habitavam e poderiam dividir as terras em harmonia; Noé ao receber a notícia do Dilúvio e em seguida fazer sua Arca de Noé onde só entraram seus familiares e os animais que conseguiu reunir, também não entendeu que deveria avisar A TODOS para também construírem suas arcas para não morrer, compartilhando a Boa Nova ("quem tem ouvidos para ouvir, ouvirão, outros não e irão perecer"), enfim, agiu no EGO. É como se eu tivesse uma informação privilegiada de que o prédio onde mora irá ruir. Em vez de avisar a todos, retiro minha família, minhas coisas, vendo o apartamento e deixo todos na ignorância que os levarão à morte!

Além do mais, na região que hoje Israel teima em tomar dos antigos ocupantes desde milênios, onde todos, judeus e gentios conviviam, sempre foi uma terra livre e só passou a ter conflitos de morte com a criação pelas forças que ganharam a segunda guerra do "Estado de Israel", uma desgraça da humanidade!

O verdaeiro Israel é ESPIRITUAL!

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