quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Controle total continua cada vez mais próximo

O avanço do controle total

Um software que denuncia crimes antes mesmo que sejam cometidos é ao mesmo tempo fascinante e assustador. Uma experiência no Sul da Inglaterra mostra que isso já é possível. Algo está sendo feito em busca da vigilância total.
No filme de ficção científica “Minority Report”, que se passa em 2054, crimes capitais como assassinatos não ocupam mais as manchetes. Uma unidade especial da polícia, chamada “Pré-Crime”, auxiliada por três paranormais, detecta todos os atos de violência antes que aconteçam, e prende os criminosos potenciais a tempo...
Os produtores desse filme de Hollywood se enganaram em apenas três aspectos: esses sistemas já existem hoje, e não somente em 2054. Segundo: no mundo real a tarefa dos “videntes” do filme é assumida por um software inteligente. E, em terceiro lugar: a história não se passa em Washington DC, mas em Portsmouth, no Sul da Inglaterra.
Essa cidade portuária de 200.000 habitantes, no condado de Hampshire, está testando há algum tempo um novo sistema de videovigilância. A característica especial: em vez dos métodos de vigilância normais, que requerem muito pessoal devidamente treinado, esse sistema usa um programa chamado “Perceptrak”, que busca comportamento suspeito nas imagens analisadas e aciona o alarme quando necessário.[1]
O relato também destaca que atualmente já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes. Em Londres, por exemplo, é grande a probabilidade de ser filmado até 300 vezes por dia. A organização de direitos civis “Liberty” está preocupada porque essa tecnologia oferece cada vez mais facilidades para o governo “vigiar cada passo do cidadão”.
O assustador nessa tecnologia é que o indivíduo sente-se cada vez mais vigiado e, em breve, poderá ter todos os passos seguidos. Aquilo que pode contribuir para a segurança do Estado forçosamente se tornará um fator de grande insegurança para o indivíduo. Mas é fascinante como a profecia bíblica se mostra atual, como seu cumprimento é exato e como a Palavra de Deus é verdadeira. Afirmações feitas há mais de 2000 anos estão se realizando diante dos nossos olhos. Algo está acontecendo, aproximando-nos cada vez mais rápido de Apocalipse 13. Está sendo criado um sistema que finalmente servirá de ferramenta ao vindouro Anticristo.
Já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes.
Se hoje em alguns lugares um cidadão já é filmado até 300 vezes num só dia, não é difícil imaginar a abrangência que o sistema anticristão terá.
Desde o começo o objetivo de Satanás era “ser como Deus”: “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14). Portanto, não é de admirar que o Diabo tenha seduzido o primeiro casal com este mesmo argumento: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).
Ser como Deus significa ser onipotente, onisciente e onipresente. Nenhum anjo, nenhum demônio, nem mesmo Satanás tem essas características. O sistema anticristão final tentará alcançar esse alvo. Todas as pessoas devem ser vigiáveis e influenciáveis em qualquer lugar em que estiverem. Isso dará ao Anticristo um poder imensurável. Pois aquele que tem controle total e consegue observar qualquer pessoa, também pode influenciar e determinar as ações de qualquer um. Ele pode tirar alguém do meio do trânsito, excluí-lo da sociedade, da vida em comunidade e isolá-lo. É exatamente o que a Bíblia prevê, a respeito do que já alertamos diversas vezes.
“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.14-18).
A última sedução virá pelo caminho da “sensatez”. Câmeras de vigilância ajudam a prevenir assaltos e seqüestros. Elas auxiliam a combater o terrorismo de forma eficiente e a esclarecer acidentes. Quem não concordaria que isso é bom? Mas o homem, influenciado pelo pecado, sempre consegue usar para o mal algo foi planejado para o bem. A descoberta da dinamite e da fissão atômica deveriam trazer progresso aos homens, mas foram abusadas e transformadas em formas terríveis de extermínio da humanidade.
Quanto mais o homem se separa de Deus, mais ele buscará a própria onipotência. Ao se fazer independente de Deus, ele mesmo se eleva como se fosse Deus. Mas, em vez de vida, ele encontra perdição e morte.
Se hoje os sistemas de controle já estão tão avançados em tantas áreas, e os desenvolvimentos são cada vez mais rápidos, quão próximo estará o cumprimento do Apocalipse e dos acontecimentos que ele descreve?
Entretanto, nós temos a promessa: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lc 12.32). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).

domingo, 16 de junho de 2013

Perder? Nunca!


Perder? Nunca!

O que queremos sempre é vencer. Conquistar a Copa de Mundo! As expectativas são enormes. Milhões de torcedores se agitam. Perder no início e ser eliminado na fase classificatória seria catastrófico!
“Avançar nesse grupo é uma obrigação para nossa Seleção”, declara um alto executivo da Confederação. O goleiro da equipe afirma: “Precisamos vencer todos os jogos, não importa contra quem seja!” Uma derrota nem entra em cogitação para ele: “Quando eu jogo a Copa do Mundo, quero ser campeão mundial!” Outro declara, ainda, que a conquista da Copa de Mundo é o seu objetivo de vida. Podemos observar: o fracasso da própria seleção é algo inadmissível para todos e seria a maior catástrofe esportiva.

Perder? Nunca!

Um evento dessa envergadura envolve outros aspectos além do esporte em si. Também no campo econômico há grandes expectativas. Um acontecimento positivo desses pode alavancar a economia interna através da movimentação do comércio. Isso seria ótimo, não é mesmo? Classificar a equipe para a final, com a possível conquista da taça, juntamente com todos os efeitos econômicos para o país é algo esperado com ansiedade. Assim, também na área econômica, dizemos:

Perder? Nunca!

Naturalmente, queremos que nossa seleção vença. A derrota seria terrível, mas isso não vale somente para o futebol. Na carreira profissional ou em todas as áreas da nossa vida queremos ser bem sucedidos. Somos incentivados a sermos vencedores!

Perder? Nunca!

Isso vale, principalmente, para nossa vida como um todo. Jesus Cristo, o Filho de Deus, diz: “Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” De que nos adianta conquistar a Copa do Mundo, ter sucesso na vida profissional e particular se, ao final de nossa vida, formos perdedores? Como assim?! Porque nos descuidamos do mais importante, ou seja, descuidamos da vida eterna com Deus, no Céu. A Bíblia diz: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (João 3.36). Pense comigo: Deus é santo e imaculado. Por outro lado, todas as pessoas são pecadoras. Ninguém corresponde ao padrão de Deus. Por isso, ninguém consegue persistir diante desse Deus Santo. “...todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3.23).
A Bíblia esclarece que, por causa dos nossos pecados, há um muro nos separando de Deus: “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós...” (Isaías 59.2) e que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23). Isso significa estar eternamente separado de Deus. Nenhuma pessoa consegue eliminar essa separação ou evitar esse “salário do pecado”. Enquanto estivermos resistindo a Deus e ao Seu reinado em nossa vida, estaremos no lado dos perdedores.

Perder? Nunca!

Somente quando admitirmos e confessarmos nossos pecados diante de Deus, conscientes de que não conseguimos nos livrar sozinhos, podemos receber ajuda. Foi para isso que Jesus Cristo veio a este mundo e morreu na cruz. Ali, através da Sua morte, Ele pagou pelos nossos pecados. Quem aceita, com fé, essa verdade para sua vida, esse passa para a condição de vencedor. Jesus Cristo ressuscitou da morte e está vivo! Todo aquele que crê em Jesus e confia a sua vida a Ele, viverá eternamente no Céu. Crer em Jesus, significa, concretamente, confessar a culpa e os pecados a Jesus (“Se confessarmos os nossos pecados, ele [Deus] é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” - 1 João 1.9e significa, também, entregar o comando da sua vida para Ele. Não desperdice esta maior vitória que uma pessoa pode conquistar. Decida-se hoje pelo verdadeiro Vencedor Jesus Cristo e passe para o lado dEle!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Fundação da Igreja Católica Apostólica Romana


Sobre a Fundação da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana):

A maior parte dos Católicos Apostólicos Romanos embasam que a fundação da ICAR tem suas origens em Pedro, pela passagem bíblica de Mateus 16:18:

"Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;"


Mas será que o sentido é exatamente esse? Será que ele foi mesmo ofundador da ICAR?

Eu sempre digo que um texto fora do contexto pode justificar muita coisa, então vejamos:

O momento em que disse isso a Simão (ou Cefas, ou Pedro) foi único. Jesus estava falando contra os Fariseus e os Saduceus ao povo que pedia algum sinal vindo dos céus, para que provasse que Deus estava lá.

Qual prova seria maior a eles que o próprio Deus em carne? E Jesus mostrou a eles que não poderia haver prova maior do que reconhecê-lo como tal por sua graça e todos os sinais que já havia dado:

“E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós, homens de pouca fé, sobre o não terdes trazido pão?
Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens, e de quantas alcofas levantastes?
Nem dos sete pães para quatro mil, e de quantos cestos levantastes?
Como não compreendestes que não vos falei a respeito do pão, mas que vos guardásseis do fermento dos fariseus e saduceus?
Então compreenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus.” 
Mateus 16:8-12

Depois disso, Jesus perguntou aos discípulos quem era filho do homem e, posteriormente às respostas, perguntou quem era ele próprio e o primeiro a responder foi Pedro:

Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 
Mateus 16:15-16

E Jesus posteriormente a isso respondeu-lhe:

“E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque tu não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.
Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
Mateus 16:17-18

Ou seja, no contexto, Pedro o reconheceu como filho de Deus e não filho da carne. E Jesus, feliz pelo reconhecimento disse que sua revelação e fé são ROCHA (Pedra, ou Pedro) e é sobre este reconhecimento e fé que são rocha, que sua igreja é edificada. Ou seja, é uma fé inabalável e sobre a fé inabalável que Jesus edifica sua igreja.

Em momento algum Jesus disse que os outros apóstolos tinham importância menor do que a de Simão e também e momento algum o colocou como líder.
A critério de conhecimento, por exemplo, após a ressureição de Jesus:

“Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados à mesa, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
Marcos 16:14-17

Perceptivelmente ele não disse isso somente a Pedro, concordam? Outro fato importante é que um dos poucos que realmente fizeram o que Jesus mandou foi Paulo.

Então, quem fundou realmente a ICAR?

Lhes digo que foi Constantino (imperador Romano que reinou do ano de 306 até 337, onde morreu aos 65 anos).
Constantino tinha como religião principal o Culto a Deus Sol Invictus e até a sua cunhagem (prensa da moeda) tinha o Sol Invictus como oficial.



Por receio, vendo o crescimento estrondoso do cristianismo em seu meio, como forma de controle, colocou o Cristianismo como principal religião e proibiu o paganismo.

Este fato é muito interessante, pois ele próprio só foi batizado minutos antes de morrer (por via das dúvidas para não ir para o inferno), tendo para si como religião principal o próprio culto ao Deus Sol Invictus