sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS.

Aqui comentaremos sobre o cumprimento da profecia dos cavaleiros, revelada em Apocalipse 6:1-8. Abordaremos notícias que apontam para o cumprimento da profecia dos cavaleiros já nestes dias. Cremos que essa profecia dos cavalos e seus cavaleiros vem se cumprindo progressivamente ao longo da história e alcançará seu clímax nos últimos tempos, momento simbolizado pelo cavalo amarelo e o seu cavaleiro, com a destruição de ¼ da população mundial. Entendemos que esse será o momento em que acabará o princípio de dores e começará o período tribulacional em si. A crise financeira que ora assola todo o mundo parece levar-nos ao clímax do que é profetizado em Apocalipse 6:5-6:

“E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão. E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho”

Já os conflitos que se mostram como inevitáveis, como aquele entre o Irã e Israel (veja um comentário sobre esse assunto mais abaixo), ou como a invasão de Gog ao Oriente Médio, podem levar à terceira guerra mundial. Vejamos o que diz a profecia dos cavalos e seus cavaleiros:

“E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

Por sua vez, o cavalo amarelo e o seu cavaleiro simbolizam a junção de todos os anteriores e o momento de clímax, onde 25% da população morrerão em função do que é descrito:

“E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra” (Apocalipse 6:8)

No tocante à questão das pestes, convidamos você a ler um relatório divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que aponta para um número de vítimas que pode chegar a ¼ da população mundial...

ISRAEL X IRÃ: O QUE PODERÁ OCORRER PROFETICAMENTE

Para nós, o conflito que se mostra mais próximo, sob o prisma escatológico, é aquele entre Israel e Irã. Já demos aqui em outros tópicos algumas razões pelas quais cremos que um provável conflito entre Israel e Irã, talvez envolvendo outras nações árabes próximas a Israel, está prestes a ocorrer. Porém, vale a pena lembrar tais razões. Em primeiro lugar, a retirada das tropas americanas do Iraque, já anunciada pelo futuro presidente americano, Barack Obama, fragilizará ainda mais a cambaleante realidade atual no Iraque, deixando o Irã numa posição de grande poderio e influência na região e Israel praticamente desprotegido. Há poucos dias, um conhecido comentarista de TV disse, muito apropriadamente, que o maior beneficiado com a invasão americana ao Iraque e a retirada das tropas americanas daquele país já nos próximos meses, é o Irã. Sem dúvidas, o governo israelense sabe disso e essa é uma razão para crer que as forças armadas israelenses poderão tomar decisões antes que isso ocorra... Ainda a respeito dessa questão, recebemos um artigo de um de nossos leitores, sob o título de "A Maior Ameaça", (AGÊNCIA IAR NOTÍCIAS), onde é relatado que a cúpula militar israelense pediu ao governo uma preparação para atacar o Irã. No mesmo artigo é revelado que um documento militar, citado pelo influente jornal judeu Haaretz, revela que o Estado Maior das forças armadas israelenses já tem um "plano de contigência" para atacar o Irã, muito além das posições que os EUA tenham sobre a questão... A cúpula militar israelense advertiu que Israel terá que enfrentar "quase sozinho" as diferentes ameaças à sua sobrevivência. O texto ainda assinala o risco de que a Autoridade Nacional Palestina (ANP) seja derrubada em 2009 e, como conseqüência, traga a não consolidação do Estado Palestino, que é a base de todos os diálogos sobre o Oriente Médio realizados até aqui. Por isso, Israel deverá "impedir" a celebração das eleições presidenciais palestinas em janeiro de 2009, "a qualquer custo"...

Outra forte razão para um enfrentamento entre Israel e Irã nos próximos meses é o programa nuclear iraniano e os progressivos avanços iranianos na produção e testes de mísseis capazes de alcançar grandes distâncias. Veja a seguinte notícia:

IRÃ JÁ TEM TECNOLOGIA NUCLEAR

"O governo iraniano afirmou nesta segunda-feira que não vai abandonar o programa nuclear e pediu ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, para mudar a política em relação ao país. A informação é de reportagem desta segunda-feira do jornal "The New York Times", que cita a agência de notícia iraniana Irna.

Irã diz que Obama terá que mudar estratégia e pede nova conduta nas negociações. O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Hassan Ghashghavi, disse hoje que o país, que se recusou por diversas vezes a suspender o enriquecimento de urânio, não vai mudar sua política nuclear e que espera uma mudança nas negociações diplomáticas com os EUA. Segundo o porta-voz, Obama até agora adotou o mesmo tom usado pelo atual gestão de George W. Bush. "Ele tem que ser capaz de mudar sua política de acordo com sua promessa de mudança". Segundo Ghashghavi, a política agressiva adotada até agora é uma estratégia "fracassada" e o Irã espera em uma relação marcada pela interação. "Eles têm que reconhecer nossos direitos. Nós precisamos promover progresso e desenvolvimento", afirmou o porta-voz. A declaração do governo iraniano foi em resposta a uma entrevista concedida ontem por Obama à rede de TV NBC. Na ocasião, o presidente afirmou que adotará "uma diplomacia forte, mas direta com o Irã". Obama disse que os EUA vão oferecer incentivos ao Irã para que ele suspenda seu programa nuclear, mas advertiu que sanções mais duras serão aplicadas se Teerã prosseguir com a ameaça. "Precisamos instituir uma diplomacia forte, mas direta com o Irã", disse Obama, que assumirá a Presidência no dia 20 de janeiro.

Então, diante do fortalecimento estratégico e militar do Irã, da fraqueza americana, não somente com a retirada do Iraque, mas no cenário financeiro também, da situação palestina e da ameaçadora aliança oculta entre Irã e Rússia, é prudente estar atento ao que ocorrerá entre Israel e Irã. Se Israel quer atacar o Irã, então o momento, usando o raciocínio militar, é agora, enquanto o Irã (teoricamente) ainda não possui ogivas nucleares capazes de atingir Israel e enquanto as tropas americanas não foram retiradas completamente do Iraque. Tal conflito, caso ocorra, mexerá com interesses internacionais, principalmente devido ao interesse de russos e americanos na região, que concentra quase a totalidade da produção de petróleo do mundo, e tomará feições de uma verdadeira guerra mundial, principalmente se Israel, numa ação preventiva, decidir atacar outros países árabes produtores de petróleo, o que poderá causar um colapso global em poucos dias. Sem dúvidas, um conflito entre Israel e Irã já nos próximos meses aprofundará ainda mais a presente crise financeira global e promoverá a necessidade desesperada por um acordo político e financeiro entre todas as nações num nível nunca antes visto, ao mesmo tempo em que aumentará o ódio e rejeição da população mundial contra Israel. Tal conflito poderá propiciar a consolidação dos dez chifres, o surgimento de um sistema financeiro global, uma tomada de posições estratégicas para a invasão russa a Israel (Ezequiel 38 e 39) e, até mesmo, a manifestação prévia do anticristo. Por isso, vamos permanecer alerta!

A CRISE CONTINUA

Foi noticiado no dia 05/12/08 que nas montadoras no Brasil já havia 300.000 carros nos pátios, sem compradores. Na última semana, a Vale do Rio Doce, uma das mais sólidas empresas brasileiras, demitiu 1.300 trabalhadores e colocou 5.500 em férias. A multinacional Sony planeja demitir mais de 8.000 funcionários a partir dos próximos dias. Em Taubaté-SP, a LG demitiu 500 funcionários. Esses são apenas alguns exemplos de cenário sombrio que paira sobre a economia global. A crise começa a chegar à população comum. Nos EUA, os índices de desemprego atingiram os piores níveis em 3 décadas. Um grupo de sete economistas respeitados e independentes do National Bureau of Economic Research (NBER) acaba de divulgar um documento afirmando que os EUA estão em recessão desde dezembro de 2007. De lá para cá, segundo eles, a atividade econômica do país não parou de cair. Nos EUA, é o NBER que vem determinando formalmente os ciclos de recessão desde a década de 30. Entre seus integrantes e ex-membros, há 16 dos 31 prêmios Nobel de Economia ganhos pelos norte-americanos. Nos últimos dias, as 3 principais montadoras americanas pediram um auxílio emergencial ao governo de 34 bilhões de dólares, sob pena de não funcionarem mais já nas próximas semanas. Veja a seguinte notícia:

"EUA eliminam 533 mil postos de trabalho em novembro; desemprego vai a 6,7%" (FOLHA ONLINE - 05/12/08)

"A economia dos EUA eliminou 533 mil empregos no mês de novembro, chegando assim a 11 meses consecutivos de fechamentos de postos de trabalho no país, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho. O corte de empregos no mês passado foi o maior desde dezembro de 1974 --quando os EUA estavam em meio a uma recessão--, quando a economia perdeu 602 mil postos de trabalho. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu e chegou a 6,7%, a mais alta das duas administrações do presidente americano, George W. Bush. O total de desempregados nos EUA já atingiu 10,3 milhões, sendo que 2,2 milhões estão sem emprego há mais de 27 semanas. Ainda de acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de pessoas desempregadas aumentou em 2,7 milhões... Na semana passada, o Departamento de Comércio informou que a economia dos EUA teve uma contração de 0,5% no terceiro trimestre deste ano, maior que a de 0,3% anunciada no fim de outubro, segundo dados revisados. As perspectivas para a economia americana no quarto trimestre são de uma nova contração..."

Alguns comentaristas cristãos têm sustentado que essa é a crise que revelará o anticristo. Porém, cremos que, muito mais importante do que ficar tecendo prognósticos a respeito da crise, afirmando que o sistema entrará em colapso em algumas semanas ou, como fazem os mais otimistas políticos mundiais, que a "normalidade" voltará em 2009, é ficar atento a todos os desdobramentos da crise. Nenhuma posição extrema é prudente neste caso. O prudente é acompanhar passo a passo todos os desdobramentos principais desta crise e tentar vislumbrar que significados proféticos eles trazem. Aqui, em nosso blog, estaremos sempre atentos a isso. Sabemos bem que, para que o sistema da besta seja implantado, para que sejam consolidados os dez chifres e para que o anticristo e o falso profeta surjam no cenário mundial, é necessário que haja um caos ou colapso prévio. É necessário que os atuais paradigmas do mercado financeiro global sejam modificados. Esse colapso, que gerará essa mudança de paradigmas, pode ser a crise atual ou o aprofundamento dela nas próximas semanas. Porém, pode ser um outro fator ou a junção de todos eles. É por isso que devemos estar atentos a tais sinais e ter muita prudência. Vamos esperar vigiando e orando!

UM ALERTA DA OMS

Preste atenção nesse comunicado da OMS (Organização MUndial da Saúde) e compare com Apocalipse 6:8. Veja a notícia: "OMS alerta sobre ameaça de pandemias mundiais" (EFE- 22/08/08)

"A prioridade em matéria de saúde para este século é evitar a propagação de doenças infecciosas entre países para evitar pandemias mundiais, segundo o relatório de 2007 da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado hoje. No texto, a OMS lembra que as companhias aéreas transportam mais de 2 bilhões de passageiros anualmente, "proporcionando, assim, as oportunidades para os agentes infecciosos e seus vetores se propagarem rapidamente de um país a outro".

"Um surto ou uma epidemia em certo lugar do mundo pode se transformar, em apenas algumas horas, em uma ameaça iminente em qualquer outro ponto do planeta", acrescenta o relatório. A OMS não só considera que as ameaças existem, mas acredita que vão crescer, já que, de acordo com o documento, "estão surgindo novas doenças em um ritmo sem precedentes, de uma por ano". Nos últimos cinco anos, o organismo registrou mais de 1.100 epidemias.

O cólera, a febre amarela e as meningocócicas epidêmicas reapareceram nos últimos 25 anos, e a disseminação da resistência aos antibióticos ameaça gravemente a luta contra as doenças infecciosas, segundo a organização. A OMS fala, também, sobre o crescimento da "farmacorresistência" e sobre a aparição de novas doenças transmitidas pelos alimentos, como o mal da Vaca Louca (encefalopatia espongiforme bovina). Além disso, o relatório destaca três novas ameaças para a saúde, surgidas no século XXI: o bioterrorismo, a aparição da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Severa) e a poluição com resíduos químicos tóxicos. "A Sars, primeira doença a surgir neste século, confirmou o temor, gerado pela ameaça bioterrorista, de que um agente patogênico novo ou pouco comum possa ter profundas repercussões na saúde pública e na segurança econômica em escala internacional", afirma o relatório.

A OMS diz que seria muito "ingênuo" e um "excesso de confiança, supor que não surgirá, mais cedo ou mais tarde, outra doença como a aids, a febre hemorrágica do Ebola ou a Sars". "Se surgir um vírus pandêmico plenamente transmissível, não será possível evitar a propagação da doença, que afetaria aproximadamente 25% da população mundial", acrescenta o texto. "Os cientistas concordam que o risco de uma pandemia continua. A questão não é se esta surgirá, mas quando", enfatiza o relatório"

O que está relatado acima, repetimos, é um comunicado OFICIAL da Organização Mundial da Saúde. Vemos que, mesmo em meio a sinais tão claros da proximidade da volta do Senhor, a grande maioria permanece desapercebida e despreparada. O mesmo sentimento que imperava nos corações nos dias de Noé, enquanto este construía uma gigantesca embarcação e anunciava a proximidade do juízo divino, impera hoje no coração da maioria. Nossa missão é continuar apregoando a justiça de Deus.

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