segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Câmara dos Lordes Britânicos e o Terrorismo provocado pelos Governos

Casa dos LordesCâmara dos Lordes Britânicos e o Terrorismo provocado pelos Governos. Lorde James de Blackheath revela envolvimento na lavagem de dinheiro do terrorismo, especialmente para o IRA a mando do Banco da Inglaterra.
Se havia alguma dúvida de que os governos financiam ataques terroristas de falsa bandeira contra si mesmos, esta dúvida foi apagada por uma recente discussão na Câmara dos Lordes britânica.


O discurso pode ser visto no vídeo na posição 2h e 34m.
Ao falar aos seus pares na Câmara, Lorde James de Blackheath revelou que ele tinha sido envolvido na lavagem de bilhões de libras de dinheiro do terrorismo, especialmente para oIRA e vários terroristas norte-Africanos, a mando do Banco da Inglaterra. James também explicou que tinha sido contactado por uma organização secreta que estaria se oferecendo para ajudar a Grã-Bretanha pagar suas gigantescas dívidas.




A questão da dívida foi o que inicialmente motivou tal inacreditável admissão de culpa por Lorde James. Inicialmente, ele anunciou que tinha sido contactado por uma organização muito “estranha” e secreta que queria “disponibilizar uma grande quantidade de dinheiro para
ajudar na recuperação da economia” da Inglaterra. Depois de repassar a informação a um de seus colegas na Câmara dos Lordes, este colega disse que Lord James não era suficientemente importante nem teria a devida experiência para ser contactado por esta organização, uma afirmação que, evidentemente, Lorde James tomou como um ataque pessoal. Em resposta a declaração de seu companheiro de camara, que ele não tem experiência para lidar com esta organização secreta, que aparentemente é secreta para todos, exceto aqueles do mais alto escalão, a resposta de James foi notável.


“Sim, eu tenho (experiência)”, disse ele. “Eu tive uma das maiores experiências para a lavagem de dinheiro terrorista e de “funny-money” (dinheiro de origem suspeita) que alguém já teve na City de Londres (centro financeiro). Eu lidei com bilhões de libras de dinheiro do terrorismo.
Quando perguntado pela Baronesa Hollis de Heigham para onde o dinheiro foi, ele explicou:
Não veio parar em meu bolso. Meu maior cliente terrorista era o IRA e estou satisfeito em dizer que consegui lavar mais de 1 bilhão de libras de seu dinheiro. Eu também tinha amplas conexões com terroristas do norte da África, mas que era de uma natureza muito mais sórdida, e eu não quero falar sobre isso porque ainda é uma questão de segurança.
James foi ainda mais longe depois de fazer estas observações, implicando também o Banco da Inglaterra no financiamento de terroristas. “Apresso-me a acrescentar que não é bom trazer a policia para este caso, porque eu imediatamente chamarei o Banco da Inglaterra como minha testemunha de defesa, uma vez que foi este que me colocou para lidar com esses problemas.”
Embora a idéia de que o Banco da Inglaterra, a Câmara dos Lordes, e outras instituições governamentais financiam os terroristas de que eles clamam ter tanto medo não surpreender a todos, é apenas surpreendente ver tal discussão aberta em público. Nos últimos anos a Grã-Bretanha se transformou em um Estado policial, sob o pretexto de combater o terrorismo, mas as suas próprias instituições governamentais e bancárias admitem abertamente ao financiamento destes terroristas. Este é um caso claro da técnica de Problema-Reação-Solução que tem sido tão bem sucedida para os governos e os líderes sociais por milhares de anos.
Lorde Blackheath
Lorde Blackheath
Mas os comentários de James não param por aí. “A questão é”, diz ele, “que quando eu estava no curso de fazer esta atividade estranha, eu tinha um interessante conjunto de números de telefone e referências que eu poderia utilizar quando precisasse. Então, as pessoas na City (of London) sabiam que se eles quisessem verificar qualquer coisa que parecesse estranha, que eles podem vir até mim e eu posso apertar uns poucos botões de telefone para obter a referência.” James não expos quem são esses contatos , mas elas são, sem dúvida, pessoas muito bem conectadas e poderosas se elas podem ser chamados para corroborar e fornecer referências para tais assuntos internos, tais como aqueles que estão sendo discutidas pelo Lorde James.
No entanto, os comentários de James revelam atividade ainda mais secretas e quando ele começa a discutir a organização sombria, a Fundação X como ele a chama, que, supostamente o contactou com a proposta de ajudar a Inglaterra no pagamento de sua dívida. Sem dúvida, a Fundação X está em uma posição mais alta do que qualquer organização que conhecemos. Quando Lord James tentou conectar a Fundação X com pessoas apropriadas dentro daCâmara dos Lordes e do Banco da Inglaterra, ele disse: “Eu encontrei-me entre uma rocha e um lugar duro, que foram totalmente paranóico em relação uns aos outros, porque as pessoas da fundação X têm uma obsessão surpreendente com sua própria segurança. Eles esperam ser contactado apenas por pessoas do status de chefe de estado ou de alguém com uma classificação internacional de segurança como os 6 maiores no mundo”
James está claramente descrevendo alguns pessoas muito poderosas e influentes, com tendências de elitismo. Elas estão obviamente acostumadas a ser contactadas por pessoas da mais alta estrutura social e elas ficam insatisfeitas quando abordadas pelo estrato inferior. No entanto, quando os membros do Banco da Inglaterra e da Câmara dos Lordes britânica são considerados membros inferiores da sociedade, a que altura esta Fundação X vai? Enquanto blogueiros têm sugerido que a organização misteriosa poderia ser o Escritório de Controle do Tesouro Internacional,UNOITC (organização que se diz ligada a ONU), e alguns têm mesmo sugerido o Vaticano. Lorde James deixou claro que a Fundação X, sejam eles quem forem, “tem suas reservas em ouro desde 1920 e que suas reservas de moeda por todo o mundo, que são muito grandes, são apoiadas pelo ouro” (quer dizer que tem o mesmo valor em ouro). Isto significa que “um valor para a quantidade de ouro que seriam necessário para cobrir as suas reservas de moeda, como é alegado, o que seria mais do que todo o valor de metais preciosos que haviam sido extraído na história do mundo.” De acordo com Lord James, a Fundação X está disposta a emprestar bilhões de libras para o governo britânico para uso em projetos tão diversos como hospitais, escolas e linhas ferroviárias.
Independentemente do resultado final da discussão do empréstimo da Fundação X, sua oferta no mínimo provocou uma confissão surpreendente de um membro da Câmara dos Lordes britânica. Quando um governo que admite abertamente financiamento do terrorismo, cujo alvo é a sua própria população, e em seguida considera negócios com instituições financeiras suspeitas sem informá-los, deve provocar indignação generalizada. Mas, dada a forma como a informação é manipulada na Inglaterra, muito provavelmente isto não irá gerar indignação alguma

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