quarta-feira, 17 de março de 2010

NOTICIAS SOBRE MICROCHIP


SÃO PAULO - Pequenos chips capazes de revelar a localização de uma pessoa fazem sucesso em países com muitos seqüestros.
A companhia mexicana Xega revelou, este mês, vendas recordes de seu chip anti-seqüestro. A tecnologia usa um pequeno chip, do tamanho de um grão de arroz, que pode ser implantado debaixo da pele dos clientes, em regiões como antebraço, costas ou pernas.

O microchip tem a capacidade de enviar informações para satélites dizendo a localização dos usuários. O recurso é especialmente útil para ricos que vivem em países com altas taxas de seqüestros, como o Iraque, a Colômbia ou o México.
Instalar o chip no corpo custa US$ 4 mil ao usuário, além do pagamento de taxas anuais de US$ 2,2 mil. O chip tem algumas limitações, como não conseguir contato com os satélites quando a pessoa está numa área subterrânea ou debaixo de um teto muito espesso.
Mesmo assim, as informações geradas pelo microchip podem ser utilíssimas numa investigação policial. Permitem ver, por exemplo, o histórico de deslocamento da pessoa até que seu sinal seja “perdido” ou emitir alertas quando um usuário entra numa zona suspeita ou de risco.
Além de uso contra a criminalidade, a tecnologia de microchips sob a pele pode ser útil em tratamentos médicos, como controlar os deslocamentos de uma pessoa que tenha problemas de memória ou idosos que precisem de atenção constante.
A Xega, empresa desenvolvedora do microchip, diz que além de seu país de origem, tem planos de explorar seu produto em outros dois mercados com elevados índices de seqüestro: a Colômbia e o Brasil.

Já os frequentadores da discoteca Baja Beach Club [www.bajabeach.es] em Barcelona na Espanha, já estão vivendo com um microchip implantado no braço. A grande “vantagem” em implantar o chip estaria na facilidade de acesso e na praticidade no atendimento. Os portadores do microchip não precisam mais mostrar a carteira de identidade na portaria nem levar a carteira ou dinheiro para o clube. Além de armazenar os dados pessoais para identificação do cliente o chip serve para anotar as despesas de consumo para depois serem debitadas em cartão de crédito.

O Baja Beach Club foi o primeiro empreendimento no mundo a implementar o uso dos microchips em março deste ano. Os clientes que aderem ao sistema desembolsam 125 Euros ( mais de R$ 375,00 ). A aplicação do chip é feita sob anestesia local, por médicos em uma sala apropriada na própria discoteca e dura poucos minutos. O clube garante que o chip não traz nenhum risco à saúde nem efeitos colaterais.
O Chip utilizado em Barcelona foi desenvolvido pela empresa americana Applied Digital Solutions [www.4verichip.co], que há anos vem trabalhando no desenvolvimento desta tecnologia.
A esta altura os defensores da privacidade já estão de “cabelo em pé”.
Na Inglaterra um projeto para utilização de implantes de chips GPS como proteção anti-sequestro para crianças foi barrado por pressão de organizações de defesa dos direitos das crianças. Entretanto, a discussão sobre a legitimidade ética desta e de outras tecnologias ainda está longe de terminar. Uma recente pesquisa na Inglaterra mostrou que 2/3 dos pais estariam de acordo com a vigilância e controle biométrico de seus filhos.
A mesma discussão acerca da ameaça que estas tecnologias possa representar para as nossas garantias individuais envolve a utilização das chamadas “etiquetas inteligentes”. Muitos “evangelizadores” afirmam que a questão será facilmente resolvida, pois as pessoas serão “conquistadas” pela conveniência que estas tecnologias irão proporcionar. Me pergunto se teremos alguma escolha. Hoje, quem não tem celular já é olhado no mínimo como um “estranho”.
Este discurso entretanto se utiliza de um truque para causar confusão no debate: Debater uma questão ética com argumentos mercadológicos.
Ao abrirmos mão de nossa privacidade estamos abrindo mão de nossa soberania individual e abrimos o caminho para que 1984, Gattaca, Minority Report e tantas outras ficções se tornem realidade. A questão não é um embate entre “modernos” e “antiquados”. Não se trata de escolher entre o desenvolvimento tecnológico e a estagnação econômica. Se trata sim de manter o equilíbrio entre Lei e Ordem. Entre um sistema ético/filosófico/jurídico/político e um sistema técnológico/econômico/mercantil.
- Dando uma escapada para outra discussão quente: A mesma confusão acontece na questão do software livre. Uma questão tecnológica ( software com códigos abertos e compartilhados ), uma questão econômica/mercadológica ( licenciamento de software, domínio de mercado por um grande “player”, no caso a Microsoft ) e uma questão filosófica/política ( liberdade ), que por definição não tem nada uma a ver com a outra, se misturam nem sempre dando resultados muito racionais ou algo que se aproxime de um avanço.
Voltando à Barcelona, acredito que em termos práticos um dos argumentos mais fortes a serem analisados é com relação aos riscos à saúde. Faltam pesquisas conclusivas sobre os efeitos a longo prazo dos implantes. Mas acho que esta incerteza não preocupa os frequentadores da discoteca. Afinal, não seria esta a primeira “moda” cujas consequências só vieram a ser conhecidas mais tarde
 O "microchip"  é realidade  Também chamado de "chip" ou "biochip", é anunciado pela mídia como mais um avanço tecnológico que brevemente substituirá todos os documentos e formas de identificação pessoal e constituirá a única forma de identificação individual a nível global. Todavia, biblicamente ele é tratado como a "marca da besta" e será imposta a todos os seres humanos. Sua implantação em cartões de crédito, celulares, veículos, governantes, políticos, militares, animais e bolas de futebol oficiais representa apenas a técnica preparatória de abordagem inicial, até que se torne a realidade final e seja imposta a toda a humanidade juntamente com o governo mundial planejado pela Organização das Nações Unidas em sua Agenda 21. Mais uma vez a Bíblia se mostra à frente dos acontecimentos, revelando tudo de antemão. Só não crê nEla quem não quer enxergar a verdade. Todas essas notícias revelam os passos preparatórios para o cumprimento da profecia apocalíptica:

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis". (Apocalipse 13, 16 a 18).

Confronte a profecia com as notícias que circulam pelos jornais e internet:

JORNAL "O ESTADÃO" – julho/1998

ESTA PODERIA SER A MARCA DA BESTA?"Bom! Vocês estão pensando que se trata, talvez, de uma anedota ou de uma história maluca de ficção científica. Não amigos, não sejam precipitados!
Estas informações e as outras que se seguem aqui não são extraídas de filme ou de revistas de ficção científica. Elas são verdadeiras. Estas coisas se
passam aqui e agora. Tenham olhos bem abertos sobre os governos, principalmente os do primeiro mundo, sobre as "Nações Unidas" e sua agenda para a "Nova Ordem Mundial", a tão conhecida "globalização", e sobre a cobertura imediata da tecnologia e sua capacidade de resolver os problemas da humanidade. Estejam atentos, observem bem e logo verão por si próprios.
O progresso da tecnologia ligado à era dos computadores desses últimos anos preparou sem dúvida alguma, com muita sutileza o caminho da "marca da besta", descrita no Apocalipse 13, 16 a 18.
É sobre isto que lhes queremos falar, sobre o que de concreto já existe, por informação de um cientista de nome Carl Sanders, idealizador deste microchip, que hoje é convertido ao Evangelho de Nosso Senhor JESUS CRISTO. Já está nas mãos do governo americano um microchip que potencialmente poderá transformar-se na "marca da besta", sem a qual ninguém poderá comprar ou vender.
Carl Sanders é um gênio da engenharia eletrônica e era cientista a serviço do governo americano, trabalhou com o FBI, CIA, FIRS e agências de governos de outros países, criando para eles tecnologias de espionagens de segurança. Possui inúmeras patentes e foi recompensado pelo seu Mérito e Excelência de suas invenções.
Assistiu a 17 encontros da "Nova Ordem Mundial" ao lado de líderes mundiais, onde se discutiam planos que permitiriam a instalação do Sistema Mundial Único. O governo o encarregou de criar um microchip para identificação e controle dos povos do mundo inteiro, algo minúsculo que teria as características necessárias para poder ser implantado sob a pele, através de agulha hipodérmica.
Carl Sanders, com uma equipe de engenheiros ao seu lado, e sustentado por somas colossais de dólares, lança-se ao projeto e desenha o microchip (do tamanho de um quarto de um grão de arroz) que funciona através de uma pilha de Lithium, recarregável pelas mudanças de temperatura da pele. Na ignorância do que a Bíblia anuncia (Irmão Sanders não era cristão na época) esta equipe de pesquisadores gastou um milhão e meio de dólares para conhecer o lugar mais apropriado para este implante dentro de nossos corpos. Adivinhem o que eles descobriram? Não somente que a testa e o dorso da mão eram os dois lugares mais práticos, mas também os únicos confiáveis para o carregamento automático da pilha de Lithium por causa das mudanças rápidas de temperatura nesses dois lugares e as suas conseqüências sob a pele.
Ele tem a capacidade de armazenar páginas e páginas de informações sobre nós. Um histórico geral da nossa vida profissional, nosso boletim judicial, problemas de saúde, bem como todos os nossos dados financeiros. Seu emissor envia um sinal numérico que consiste em impulsos, fornecendo 85 elementos de dados. Ele emite também em intervalos regulares, um sinal análogo criado numericamente. Utilizado como um refletor este sinal envia informações essenciais servindo eventualmente para localizar o seu portador.
O microchip já foi testado e implantado em militares, enviados do governo e funcionários de empresas. Utilizados por ocasião da Guerra do Golfo, em 1991, demonstrou eficácia de 100%. O irmão Sanders sente-se desolado por ter participado desta invenção e crê que é o sinal falado na Bíblia, em Apocalipse 13, 16 a 18. Tire você mesmo a conclusão!"

JORNAL "ATUALIZANDO MEDJUGORJE"

(Ano XI – nº 128 – novembro 1998)

"Em setembro de 1998, chegam-nos informações enviadas por George Zsamboky, que nos falam do livro "The World's Last Dictator" ("O Último Ditador do Mundo) de Dwight L.Kirman, publicado em 1993, que diz, entre outras coisas: "O supercomputador gigante do mundo situa-se em Bruxelas, a Capital da Comunidade Européia das Nações". O supercomputador recebeu o nome de "besta". Isto é um fato. Aparentemente, a denominação "Besta" (em inglês, "Beast") foi formada pelas inicias de "Brusseis Eletronic Accounting Surveillance Terminal". A reunião de tais iniciais resulta em BEAST. Claro está que não se trata de simples coincidência – não foi a sigla que resultou dos nomes, foram os nomes que resultaram da sigla! Enfim, o computador gigante, iniciado há bastantes anos, está agora pronto. O Dr. Relfe, um autor cristão, informa ainda que qualquer que seja O NÚMERO de cada um de nós, ele terá de dar entrada no computador com a utilização de um prefixo de três dígitos? Sabem quais são esses três dígitos? Pasmem todos! Os três dígitos são 666! Poderá haver ainda alguma dúvida? Ninguém pode ter qualquer dúvida sobre a seriedade do assunto – trata-se de salvação ou perdição, felicidade eterna ou desgraça eterna, Vida ou Morte!
Um americano, Peter Goodgame, escreveu um interessante artigo em que relata: "Um ministro (protestante) em viagem por Porto Rico testemunhou algo inusitado! Ele se encontrava em um supermercado, na cidade de Fajardo, em uma fila, a caminho do caixa, onde pagaria por suas compras. À sua frente estava uma mulher que, ao chegar a sua vez, diante do caixa, estendeu sua mão e bateu com ela em um "scanner" (dispositivo de leitura ótica). Imediatamente a totalização de sua compra foi registrada e a mulher recebeu um comprovante de pagamento.
O ministro ficou impressionado, aproximou-se da mulher, e perguntou-lhe o que tinha acontecido. Ela sorriu e, tranqüilamente, explicou que possuía um implante na mão, que funcionava como um cartão de débito. A mulher informou, ainda, que naquela cidade, Fajardo, existia uma companhia americana que estava aplicando um teste para verificar se o corpo humano rejeitaria ou não o "chip" introduzido nele. Até onde aquela mulher tinha conhecimento, seis pessoas, em Fajardo, já haviam colocado o implante...".

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